Repasse Informativo | Marcos Monteiro - Repasse Informativo Caxas-MA, O Blog do Marcos Monteiro.

“A quem interessa que a palavra de um bandido ganhe visibilidade?”, questiona Iracema Vale

A presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Iracema Vale (MDB), reagiu nesta quarta-feira (19) às acusações feitas pelo assassino confesso Gilbson Cutrim, que citou a parlamentar ao tratar da morte do agiota conhecido como Pacovan. Iracema negou qualquer envolvimento com o crime e afirmou nunca ter mantido relação com a vítima.

 

 

 

 

“Um assassino confesso, que responde a várias acusações de homicídio, vem a público e me acusa de ter contribuído para a morte de uma pessoa com quem nunca tive qualquer relação. E é exatamente por isso que essa denúncia não me assusta, ela me enoja”, declarou a presidente do parlamento estadual maranhense.

 

 

 

 

Iracema também questionou a repercussão dada às declarações de Gilbson e sugeriu motivação política por trás das acusações. “A quem interessa essa denúncia? A quem interessa que a palavra de um bandido ganhe visibilidade? A quem interessa destruir reputações por meio de mentiras de um assassino?”, perguntou.

 

 

 

 

Para a deputada, o momento em que as acusações surgem, durante o período eleitoral, reforça suas suspeitas de uma ação politicamente orquestrada, classificando ainda o episódio como “a maior violência política que uma mulher poderia sofrer”.

‘Quero 100 milhões este ano’: Mensagem de sócia de Lulinha vaza com deboche: ‘Sou modesta’

Relatório da PF descreve esquema de corrupção e tráfico de influência

Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha e intermediária na relação com o Careca do INSS. (Foto: Reprodução/Instagram/Acervo Pessoal).

A lobista Roberta Luchsinger deixou registrado em mensagens recuperadas pela Polícia Federal sua meta explícita: faturar, só ela, R$100 milhões em um único ano (2024). “Eu quero 100 milhões esse ano”, escreveu ela. Questionada se estava desmotivada, respondeu: “Sou modesta”. O trecho integra o inquérito sigiloso da PF a que a revista Veja teve acesso e que investiga suspeitas de tráfico de influência e corrupção envolvendo Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha), filho de Lula (PT), a própria Roberta, o empresário Fernando Bittar (amigo e antigo sócio de Lulinha) e outros.

Screenshot

 

 

Segundo o relatório policial, os elementos probatórios revelam “a existência de um núcleo de atuação permanente e coordenada composto por Roberta Moreira Luchsinger, Fabio Luis Lula da Silva e Fernando Bittar, voltado à interlocução de interesses privados perante agentes e órgãos da Administração Pública Federal”. Lulinha aparece como figura de elevada relevância e “beneficiário indireto” das articulações, embora adotasse postura de menor exposição. As mensagens dele, todas apagadas, só foram recuperadas com software especial da PF.

 

 

 

 

A “sociedade” e o grupo “Musaranhos”

 

 

 

 

Roberta descrevia a relação com precisão. Em conversa com um empresário em 2024, afirmou: “Fui das poucas pessoas q o Lula chamou e perguntou: escolhe onde vc quer ficar. (…) Eu disse: aonde eu tô. Na minha sociedade com Fábio e Fernando. (…) Tô em cargo nenhum e ando onde quero”. Em outro diálogo: “Fefe (Fernando Bittar), Fábio e eu somos uma coisa só. Se um fala vai, tds (todos) vão. A gente é mesmo irmão”. E sobre o papel do filho do presidente: “Fábio não faz nada. Ele só entra em campo qdo (quando) precisa. Tem q se preservar”.

 

 

 

O trio mantinha um grupo de WhatsApp batizado “Musaranhos” (mamífero parecido com rato) para discutir negócios com o governo. Lulinha e Bittar eram os “Musos”; Roberta, a “Musa”.

