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CAXIAS EM DETALHES: Cresce a adesão das mulheres na politica em Caxias

Professora Jesus Andrade é pré-candidata a vereadora em Caxias

As mulheres estão aderindo cada vez mais ao sonho de levantar a bandeira pela verdadeira democracia em nossa cidade, “Uma vez que vejo a pauta ‘democracia’ como algo comum, que deve representar a igualdades entre todos”, afirma a professora e assistente social Jesus Andrade, que está lançando seu nome para ser apreciado como pré-candidata a vereadora na cidade de poetas e poetizas e como ela costuma dizer “na alma de todo caxiense bate um coração valente”.

Nascida no seio de família pobre e rural, afirma que  “Não tenho vergonha, tenho orgulho da minha origem”. Jesus Andrade já algum tempo vinha sendo convidada a se lançar candidata, mas ainda não tinha decido aceitar o desafio. Agora sim desafio aceito! Para sua surpresa seu nome já foi citado em pesquisas de boca a boca, algo que ela se admirou ao saber por este que vos escreve. Graduada pela UEMA é Professora de História da rede pública municipal há mais de 20 anos. É também professora do ensino superior nos cursos de  Serviço Social; Psicologia; Educação Física; Enfermagem; Engenharia Civil e outros. A mesma se mostra apaixonada pelo que faz.

Sua carreira profissional foi construída com muita dedicação e esforço, onde enfrentou muitas barreiras. Hoje é Mestre em sociologia, pela Universidade Federal do Piauí; Especialista em História do Brasil e do Maranhão pela UEMA e especialista em Gestão de Políticas Públicas em gênero e Raça pela UFMA. Atua como Assistente Social no Centro de atendimento a mulher. Presidente do Conselho da Municipal dos Direitos da Mulher – CMDM. É fundadora da ONG “Mulheres e Meninas de Caxias – MUC”, que tem um trabalho voltado para o empoderamento e defesa da população caxiense. É uma mulher de luta e atuante na defesa dos direitos das mulheres, firme no combate a homofobia e de modo geral defende a igualdade entre as pessoas. Seu nome é destaque para ser candidata a uma das cadeiras do executivo da Princesa do Sertão nas eleições de 2020, logo já conta com o apoio de outros políticos, empresários, amigos, ex-alunos e alunos, estes últimos temos a informação que formaram um grupo intitulado “apoiadores de Jesus”.

No decorrer desta entrevista, perguntei como ela se ver num mandato de vereadora, a mesma prontamente responde que não foi apenas um sonho como uma promessa feita ao ver, em uma das seções na Câmara Municipal, em alusão ao dia internacional da Mulher, na qual participou representando o Conselho da Mulher, onde pode constatar o “descaso com o povo e principalmente com a população feminina, é um fato, pois na seção não compareceu nem mesmo 50% dos representantes daquela Casa. Lembro perfeitamente como se fosse hoje, que disse em alto e bom tom, que me sentia envergonhada e um dia eu gostaria de fazer parte da Casa do Povo como vereadora, para assim ter a oportunidade de desenvolver uma política diferente pautado na valorização e respeito que o povo quer e precisa para viver com dignidade”.

A professora Jesus Andrade ainda ressalta que mesmo sendo vista como defensora dos direitos das mulheres, também é engajada em grupos de defesa dos direitos da população negra, LGBT, assim como outras minorias. Com certeza o foco de sua luta é amplo e diversificado, mas fundamentado na defesa dos Direitos Humanos. Para finalizar nossa conversa Jesus Andrade acrescenta que “as Mulheres na política, pode fazer a diferença, pois ocupar esse espaço de poder e decisão representa ousadia, superação e deve ser uma oportunidade de contribuir para a transformação social. A política desenvolvida pelas as mulheres tem um grande diferencial, pois promove espaços de autonomia, de igualdade, de justiça e democracia!”.

Com Informações: https://www.irmaoinaldo.com.br//via Texto: Wilson Lopes

 

CAXIAS EM FOCO: Paulo Marinho dá exemplo fora da política.

Foto: ( Divulgação )

 

O exemplo

O ex-prefeito Paulo Marinho deu hoje no Mesa Redonda um bom exemplo para quem deseja cuidar bem de uma cidade. Marinho ocupou o horário para falar da importância de uma cidade bonita, florida, bem cuidada, como era Caxias quando ele foi prefeito. Durante o programa Paulo Marinho distribuiu sementes de Zínia, flores de origem mexicana adaptadas por ele a região e que produzem um belo visual em jardins quando plantadas.

