Um grave acidente de trânsito, registrado no fim da tarde desta sexta-feira (10) na BR-226, resultou na morte de um motociclista.
De acordo com informações preliminares, a vítima conduzia uma motocicleta e, ao acessar a rodovia, foi atingida por um automóvel. Com o impacto da colisão, o motociclista morreu ainda no local.
A vítima foi identificada como Afonso do Espírito Santo, morador do povoado Trabalhosa. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou o controle da via, que ficou com o trânsito lento no horário do acidente. O SAMU chegou a ser acionado, mas nada pôde ser feito para salvar a vítima. O Instituto Médico Legal (IML) fez a remoção do corpo para perícia e posterior liberação para os familiares.
As circunstâncias do acidente deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, voltou a se posicionar sobre o cenário político para as eleições de 2026 ao comentar a possibilidade de as ministras Simone Tebet e Marina Silva disputarem uma vaga no Senado Federal pelo estado de São Paulo. Durante uma declaração pública, o governador afirmou que as duas enfrentariam dificuldades para conquistar o eleitorado paulista e reforçou seu apoio aos nomes de Guilherme Derrite e André do Prado como representantes de seu grupo político para a disputa.
As declarações acontecem em um momento de intensificação das articulações políticas em todo o país. Embora o período oficial de campanha ainda não tenha começado, lideranças partidárias já iniciam conversas sobre alianças, estratégias e definição de candidaturas para os cargos que estarão em disputa nas próximas eleições gerais.
Ao abordar o assunto, Tarcísio afirmou que considera importante que São Paulo seja representado no Senado por políticos que possuam uma relação consolidada com o estado e que conheçam de perto os desafios enfrentados pela população paulista. Segundo ele, essa proximidade permitiria uma atuação mais eficiente na defesa dos interesses econômicos, sociais e institucionais do estado no Congresso Nacional.
Um projeto de lei apresentado na última quarta-feira (8) pelo deputado federal Luiz Carlos Hauly (Podemos-RS) propõe que apenas jogadores de futebol brasileiros que atuem no Brasil possam ser convocados para competir pela Seleção.
Segundo o PL 3.582 de 2026, todos os integrantes da comissão técnica – bem como o técnico principal da Seleção – também deverão atuar por clubes brasileiros em seus registros profissionais para estarem aptos a participar de competições internacionais, salvo amistosos e jogos promocionais, mediante acerto com o órgão que realiza o evento.
Para o autor do texto, o objetivo da proposta é fortalecer o desenvolvimento do futebol nacional, motivado pelo fracasso do time convocado para a Copa do Mundo da Fifa de 2026.
O Brasil foi eliminado da competição pela Noruega no último domingo (5) pelo placar de 2×1. O time do técnico Carlo Ancelotti – nascido na Itália e o primeiro estrangeiro a comandar a Seleção brasileira – tinha apenas 7 dos 26 convocados atuantes no país e conseguiu o pior desempenho do Brasil em uma Copa do Mundo desde1990, quando fomos eliminados nas oitavas de final.
A determinação do projeto também abrange as categorias de base da Seleção Brasileira e o futebol feminino: “Precisamos de um futebol feito por jogadores brasileiros que joguem em equipe brasileira, com técnico brasileiro”, disse Hauly em plenário.
Proibição de bets
O projeto de lei também aborda a proibição de entidades nacionais, regionais e locais de realizar propaganda de casas de apostas nos produtos, times e competições organizadas em território nacional.
Em janeiro deste ano, com o início do Campeonato Brasileiro de 2026, 12 dos 20 times da Série A tinham contratos firmados com casas de apostas. Os naming rights do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil — principais competições nacionais — também têm participação das chamadas bets.
Hoje, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) não é proibida expressamente de ter relação com bets, mas está submetida ao RGC (Regulamento Geral de Competições), que condiciona a exibição de publicidade de operadoras de apostas – inclusive nos uniformes – ao cumprimento da Lei nº 14.790/2023 (Lei das Apostas) e das regras da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda. Apenas bets licenciadas podem ter tal vínculo.
O projeto, no entanto, não se debruça sobre o patrocínio de casas de apostas a atletas da Seleção, por se tratarem de acordos pessoais dos jogadores. Ainda há espaço para que emendas ao texto original possam incluir esse segmento à lei, se aprovada.
Apresentada na quarta-feira, a medida aguarda despacho da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados e ainda pode passar por comissões temáticas. Caso o texto seja aprovado pelo plenário, ele então segue para análise do Senado Federal e, depois, sanção presidencial.
foto: (reprodução- Lahésio Bonfim e Eduardo Braide)
Na avaliação do Blog Repasse Informativo, a confirmação da aliança entre Eduardo Braide e Lahesio Bonfim representa um divisor de águas na política maranhense. Mais do que a união de dois nomes de grande expressão eleitoral, o acordo consolida um campo político capaz de disputar o protagonismo no estado e impõe um novo desafio aos grupos tradicionais.