 

 

 

 

Canabidiol, Ministério da Saúde e “costura política”

 

 

 

 

Um dos principais alvos era a regulamentação do canabidiol e um possível contrato bilionário (superior a R$ 1 bilhão) no Ministério da Saúde com empresa ligada a Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”. Roberta, contratada como consultora dele, explicava o método: “Eu trabalho a política via Palácio. Eu sou boa de costura política”.Em 23 de janeiro de 2025, escreveu: “Ontem eu disse para Fábio: Antonio tá pressionando e acho bom vc se mexer”. Para abrir portas, o então chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro (Marcola), marcou reunião de Roberta com Swedenberger Barbosa (Berge), então secretário-executivo da Saúde — só após interferência de Lulinha. Em 6 de março de 2024, Roberta avisou: “Pousei. Vou lá no Berge”. Lulinha respondeu: “Que ótimo. Vai com tudo. Manda bjo (beijo) pro Berge e fala que não fui pq vc não chamou”. Ela reforçou: “Precisamos 100% do Berger”. Após o encontro, Marcola recebeu a minuta de documento que liberava a produção de medicamentos à base de canabidiol. No mesmo período, Roberta pagou contas pessoais de Marcola (cerca de R$ 217 mil entre fevereiro e novembro de 2024, incluindo cartão, boletos, financiamento de carro e joias de diamantes).

 

 

 

 

Outros tentáculos, dinheiro vivo e finanças de Lulinha

 

 

 

 

As mensagens mostram atuação também na Dataprev. Roberta perguntou a um empresário: “Ta indo tudo ok na Dataprev ou preciso apertar Gabas?” (referência a Carlos Gabas). Na Telebras, ela reclamou a Lulinha que Kalil Bittar (irmão de Fernando) estaria “vendendo vc e a grande influência dele p (para) o presidente da Telebras. Quase fechando um negócio gigante”. Lulinha orientou desmentir. Dinheiro circulava em espécie. Roberta dava instruções ao motorista para entregas de malas com dinheiro vivo a destinatários, incluindo Fernando Bittar. Sobre uma viagem à África (custeada por ela, a US$ 20 mil por pessoa), Lulinha perguntou: “A gente tem grana pra bancar essas coisas?” e acrescentou: “Vc que cuida das minhas finanças”. Em outro momento, animado com perspectiva de lucro, escreveu: “coisa boa paporra”. A PF suspeita que pagamentos recebidos pela empresa de consultoria de Roberta (RL Consultoria) tinham Lulinha como destino final. O próprio Careca do INSS se referiu a destinatário de valores como “o filho do Rapaz”.

 

 

 

Havia interesse em abrir empresas e contas no exterior, em locais de difícil rastreamento. Em janeiro de 2025, Roberta escreveu que precisava destravar negócios porque “As coisas irão acontecer pq eu tenho q tirar o Fábio e família do país até junho”. Lulinha de fato se mudou para Madri. Em outra mensagem, ela resumiu o risco: “Ou a gente vai ficar milionário ou vamos nos f… grande”.

 

 

 

 

O inquérito aponta indícios de corrupção e tráfico de influência. Lulinha, por meio de advogado, nega envolvimento com negócios da administração pública e fala em “peso do sobrenome”. Roberta e os demais seguem investigados.

Com Informações: https://diariodopoder.com.br

Caxias celebra suas raízes com o 2º Festival de Cultura Popular neste final de semana

Evento gratuito realizado pelo CEFOL acontece entre os dias 21 e 23 de agosto, reunindo Bumba Meu Boi, quadrilhas, tambor de crioula, homenagens a mestres locais e extensa programação cultural.

 

 

 

 

A cidade de Caxias se prepara para mergulhar em suas tradições e celebrar a rica diversidade de sua cultura popular. Nos dias 21, 22 e 23 de agosto de 2026, o município sediará o 2º Festival de Cultura Popular de Caxias, promovido pelo Centro de Folclore e Arte Popular de Caxias (CEFOL).

 

 

 

 

O evento será realizado na sede da própria instituição, localizada na Rua São Pedro, nº 40, no Centro, espaço histórico que abrigava a antiga usina ferroviária da cidade. Com início marcado diariamente para as 19h, a programação é totalmente aberta ao público.