Recorde

O programa bateu recorde de audiência na cidade. Centenas de pessoas participaram e foram ao vivo receber as sementes distribuídas. Marinho afirma a todos que não é candidato a prefeito da cidade mas lidera todas as pesquisas espontâneas realizadas nas últimas semanas.

 

ACONTECEU NO MARANHÃO: Vox Brasil cria cenário irreal na pesquisa eleitoral em São Bernardo

 

Foto: ( Divulgação )

 

Pesquisa realizada pela Vox Brasil para prefeitura de São Bernardo (MA) excluiu da pesquisa induzida o principal opositor da atual gestão, o pré-candidato pelo Democracia Cristã, pastor Welbert Couto. Adulteraram o cenário político, criando uma falácia eleitoral.

Além disso, o levantamento é desacreditado por não apresentar os critérios mínimos de uma pesquisa de opinião. Por exemplo, não informaram a metodologia utilizada na apuração dos dados – que deve levar em conta vários indicadores como quantidade de eleitores no município, percentual de homens e mulheres, idade e renda.

Com esses dados em mãos, utilizando o método correto na aplicação dos questionários, é possível prever a margem de erro – item ignorado pela pesquisa Vox Brasil em São Bernardo.

A empresa sequer informou a amostragem do estudo, para que se verificasse a veracidade dos percentuais.

Pesquisas de intenção de voto precisam ter registro no Tribunal Regional Eleitoral. A partir desta inscrição é possível saber quem solicitou e pagou pelo levantamento, dado omitido pela Vox Brasil.

Estamos averiguado quem solicitou a pesquisa e mostraremos a todos os interesses escusos por trás desta tentativa de adulteração do cenário eleitoral local.

ACONTECEU EM CODÓ: Dr. Zé Francisco é bem recebido na zona rural de Codó

Recepção calorosa, assim foi recebido o médico amigo, e pré candidato a prefeito de Codó, Dr. José Francisco, nesta sexta-feira(15), na localidade Pé de Serra na região dos Campos, zona rural de Codó.

Durante todo o dia o médico amigo, realizou consultas e exames gratuitos para as famílias daquela comunidade.
Aproveitando a oportunidade, Dr. Zé Francisco prestigiou um belíssimo jogo que aconteceu, conversou e tirou fotos com amigos da comunidade.

Com Informações:http://www.agenciamaranhao.blog.br

POBRE CODÓ: sanear o órgão ou roubar o povo?

Recentemente circulou em blogs e nas rodas de conversa em Codó a venda do SAAE. Algumas experiências como em outras cidades do Maranhão, a exemplo de Timon, demonstrou-se que o povo de lá perdeu com a famigerada criação das Águas de Timon.Na terra do Catimbó há um movimento no mesmo sentido. Vender a água do povo codoense para uma empresa da terra natal do pai do prefeito Nagib, FC Oliveira. Tal grupo de Sobral no Ceará pretende comprar a preço de banana,  uma autarquia que gera lucro e ainda emprega centenas de pais de famílias.A gestão Nagib não vê nada além de cifras e que se lixe o sangue daqueles que construíram a riqueza da família Oliveira .Codó não pode aceitar essa aberração e deixar que um patrimônio do porte do SAAE seja vendido para empobrecer ainda mais a população tão sofrida do torrão de Bita do Barão.

FONTE: https://jonasfilho.com.br

GIRO PELO BRASIL: Quando a polarização vira radicalismo

Crédito: Carlos Vera/Colectivo2+
Lula é carregado na frente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo: ex-presidente quer o povo nas ruas para combater o governo (Crédito: Carlos Vera/Colectivo2+)

No seu primeiro discurso depois de sair da cadeia, Lula demonstra vontade de inflamar as massas, enquanto o governo tenta mandá-lo de volta para a prisão por ameaça à ordem pública. A tensão política que acomete o País vai se intensificar e coloca em risco a democracia