A força dessa aliança não se limita à disputa pelo Governo do Estado. Seus efeitos se estendem diretamente à corrida pelo Senado, onde parlamentares que buscam a reeleição passam a enfrentar um cenário muito mais competitivo.
Na análise apresentada, Eliziane Gama está entre as principais afetadas pela nova configuração política. Após anos de desgaste e sucessivos reposicionamentos, sua caminhada rumo à reeleição tornou-se ainda mais desafiadora. A consolidação do bloco formado por Braide e Lahesio tende a reduzir seu espaço político e aumentar a dificuldade para reconstruir uma base eleitoral competitiva.
Weverton Rocha também passa a enfrentar um ambiente eleitoral mais complexo. Com a oposição fortalecida e mais organizada, a disputa pelo Senado ganha um novo nível de competitividade, exigindo dos atuais detentores de mandato estratégias diferentes das adotadas até agora.
O entendimento do blog é que a aliança entre Eduardo Braide e Lahesio Bonfim altera o eixo da sucessão estadual. O grupo oposicionista passa a reunir forte capital eleitoral e capacidade de mobilização em diversas regiões do Maranhão, tornando-se um adversário de peso para qualquer projeto governista.
Embora o resultado das eleições dependa da decisão do eleitor nas urnas, a avaliação é de que uma conclusão já pode ser tirada: após a união entre Braide e Lahesio, o tabuleiro político maranhense mudou, tornando a disputa de 2026 mais aberta, competitiva e imprevisível.
VEJA O VÍDEO DA UNIÃO EDUARDO BRAIDE E LAHÉSIO BONFIM
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), oficializou nesta terça-feira a indicação do deputado federal Aluisio Mendes (Republicanos-MA) para presidir a Comissão Especial que analisará a PEC da Redução da Maioridade Penal. A relatoria ficará a cargo do deputado Mendonça Filho (União-PE).
A escolha reforça o protagonismo de Aluisio Mendes nas principais pautas de segurança pública em discussão no Congresso Nacional. Nos últimos meses, o parlamentar presidiu a Comissão Especial da PEC 18 da Segurança Pública, conduzindo os trabalhos que culminaram na aprovação da proposta, considerada um dos mais importantes avanços legislativos na área.
O reconhecimento ao seu trabalho também se refletiu na relatoria da Medida Provisória nº 1.348/2026, que fortalece o Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-Fim da Polícia Federal (FUNAPOL). Sob a relatoria de Aluisio Mendes, a Câmara aprovou a proposta que amplia as fontes de financiamento do fundo, destinando parte da arrecadação das apostas esportivas (bets) à Polícia Federal, além de autorizar a utilização dos recursos para o auxílio-saúde dos servidores da instituição, uma reivindicação histórica da categoria.
Policial Federal há mais de 30 anos e uma das principais referências do Parlamento em temas ligados à segurança pública, Aluisio Mendes acumula papel de destaque na construção de propostas estruturantes para o setor. Agora, ao lado do relator Mendonça Filho, terá a missão de conduzir os debates de uma das matérias mais relevantes da atual legislatura: a PEC da Redução da Maioridade Penal, tema que há anos mobiliza o Congresso e a sociedade brasileira.
Tem pesquisa nova na área! O Blog Repasse Informativo traz, em primeira mão, os números do mais recente levantamento do instituto Real Time Big Data, divulgado na última quarta-feira (8/7).
A sondagem revela como a população enxerga a atual administração estadual e aponta que o governador Carlos Brandão (MDB) conta com a aprovação de 55% dos maranhenses. Por outro lado, 41% dos entrevistados declararam desaprovar a gestão.
Quando o eleitorado analisa o trabalho do governo de forma mais detalhada, o cenário mostra-se bastante equilibrado. Confira o raio-X da avaliação:
Ótimo ou Bom: 35%
Regular: 33%
Ruim ou Péssimo: 30%
Não sabem ou não responderam: 2%
Corrida eleitoral em foco
Além de medir a temperatura da atual gestão, o levantamento colocou uma verdadeira lupa sobre o futuro político do estado.
A pesquisa testou diferentes cenários para a disputa pelo Governo do Maranhão e para o Senado Federal, mapeando dados cruciais como o potencial de voto, as intenções de voto espontâneas e estimuladas, e os índices de rejeição dos principais pré-candidatos ao Palácio dos Leões.
Nota do Blog: O levantamento ouviu 1.600 eleitores entre os dias 6 e 7 de julho, possui margem de erro de dois pontos percentuais (para mais ou para menos) e foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código MA-04311/2026.
O Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA) publicou nesta terça-feira, 7, edital de concurso público para o provimento de vagas em cargos de nível superior e médio. Os candidatos disputarão quarenta vagas de imediato provimento, distribuídas nos cargos de Auditor Estadual de Controle Externo, Analista Estadual de Apoio ao Controle Externo e Técnico Estadual de Controle Externo. Além das vagas de imediato provimento, o edital prevê a formação de cadastro de reserva. A entidade responsável pelo processo seletivo é o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe).