 

 

 

 

Com o objetivo de promover a estima, a preservação e o reconhecimento das expressões tradicionais da região, o festival estendeu sua duração para três noites de imersão cultural (diferente do formato inicial previsto), reunindo apresentações de dança, música tradicional, manifestações folclóricas e homenagens a grandes nomes da história caxiense.

 

 

 

 

Homenagem aos Mestres da Cultura

Um dos pontos altos do evento será o momento de celebração e reconhecimento aos pilares da cultura local. O festival prestará homenagem pública a importantes mestres e mestras da região:

 

 

  • Sibite

  • Luís Domingos

  • Zumbi

  • Antônia

  • Jaime

 

 

Programação Completa

 

 

 

 

Confira as atrações que se apresentarão a partir das 19h em cada dia de festival:

 

 

 

 

Sexta-feira (21 de agosto)

 

 

 

  • Festejo do Divino do Antenor Viana

  • Quadrilha Os Pimentinhas

  • Tambor Menino Deus

  • Quadrilha Tamarineiro do Cangaço

  • Quadrilha Estrela Junina

  • Bloco EkipaÍs

  • Guerreiros do Quilombo

  • Reisado Encanto da Terra

  • Dança do Lili

  • Junina Filhos do Sertão

  • Boi Brilho da Princesa

Sábado (22 de agosto)

 

 

 

 

  • Dança das Marias Babaçu

  • Carimbó Flor do Mar

  • Tambor do Quilombo

  • Quadrilha Saca Tampa

  • Quadrilha Cywcupyra

  • Reisado Nazaré do Bruno

  • Boi Brilho da Noite

  • Quadrilha Taca Sal

  • Bloco Canavial

  • Cacuriá da Dona Roxinha

  • Boi LÍrio de São Francisco

  • Escola de Samba Malucos por Samba

  • Junina Zé da Roça

  • Boi Canário Verde

  • Quadrilha Sai de Baixo

Domingo (23 de agosto)

 

 

 

 

  • Reisado Encanto dos Cocais

  • Escola de Samba Flor Cheirosa

  • Tambor de São Benedito

  • Bloco Boca Livre

  • Quadrilha Pinga Fogo

  • Tribo Maculelê

  • Boi Encanto de Caxias

  • Banda Balaiada

  • Quadrilha Brilho da Noite

  • Boi Mimo da Fazenda

  • Quadrilha Amor Junino

  • Boi Brilho da Alegria

  • Quadrilha Brilho do Sertão

Apoio e Realização

 

 

 

 

 

O 2º Festival de Cultura Popular de Caxias é uma realização do CEFOL (Centro de Folclore e Arte Popular de Caxias), em conjunto com o Governo do Estado do Maranhão (por meio da SECMA – Secretaria de Estado da Cultura), a Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura e o Ministério da Cultura / Governo Federal, contando ainda com o apoio do Sesc.

Com Informações: https://lestenews.com.br

Matador do Caso Tech Office incendeia a cena política com vídeo bombástico

Orleans Brandão reagiu com firmeza e serenidade; Iracema Vale externou forte indignação

 

 

O terremoto que está estremecendo as bases da política maranhense, causado pelos impactantes desdobramentos do Caso Tech Office, e ameaçando desestabilizar o cenário da corrida às urnas, avança para tornar perigosamente tensa a campanha eleitoral, que já está nas ruas, nas salas de estar, nas escolas, nos escritórios, nos gabinetes, nas mesas de bar e nas redes sociais. Ontem, enquanto o Supremo Tribunal Federal sorteava o ministro Dias Toffoli para relatar as ações por meio das quais o governador Carlos Brandão (MDB) tenta suspender a tramitação do processo, tirar o ministro Flávio Dino da relatoria e devolver o pacote ao Superior Tribunal de Justiça, Gilbson Cutrim Jr., matador de João Bosco Sobrinho, disparou nas redes sociais um vídeo em que ataca duramente o governador Carlos Brandão, seus irmãos e o sobrinho Orleans Brandão, candidato do MDB ao Governo do Estado, e o presidente afastado do TCE, Daniel Brandão, além de auxiliares, como o ex-secretário Raimundo Cutrim. No vídeo, Gilbson Cutrim Jr. faz acusações graves à presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale (MDB), e ao procurador geral da Justiça, Danilo Castro, ampliando o raio de alcance das suas ácidas declarações.