Uma coisa é certa: a saída do ex-presidente Lula da prisão transforma completamente o jogo político e a polarização tende a avançar para o radicalismo. A disputa entre extremos que se retroalimentam e colocam o Brasil atualmente em um estado de beligerância permanente vai se intensificar e pode ameaçar a própria democracia. Haverá agora um embate direto entre duas lideranças raivosas que não poupam esforços para convencer a população de seus projetos de poder. De um lado, Jair Bolsonaro e sua política conservadora e truculenta, que aumenta a desigualdade e ameaça direitos sociais, e de outro, Lula, ressentido e se julgando injustiçado pelos 580 dias na prisão, voltando à cena com um discurso de enfrentamento ao governo e cheio de vontade de atacar a política neoliberal do ministro Paulo Guedes. Há uma escalada radical e é difícil vislumbrar o que se encontrará no fim do túnel. O certo é que esse cenário de crispação não levará à solução de nenhum problema brasileiro. Lula quer detonar as iniciativas de Bolsonaro, pensando nas eleições municipais do ano que vem e na presidencial de 2022. Bolsonaro avisa que pode usar a Lei de Segurança Nacional (LSN), que ele quer ativar ao seu bel prazer, para inibir os movimentos populares e estabelecer, inclusive, um regime de exceção.

Tensão social

Em liberdade, Lula tem um plano de ação e de renascimento concentrado em sua própria figura demiúrgica. Ainda na cadeia, em Curitiba, ele anunciou que pretende fazer uma longa caravana pelo Brasil e envolver a população com seu projeto de oposição. Com bom preparo físico – ele diz que corre 10 quilômetros por dia – vai percorrer o País para propagar seu papel de “fio condutor da pacificação nacional”. Seu projeto é circular por vários estados e se vender como um líder salvacionista, capaz de conter a fúria destruidora de políticas sociais de Bolsonaro. Seu primeiro discurso em liberdade, na frente da sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, sábado 9, mostrou, porém, a intenção evidente de Lula de aumentar a tensão social em suas andanças pelo País ao invés de trabalhar pela pacificação. A tendência é que seu discurso acirre a insatisfação popular e deflagre uma série de movimentos organizados contra o governo. O plano de Lula só será bem delineado no próximo dia 22, quando ele fará um “discurso para o Brasil” no Congresso Nacional do PT, em São Paulo. Ali ficará claro qual será sua verdadeira atuação oposicionista, se incendiária ou conciliadora.

O tom de sua oratória estará mais ajustado. Outra ideia que circula é a montagem de um governo paralelo, como o PT fez em 1990, depois da eleição de Fernando Collor, formado por militantes notáveis de partidos de esquerda para questionar cada uma das decisões tomadas pelo governo Bolsonaro. A marcação será cerrada.

Ressentido pelos 580 dias na prisão, Lula volta à cena com um discurso de enfrentamento e ataca a política de Paulo Guedes

Alta rejeição

Nos dois extremos do campo político, o que se prevê é uma aglutinação, em torno de seus grandes líderes, de forças que se dispersaram depois da eleição de 2018 e não conseguem superar seus conflitos. A volta de Lula ao debate e aos palanques torna o PT mais aguerrido e entusiasmado e abre a possibilidade de união de grupos e partidos de esquerda. Tudo indica que o espectro das coligações será menos amplo do que o necessário para uma oposição consistente e capaz de atrair o eleitor moderado. O PDT de Ciro Gomes, que se recusa a conversar com o ex-presidente, é uma baixa imediata. Da Rede Sustentabilidade e de sociais-democratas nem se fala. Embora Lula só pense no PT, ele se mostra disposto a fazer acordos imediatos com o PSOL e o PC do B na disputa pelas prefeituras, em especial pela do Rio de Janeiro, onde o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL) será o candidato da esquerda. Chega a falar em ser um impulsionador da “unidade nacional”, mas isso soa como pura retórica. A sociedade está rachada e Lula ainda sofre uma grande rejeição. Poderá fazer barulho, mas é pouco provável que desperte a maioria silenciosa e os “isentões” para suas causas.