As vagas oferecidas no edital estão dispostas nas seguintes especialidades e quantitativos: Analista Estadual de Apoio ao Controle Externo – Administração (4); Analista Estadual de Apoio ao Controle Externo – Contabilidade (2); Analista Estadual de Apoio ao Controle Externo – Direito (3); Analista Estadual de Apoio ao Controle Externo – Engenharia de Telecomunicações (1); Analista Estadual de Apoio ao Controle Externo – Engenharia Elétrica (1); Analista Estadual de Apoio ao Controle Externo – Engenharia Mecânica (1); Analista Estadual de Apoio ao Controle Externo – Estatística (1); Analista Estadual de Apoio ao Controle Externo – Medicina (1); Analista Estadual de Apoio ao Controle Externo – Psicologia (1); Analista Estadual de Apoio ao Controle Externo – Tecnologia da Informação (5).
Já o cargo de Auditor Estadual de Controle Externo, oferece as seguintes especialidades e quantitativos de vagas: Auditor Estadual de Controle Externo – Ciências Atuariais (1); Auditor Estadual de Controle Externo – Controle Externo (5); Auditor Estadual de Controle Externo – Engenharia (3); Auditor Estadual de Controle Externo – Medicina (2) e Auditor Estadual de Controle Externo – Tecnologia da Informação (4).
O cargo de Técnico Estadual de Controle Externo (Técnico-Administrativa), de nível médio, tem oferta de 5 vagas.
Os salários iniciais para os respectivos cargos são de R$ 20.112,20 para Auditor Estadual de Controle Externo; R$ 12.950,00 para Analista Estadual de Apoio ao Controle Externo e de R$ 11.061,72 para Técnico Estadual de Controle Externo.
As inscrições para o concurso público estarão abertas no período de 17 de julho a 21 de agosto, com a possibilidade de pagamento da taxa até o dia 15 de setembro. As inscrições serão feitas exclusivamente via internet, no endereço eletrônico http://www.cebraspe.org.br/concursos/tce_ma_26 Os valores estabelecidos para a inscrição são os seguintes, de acordo com os cargos: Auditor Estadual de Controle Externo (R$ 300,00); Analista Estadual de Apoio ao Controle Externo (R$ 250,00) e Técnico Estadual de Controle Externo (R$ 200,00).
As provas do concurso público do TCE, objetiva e discursiva, de caráter eliminatório e classificatório, serão realizadas nos dias 22 e 29 de novembro. No dia 22 serão realizadas as provas para o cargo de Analista Estadual de Apoio ao Controle Externo. Dia 29 será a vez das provas relativas aos cargos de Auditor Estadual de Controle Externo e Técnico Estadual de Controle Externo.
Estrutura das provas – A Prova Objetiva será formada por 100 questões, distribuídas em 40 de conhecimentos gerais e 60 de conhecimentos específicos. Cada questão contará com cinco opções de múltipla escolha e exigirá que o candidato indique apenas uma resposta correta. A aplicação terá duração total de 5 horas e ocorrerá no turno da manhã para todos os cargos.
A Prova Discursiva será aplicada no turno da tarde, a composição e o formato da prova discursiva serão divididos conforme o cargo pretendido: Auditor e Analista: consistirá na redação de uma peça de natureza técnica (até 60 linhas) e em duas questões discursivas (até 30 linhas cada) sobre situações-problema pertinentes à especialidade escolhida. A duração desta fase será de 4 horas.
Técnico: consistirá na elaboração de uma dissertação sobre temas de atualidades (até 30 linhas) e na resolução de duas questões discursivas com base em conhecimentos específicos do cargo (até 30 linhas cada). O tempo de aplicação será de 3 horas.
Policia Federal buscou armas e munições na casa do ex-presidente
Alexandre de Moraes Foto: Gustavo Moreno / STF
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou a realização de uma operação de busca e apreensão na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em Brasília, nesta quarta-feira (8), sem solicitar manifestação prévia da Procuradoria-Geral da República (PGR). Ao contrário de outras decisões envolvendo o ex-chefe do Executivo, desta vez o Ministério Público Federal (MPF) não foi consultado antes da expedição do mandado.
Integrantes próximos a Moraes no STF afirmam que a consulta não era necessária, sob o argumento de que a prisão domiciliar humanitária segue as mesmas regras aplicáveis à prisão comum.
Segundo esse entendimento, a Lei de Execução Penal atribuiria ao juiz da execução a responsabilidade de fiscalizar o cumprimento das condições impostas ao preso e de adotar as medidas necessárias para garantir a execução das decisões judiciais. Em sua decisão, Moraes citou o artigo 66 da Lei nº 7.210/1984 para fundamentar sua competência.
A PGR só foi comunicada após a conclusão da operação.
O mandado autorizava a apreensão de armas, munições, acessórios, documentos de registro e outros materiais que pudessem ter relação com a investigação.
No entanto, de acordo com a defesa de Bolsonaro e com a própria Polícia Federal, nenhum desses itens foi localizado durante as buscas. O ministro justificou a diligência afirmando que havia informações divergentes sobre a quantidade de armas registradas em nome do ex-presidente.