 

 

 

Esse ambiente de tensão levou o comedido candidato do MDB a governador, Orleans Brandão, a deixar de lado o discurso de campanha e entrar no confronto e rebater os ataques de Gilbson Cutrim Jr.. Ele declarou apoio ao seus familiares, a começar pelo governador Carlos Brandão (MDB), anunciando que escolheu “lutar”. O emedebista classificou de “inverdades” as acusações que pesam contra seus familiares no Caso Tech Office, afirmando também que sua família é honrada. Segundo ele, em 35 anos de vida pública, a família Brandão não teve “qualquer caso de corrupção ou qualquer problema com a Justiça”. Assinalou que a tensa situação se deve ao fato de o governador Carlos Brandão haver decidido permanecer no Governo e lançar a sua candidatura à sucessão dele. “O governador Brandão tinha uma eleição quase certa para o Senado Federal, mas escolheu ficar na cadeira”, para acrescentar: “Isso está acontecendo porque nós não cedemos, nós escolhemos lutar, eu escolhi lutar”.

 

 

 

Acusada por Gilbson Cutrim Jr. de envolvimento em desvios de recursos e na trama que resultou no assassinato do agiota Pacovan, a presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale, reagiu, em vídeo, com indignação, questionou a credibilidade de “um assassino confesso” e disse que tem uma vida limpa e honrada. Afirmou que a denúncia a enoja, e fez uma série de questionamentos: “O que está acontecendo, porque é muito grave: um assassino, que cumpre pena, chega às redes sociais e, de repente, tenta atingir, de forma leviana, as principais autoridades do estado. Então eu pergunto, e essa é a pergunta que todo maranhense deveria fazer: A quem interessa essa denúncia? A quem interessa que a palavra de um bandido ganhe visibilidade? A quem interessa destruir reputações por meio de mentiras de um assassino? A quem interessa que o Maranhão se transforme em um palco de um espetáculo em que acusações absurdas valham mais do que a verdade? E porque que isso acontece justamente no período eleitoral? Por que agora? Por que a palavra de um criminoso passa a valer tanto quanto pode servir de arma política em época de eleição?”

 

 

 

O fato é que, se já estava sofrendo desvios com os desdobramentos do Caso Tech Office, a corrida eleitoral no Maranhão pareceu encontrar-se sob o grave risco de ser contaminada irreversivelmente, pois o debate sobre os problemas do Maranhão foi substituído por um intenso bate-rebate sobre um crime supostamente motivado por corrupção. E nesse cenário, o governador do Estado, a presidente da Assembleia Legislativa e o procurador geral da Justiça se veem obrigados a deixar suas obrigações para responder os ataques de um sujeito que nada tem a perder, mas que na sua fala pareceu disposto a ir mais além.

Com Informações: https://reportertempo.com.br

Dupla de peso: Aluísio Mendes e Lahesio Bonfim oficializam aliança que promete sacudir o cenário político no Maranhão

A união política entre o deputado federal Aluísio Mendes (Republicanos) e o candidato ao Senado Lahesio Bonfim (Novo) ganha um novo e importante capítulo na disputa eleitoral do Maranhão. Ambos os líderes compartilham de uma forte ideologia de direita e de um apelo popular incontestável, elementos que, somados, têm o potencial de fazer muita diferença pelo futuro do estado.

Durante o cumprimento da agenda, os dois gravaram um vídeo conjunto para anunciar formalmente a aliança política, marcando a entrada definitiva do parlamentar na campanha. “Onde tiver Lahesio Bonfim, terá Aluísio Mendes”, declarou o ex-prefeito na gravação, reforçando a sintonia e a lealdade da parceria nesta caminhada rumo ao Senado.