Para Bolsonaro, a reaparição de Lula também pode levar a um fortalecimento de alianças com outros grupos e partidos de direita que começavam a ficar sem um eixo de ação. Agora eles têm contra quem pregar. Bolsonaro vem perdendo aliados, por causa de suas posições extremas, das interferências indevidas de seus filhos na rotina do governo e da sua aversão aos ritos da democracia. Seu partido, o PSL rachou e apoiadores, como o Movimento Brasil Livre (MBL), se afastaram do governo. Agora o presidente anuncia a criação de um novo partido, o Aliança pelo Brasil, possivelmente com o mesmo espírito autoritário da Aliança Renovadora Nacional (ARENA), braço político da ditadura. Será a sigla da família Bolsonaro e quem quiser que se una a ela. Trinta e um dos 53 dos deputados do PSL revelaram intenção de se juntar ao novo partido. Essa iniciativa de criação da Aliança pelo Brasil é mais uma demonstração de que Bolsonaro está se lixando para o jogo político e só quer fazer as coisas da sua própria maneira, que costuma ser despótica. Um dia depois do discurso de Lula em São Bernardo, o movimento Vem pra Rua e o Partido Novo convocaram seus militantes a se manifestar contra a decisão do STF de acabar com a prisão em segunda instância, que beneficiou Lula. Para o Partido Novo, a decisão do STF representa um retrocesso na “luta contra a impunidade”. Protestos foram realizados em dez capitais do País e levaram milhares de adversários do líder petista às ruas.

Debate interno

A saída de Lula da cadeia tem sido um assunto de intenso debate interno no PT. Há uma corrente que prega alguma contenção nas suas palavras ou mesmo o retorno do “Lulinha paz e amor” numa tentativa de atrair os setores da classe média desiludidos com o atual governo. Outros pregam a máxima contundência contra Bolsonaro e suas ideias.

A cúpula do partido considerou o discurso na sede do Sindicato do Metalúrgicos excessivo em alguns pontos, embora creditando as palavras mais duras ao fato do ex-presidente estar emocionado após deixar a cadeia. Avalia-se que ele terá vários julgamentos pela frente e não vale a pena tumultuá-los ou se indispor com militares, por exemplo. Causou incômodo quando Lula disse que o presidente nunca trabalhou e que arrumou uma confusão no Exército para se aposentar cedo. Essa foi uma das provocações questionadas no partido. Não houve, contudo, qualquer objeção ao trecho do discurso em que Lula confrontou Bolsonaro e disse que “ele foi eleito para governar para o povo brasileiro e não para governar para os milicianos do Rio de Janeiro”.

Da fala de Lula na frente do sindicato, o que mais incomodou o governo foi sua convocação para que a população repita os acontecimentos do Chile no Brasil, interpretada por Bolsonaro como uma tentativa de subverter a ordem institucional. Lula, no caminho oposto ao da pacificação, convocou a militância para reagir ao governo Bolsonaro e declarou que é preciso “atacar” e não apenas se defender. “É uma questão de honra a gente recuperar esse País. A gente tem que seguir o exemplo do povo do Chile, do povo da Bolívia. A gente tem que resistir. Não é resistir. Na verdade, é lutar, é atacar e não apenas se defender. A gente está muito tranqüilo”, declarou. Para o governo, essas palavras foram encaradas como subversão e Bolsonaro determinou que alguns de seus aliados fossem à Justiça contra o ex-presidente. Três pedidos de prisão preventiva foram feitos à Procuradoria Geral da República (PGR). O primeiro veio do deputado Major Olimpio (SP), que entrou com uma representação na PGR com base na LSN, em que alega tentativa de incitação da violência contra a ordem pública. Os deputados do PSL Ubiratan Sanderson (RS) e Carla Zambelli (SP) protocolaram outro pedido do tipo, assim como o Movimento Brasil Livre (MBL), que havia rompido com o governo. Na quarta-feira 13, o procurador-geral, Augusto Aras, disse que os pedidos de prisão preventiva de Lula foram encaminhados para o Ministério Público de São Bernardo, onde ele mora. Para os aliados de Lula, ele só exerceu seu direito à liberdade de expressão.

Mídias sociais

Os primeiros movimentos de Bolsonaro nas mídias sociais depois da saída de Lula da cadeia foram econômicos. Ele só fez três postagens e seu filho Carlos, outras duas, se referindo ao ex-presidente sem citar seu nome. Na sequência, Carlos abandonou temporariamente as redes. Em uma de suas postagens ofensivas, Bolsonaro disse que começou “há poucos meses a nova fase de recuperação do Brasil e não é um processo rápido, mas avançamos com fatos”.

E completou: “Não dê munição ao canalha, que momentaneamente está livre, mas carregado de culpa”. Lula não chamou Bolsonaro de canalha. Destinou o adjetivo apenas para Moro, a quem culpa diretamente por sua ida à prisão. “Preciso provar que o juiz Moro não era um juiz. Era um canalha que estava me julgando”, disse. Em outro tuíte, Bolsonaro convocou seus seguidores a se organizarem. “Amantes da liberdade e do bem, somos a maioria.

Não podemos cometer erros. Sem um norte e um comando, mesmo a melhor tropa se torna num bando que atira para todos os lados, inclusive nos amigos”, declarou. Finalmente disse que não responderá “a criminosos que por ora estão soltos. Meu partido é o Brasil!”. E completou: “Não vamos dar espaço, nem contemporizar com presidiários”.

Ao longo da semana, Bolsonaro se dedicou basicamente a promover sua própria agenda e obras do governo federal, principalmente no Nordeste, região que se apresenta como um campo prioritário da batalha entre direita e esquerda. Foi a única região em que o PT venceu a eleição presidencial e é o lugar onde Bolsonaro encontra mais dificuldades para avançar com suas políticas conservadoras e conquistar aliados. Para tentar reverter essa tendência e chegar mais perto do povo, ele foi a Campina Grande (PB) inaugurar o conjunto residencial Aluízio Campos, do Programa Minha Casa, Minha Vida, criado pela ex-presidente Dilma Rousseff. Lula, que pensa, inclusive, em mudar sua residência para o Nordeste, visitou dois estados. Na quinta-feira 14, foi a Salvador (BA) para participar da reunião da Executiva Nacional do PT. E no domingo estava programada uma viagem para Recife (PE), onde compareceria ao festival nacional de música Lula Livre.O festival, agora orientado para celebrar sua libertação, estava programado desde antes de Lula deixar a prisão.

Lei de segurança

A sensação é de que o governo quer que Lula opte pelo caminho incendiário e da contundência verbal para encontrar um pretexto para reprimir qualquer movimento popular. Bolsonaro tem dado sucessivas demonstrações de incômodo com a democracia e isso ficou mais evidente quando um dos filhos do presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro considerou a hipótese, “caso a esquerda radicalize”, de um novo AI-5, medida autoritária que intensificou a repressão na época da ditadura, fechou o Congresso e suspendeu garantias constitucionais. Eduardo foi apoiado pelo pai e pelo ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno. O general, por sua vez, incorporou a voz do filósofo Olavo de Carvalho, ideólogo do governo, que prega a destruição da esquerda no Brasil e em toda a América Latina. Na segunda-feira, depois das palavras de Lula, Bolsonaro afirmou que “a lei de Segurança Nacional está aí para ser usada. Alguns acham que os pronunciamentos, as falas desse elemento, que por ora está solto, infringem a lei. Agora nós acionaremos a Justiça quando tivermos mais do que certeza de que ele está nesse discurso para atender seus objetivos”, disse Bolsonaro.

Nos dias que antecederam a libertação de Lula, Bolsonaro, temendo protestos populares e violência nas ruas, ordenou que o Exército ficasse de prontidão para reprimir protestos que poderiam eclodir no País. Antes de decisão do STF, o presidente informou ter conversado com o ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, sobre a necessidade de preparar as forças militares para algum tipo de convulsão social. “Não podemos ser surpreendidos, temos que ter a capacidade de nos antecipar a problemas”, disse. “Conversei com o ministro sobre a possibilidade de ter movimentos como tivemos no passado, parecidos com o que está acontecendo no Chile, e a gente se prepara para usar o artigo 142, que é pela manutenção da lei e da ordem”, disse Bolsonaro. Parece que o governo teme a influência política de Lula e só espera um pretexto para começar a usar a força. Se Lula e os grupos mais radicais do PT entrarem no jogo de Bolsonaro, há o sério risco do jogo político evoluir para uma guerra campal. O importante que a polarização não ultrapasse os limites do discurso e do debate de ideias. E não descambe para qualquer tipo de violência.

FONTE: istoe.com.br

 

ACONTECEU NO BRASIL: 10 curiosidades sobre a Proclamação da República

Para alguns, apenas mais um feriado. Para outros, uma data que deve ser lembrada e analisada como um grande período de transição

Reprodução

Por: Luciana Gomes

No dia 15 de novembro, comemoramos a Proclamação da República no Brasil. Para alguns, apenas mais um feriado. Para outros, uma data que deve ser lembrada e analisada como um grande período de transição na política brasileira. Esta postagem vai trazer 10 curiosidades sobre a Proclamação da República.