Essa proximidade não é de hoje e carrega um histórico de peso. Aluísio presidia o extinto PSC quando Lahesio foi candidato ao Governo do Estado, em 2022, ocasião em que o ex-prefeito surpreendeu o cenário político ao conquistar a segunda colocação nas urnas. O reencontro e o fortalecimento dessa dupla consolidam agora uma força competitiva, carismática e totalmente alinhada com as principais demandas do povo maranhense.

PF afirma que crime apontado por Alexandre de Moraes contra jornalista não existe; veja vídeo

foto: (reprodução)

 

 

 

Por: Bruno Solis

 

Relatório da Polícia Federal não encontrou indícios de perseguição praticada por Luís Pablo contra Flávio Dino nem elementos suficientes para comprovar que o jornalista tenha recebido dinheiro para publicar reportagens contra o ministro

 

 

Um relatório de inteligência da Polícia Federal (PF) contraria as suspeitas levantadas contra o jornalista maranhense Luís Pablo no caso envolvendo o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o documento, não foram encontrados indícios de que o jornalista tenha praticado perseguição contra Dino, crime que havia sido apontado no âmbito da investigação conduzida sob decisão do ministro Alexandre de Moraes. 

 

 

As conclusões foram reveladas pela jornalista Malu Gaspar, de O Globo, e repercutidas pela GloboNews.

 

 

 

O relatório policial também não encontrou elementos suficientes para comprovar outra suspeita levantada contra Luís Pablo: a de que ele teria recebido pagamentos para publicar reportagens negativas sobre Flávio Dino.

 

 

 

Na prática, a apuração da própria Polícia Federal não confirmou as acusações que colocaram a atuação do jornalista sob suspeita.

 

 

 

PF: NÃO HÁ INDÍCIOS DE PERSEGUIÇÃO

 

 

 

Um dos pontos centrais do relatório diz respeito justamente à acusação de perseguição.

 

 

 

De acordo com as informações divulgadas, a PF afirmou não ter encontrado indícios de que Luís Pablo tenha praticado perseguição contra Flávio Dino. A atuação do profissional, segundo a análise policial, estaria protegida pelo direito à liberdade de imprensa.

 

 

 

A conclusão é particularmente relevante porque estabelece uma diferença entre as suspeitas que justificaram o avanço da investigação e aquilo que foi efetivamente encontrado pela Polícia Federal ao analisar a conduta do jornalista.

 

 

 

O órgão policial também examinou a hipótese de que Luís Pablo teria sido remunerado para produzir conteúdo contra Dino. Mais uma vez, a investigação não conseguiu comprovar a acusação.

 

 

 

Segundo o relatório, não é possível afirmar com o grau de certeza necessário que o jornalista tenha recebido dinheiro para publicar as reportagens.

 

 

 

REPORTAGENS QUESTIONAVAM USO DE CARRO OFICIAL

 

 

 

O caso teve origem após a publicação de reportagens envolvendo Flávio Dino e o uso de um veículo oficial do Tribunal de Justiça do Maranhão.

 

 

 

A partir das informações publicadas, passaram a ser investigadas a origem dos dados obtidos pelo jornalista, uma possível violação de sigilo funcional e as suspeitas relacionadas à atuação de Luís Pablo. 

 

 

 

Entretanto, ao analisar especificamente a conduta do jornalista, a Polícia Federal não encontrou elementos capazes de sustentar que a publicação das informações configurasse perseguição criminosa contra Dino.

 

 

 

Também não foram encontrados elementos suficientes para sustentar que o conteúdo jornalístico tivesse sido produzido mediante pagamento.

 

 

 

MESMO COM RELATÓRIO DA PF, MORAES AUTORIZOU BUSCA E APREENSÃO

 

 

 

Apesar das conclusões da Polícia Federal sobre a conduta de Luís Pablo, Alexandre de Moraes considerou que existiam elementos que justificavam o prosseguimento das diligências e autorizou medidas de busca e apreensão no âmbito do caso.