  • A Proclamação da República foi um levante político-militar ocorrido em 15 de novembro de 1889 que instaurou a forma republicana federativa presidencialista de governo no Brasil, derrubando a monarquia e, por conseguinte, pondo fim à soberania do Imperador Dom Pedro II.

  • O primeiro a dar o grito da República foi o sargento-mor e vereador de Olinda Bernardo Vieira de Melo. O militar lançou a proposta em 10 de novembro de 1710 porque estava insatisfeito com a exploração abusiva do país pelos monarcas portugueses. O pedido foi rejeitado.

  • Ao proclamar a República, Deodoro da Fonseca estava com um ataque de dispneia. Foi tirado da cama no meio da noite para comandar o cerco ao Ministério. Foi sem a espada, porque seu ventre estava muito dolorido. O cavalo baio que usou não foi mais montado até a sua morte, em 1906.

  • Deodoro havia decidido apoiar os republicanos quatro dias antes. “Eu queria acompanhar o caixão do imperador, que está idoso e a quem respeito muito. Mas o velho já não regula bem, Portanto, já que não há outro remédio, leve à breca a Monarquia. Que venha, pois, a República”, disse.

  • Quando passou pelo portão do Ministério da Guerra, o marechal acenou com o quepe e ordenou às tropas que se apresentassem. As tropas se perfilaram e ouviram-se os acordes do Hino Nacional. Estava proclamada a República. Não houve derramamento de sangue.

  • Mesmo depois de proclamada a República, ninguém quis levar o telegrama com a notícia para D. Pedro II, que estava em seu palácio em Petrópolis. No meio da noite, o major Sólon Ribeiro foi ao encontro do Imperador, que teve que ser acordado.

  • Com medo de manifestações a favor da monarquia, os líderes do movimento pediam que D. Pedro II e sua família partissem naquela mesma madrugada. Dizem os relatos que a Imperatriz Tereza Cristina chorou, que Isabel ficou muda e que o Imperador apenas soltou um desabafo: “Estão todos loucos!”

  • Antes de viajar, no dia 17 de novembro, D. Pedro II escreveu uma mensagem: “Cedendo ao império das circunstâncias, resolvo partir com toda a minha família para a Europa amanhã […] Ausentando-me, conservarei do Brasil a mais saudosa lembrança, fazendo votos por sua grandeza e prosperidade.”

  • No momento de embarcar, o imperador recebeu um convite de seu sobrinho, D. Carlos, rei de Portugal, colocando à sua disposição um dos seus palácios em Lisboa. Pedro agradeceu, mas não aceitou a oferta. Anos depois, Pedro II morreu deitado num travesseiro que ele encheu com terra brasileira.

  • No dia 5 de dezembro de 1889, o navio Alagoas chegou a Lisboa. A viagem da família real durou 18 dias. Apesar de ter sido recebido com honras, ele preferiu se hospedar com a imperatriz Teresa Maria num hotel na cidade do Porto. Depois de 23 dias, Teresa Cristina faleceu no quarto do hotel.

Com Informações: https://oimparcial.com.br

 

CAXIAS EM DESTAQUE: Educadora caxiense ingressa na Academia Sertaneja de Letras

Uma solenidade formal será realizada para efetivar os novos membros da Asleama, importante instituição maranhense (Da redação Repasse Repasse Informativo)

A professora, escritora caxiense Maria José Vilanova Assunção, autora da importante obra As Raízes e os Ramos assumirá uma Cadeira na próxima semana, na Academia Sertaneja de Letras, Educação e Artes do Maranhão – Asleama.

A homenagem

O título é em reconhecimento aos seus relevantes serviços prestados à nossa sociedade.
Maria José Vilanova Assunção nasceu em Caxias, MA, é filha de Joaquim Vilanova Assunção e Maria Angélica Costa de Assunção, família tradicional caxiense.
Maria José teve uma vida voltada para a prática da educação.
Em Caxias fez o curso primário no Grupo Escolar João Lisboa; o Ginásio e o Curso Normal, no Colégio Caxiense. Cursos de aperfeiçoamentos: CADES pela Universidade do Pará, realizado em São Luís; e, CECINE pela Universidade de Pernambuco. Cursos superiores licenciatura curta: Pedagogia – Universidade de Educação do Maranhão Ciências com habilitação em Matemática – Universidade Estadual do Maranhão (UEMA). Complementação de cursos a nível superior completo, matérias obrigatórias: Português I e Inglês I pela Universidade Federal do Piauí (UFPI).
Por duas vezes, foi assessora da Secretária de Educação Municipal Substituta por três meses da Diretora Regional de Educação de Caxias.