 

 

 

Segundo as informações divulgadas, a medida atingiu a fonte relacionada às reportagens publicadas pelo jornalista.

 

 

 

É justamente nesse ponto que o relatório da PF ganha maior relevância: enquanto suspeitas de atuação criminosa haviam sido levantadas contra o profissional, a apuração policial não encontrou indícios de perseguição praticada por Luís Pablo nem conseguiu comprovar que ele tivesse recebido pagamentos pelas publicações.

 

 

 

A investigação passou, então, a direcionar sua principal suspeita criminal para a origem das informações entregues ao jornalista e para uma eventual violação de sigilo funcional por parte da fonte. 

LIBERDADE DE IMPRENSA E SIGILO DA FONTE ENTRAM NO CENTRO DO CASO

 

 

 

As conclusões da Polícia Federal também ampliam uma discussão que ultrapassa o episódio envolvendo Luís Pablo: os limites de uma investigação estatal quando ela alcança a atividade jornalística e a identidade de suas fontes.

 

 

 

A Constituição Federal protege expressamente o sigilo da fonte quando necessário ao exercício profissional. A garantia existe justamente para permitir que jornalistas tenham acesso a informações de interesse público sem que suas fontes fiquem automaticamente expostas à identificação pelo Estado.

 

 

 

No caso de Luís Pablo, o contraste tornou-se ainda mais evidente depois da divulgação do relatório policial.

 

 

 

A PF não encontrou indícios de que o jornalista tenha perseguido Flávio Dino, não conseguiu comprovar que ele tenha recebido dinheiro para publicar reportagens contra o ministro e enquadrou sua atuação no campo da liberdade de imprensa.

 

 

 

Ainda assim, o caso avançou com medidas de busca e apreensão autorizadas por Alexandre de Moraes e alcançou a fonte das informações.

 

 

 

O relatório da Polícia Federal coloca, assim, uma questão central sobre a investigação: a suspeita de crime levantada contra o jornalista não encontrou sustentação nos elementos analisados pelo próprio órgão policial responsável pela apuração. 

Com Informações: https://www.folhadoestado.com.br

Série Os Intocáveis ironiza ato de Moraes contra fonte jornalística

Série Os Intocáveis ironiza ato de Moraes contra fonte jornalística

Série Os Intocáveis Fotos: Frames de vídeo / Instagram

O candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) publicou, nesta quarta-feira (19), o décimo episódio da série Os Intocáveis, que usa humor e sátiras para denunciar privilégios, irregularidades e supostos abusos envolvendo figuras políticas brasileiras. No novo vídeo, o presidenciável aborda a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de deflagrar operação policial contra a fonte jornalística responsável por revelar que a família do ministro Flávio Dino teria feito uso pessoal de carros oficiais.

O roteiro tem início com um diálogo entre bonecos gerados por inteligência artificial representando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Dino. Na peça, o ministro aparece com um vazamento em casa e recebe uma indicação do petista para solucionar o problema.

 

Ao ligar para o número sugerido pelo chefe do Executivo, Dino entra em contato com Moraes, que aparece tatuando o nome do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master investigado por fraudes financeiras bilionárias.

 

– Você com a PF [Polícia Federal] pegou o celular de jornalista, pegou lá também o nome da fonte, e a denúncia para isso acontecer quem assinou fui eu. E a fonte se f****. Digníssimo. Eu sei que não pega bem um ministro ajudando no caso do outro – declara o personagem de Dino.

 

– O nome disso é brotheragem, digníssimo. Ninguém mexe com meu rocambole – responde “Moraes”.

 

– Digníssimo, você acaba de entrar no meu livro de memórias – complementa “Dino”.

 

O episódio inclui ainda a representação da jornalista Malu Gaspar defendendo a preservação do sigilo da fonte.

 

– Se isso aqui fosse uma democracia, ela até que teria um ponto – retruca “Moraes”.