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A obra

Sobre obra literária em memória familiar Zequinha como também é chamada, diz que buscou os anais do passado e procurou “com fé e muita força espiritual concretizar o meu desejo, o ponto mais relevante de minha vida e com muita força de vontade fiz do passado através das pesquisas e comunicações, o presente, anteriormente que se encontravam ocultas por falta de conhecimentos onde, a história impressa no livro “As Raízes e Os Ramos, que imortalizou a narrativa histórica de nossos antecedentes como memória e gratidão dos presentes”, declara a escritora.

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CODÓ EM FOCO: Prefeitura planeja mal e joga R$ 403 mil no “ralo” com poço improdutivo em Codó

Um projeto mal elaborado, feito as pressas e sem os testes necessários fez a Prefeitura de Codó, através do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), jogar R$ 403 mil no ralo com um imprestável sistema de abastecimento construído no povoado Km 12 e que levaria água para a localidade Km 17, zona rural do município.

A inauguração do inútil poço tubular, que levaria água de qualidade por meio de uma adutora do Km 12 ao Km 17, aconteceu no dia 12 de setembro de 2018 e deveria acabar com um problema histórico dos moradores da região.

Porém, a falta de cuidado com os recursos públicos fez o sonho se transformar em pesadelo em apenas alguns dias após a inauguração. Moradores relatam que a água fornecida pelo sistema é de péssima qualidade e impropria até para lavar roupas e louças.

Na época o SAAE afirmou que análises laboratoriais confirmaram que a água era totalmente propícia para o consumo humano. No entanto, os moradores preferem morrer de sede do que beber a água do poço de R$ 403 mil.

Com Informações: https://www.blogdomarcosilva.com.br

BOMBA: Catulé poderá ser afastado da presidência da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Caxias

Presidente da Câmara Municipal de Caxias- Vereador Catulé

 

O presidente da Câmara de Caxias, vereador Catulé, deve estar feliz da vida com a iniciativa do ex-prefeito Paulo Marinho, autor da representação instaurada no Ministério Público pedindo a anulação da eleição da Mesa Diretora do Legislativo tupiniquim…

 

Ilegalidades?

…A eleição, como sabido, foi antecipada para 5 de novembro de 2018 e Paulo Marinho afirma no documento, ato contínuo, enviado ao MP/Caxias que teria havido ilegalidades na aprovação dos projetos de Resolução nº 01/2018 (destinado à alteração do artigo 9º do Regimento Interno da Câmara) e de Emenda à Lei Orgânica nº 2018, que prevê a modificação do artigo 20 da referida lei. Os dois artigos determinam que a eleição para renovação da Mesa Diretora da Câmara seja realizada sempre em sessão legislativa no último dia útil do mandato da mesma com a presença da maioria absoluta dos vereadores…

Ilegalidades? II

…Mas para PM não teria sido respeitada a exigência de votação dos dois projetos em dois turnos, com intervalo de 10 dias. Ainda segundo o documento, não houve reunião da Mesa Diretora do órgão legislativo para tratar da matéria…

Alegação de Catulé

…Em contrapartida, o presidente da Câmara, Catulé, alega que os dois projetos foram assinados por 15 parlamentares, respeitando a maioria de 2/3 dos membros da Casa…

Mesa Diretora

…As referidas alterações acima anteciparam a reeleição do presidente da Câmara, Antônio José Albuquerque, e da Mesa Diretora da Casa, formada pelos vereadores Mário Fernando Sousa, Moisés Santos, Antônio José Ximenes, José Silva, José Magno Magalhães e Gladston Silva…

Outra votação

…E, agora, além da declaração liminar da votação, o Ministério Público também solicita a realização de outra votação, a ser coordenada pelo vereador mais antigo da Casa, como determinado no artigo 19, da Lei Orgânica do Município… Requer, ainda, a destituição dos vereadores de seus cargos na atual Mesa Diretora…

Pergunta-chave

pm em ação!…

…Pois bem, agora vem a pergunta-chave do quiproquó:… O que teria mesmo PM a ver com a coisa e qual o seu real interesse por trás da tentativa de anular a eleição que beneficiou Catulé, já que ambos são aliados na base do prefeito Fábio Gentil (PRB)?!

Com Informações: https://jotoniovianna.com.br