 

A peça finaliza fazendo propaganda de um aplicativo fictício chamado Only STF Fans, destinado a anular sentenças, conceder habeas corpus e livrar familiares de autoridades que estejam sendo investigados.

 

– Serviço indisponível para cidadão comum. Assinatura sujeita a sigilo de cem anos. Em caso de repercussão, procure imediatamente o seu ministro de confiança. Cancelamento somente por decisão monocrática – ironiza o vídeo.

 

Assista ao episódio completo a seguir:

 

ENTENDA

Moraes autorizou no último dia 11 uma operação de busca e apreensão contra Raimundo Cutrim, ex-secretário de Segurança do Maranhão, após a Polícia Federal (PF) apontá-lo como a principal fonte do jornalista independente Luís Pablo em reportagens publicadas no fim do ano passado.

 

As matérias em questão revelaram que a família do ministro Flávio Dino usava carros do Tribunal de Justiça do Maranhão e que até mesmo o combustível dos veículos era pago com verbas públicas locais.

 

Luís Pablo foi acusado de perseguição e incluído no inquérito das fake news. Ele se pronunciou no dia 12, após a decisão de Moraes contra Raimundo Cutrim. Em vídeo nas redes sociais, o jornalista destacou que o foco da investigação deveria estar nas informações que ele revelou, e não em quem as levou até ele.

Com Informações: https://pleno.news

O Céu Abre as Cortinas: O Brasil Chora a Perda de Laura Cardoso e Glória Menezes

foto: (reprodução)

 

O dia de ontem vai entrar para a história da cultura nacional como um dos mais dolorosos de todos os tempos. Em um intervalo de poucas horas, a teledramaturgia brasileira perdeu duas de suas maiores fundações, deixando o país em um estado de luto profundo e absoluto silêncio.

foto: (reprodução) Laura Cardoso e família 

 

A partida da lendária Laura Cardoso, aos 98 anos, e da eterna diva Glória Menezes, aos 91 anos, encerra uma era de ouro. Elas não eram apenas atrizes; eram parte do cotidiano, da identidade e da memória afetiva de milhões de lares brasileiros que, durante décadas, sorriram e choraram através de seus talentos.

 

 

 

O Reencontro dos Gigantes na Eternidade

Hugo Motta lamenta morte das atrizes Laura Cardoso e Glória ...

fotos: Laura Cardoso e Glória Menzes

 

Embora a dor da despedida aperte o coração do público, há um conforto poético que acalenta nossa alma ao olharmos para o céu. É impossível não imaginar que, neste exato momento, as cortinas do infinito estão se abrindo para a maior produção já vista no universo.

 

 

Na antiga imagem , duas Deusas da Teledramaturgia brasileira ...

foto: (reprodução) Glória e Laura

 

Glória Menezes finalmente caminha ao encontro do grande amor de sua vida, Tarcísio Meira, para reviver o casal mais emblemático da nossa história. Ao mesmo tempo, ela e Laura Cardoso são recebidas sob aplausos de pé por uma constelação de gigantes que partiram antes delas. Uma nova e divina novela começa a ser escrita no céu, onde os palcos são eternos e o talento nunca se apaga.

 

 

 

Duas Trajetórias Que Marcaram Gerações

 

 

A conexão entre Laura e Glória vai muito além do dia de suas partidas. Elas foram pioneiras, começando na TV Tupi e construindo impérios de emoção na TV Globo. Juntas, dividiram telas em momentos inesquecíveis:

 

 

 

  • Rainha da Sucata (1990): Onde Glória brilhou como a elegante Laurinha Figueroa e Laura deu vida à marcante Neiva.

 

 

  • Senhora do Destino (2004): Um marco do horário nobre onde o público pôde testemunhar o encontro dessas duas potências.

 

 

    • Uma Vida de Sucessos: Vilãs, mocinhas, mães e avós em clássicos como Mulheres de Areia, Irmãos Coragem, A Viagem e Guerra dos Sexos.

 

 

O espetáculo terreno dessas duas divas chegou ao fim, mas os aplausos do povo brasileiro ecoarão para sempre. Obrigado, Laura. Obrigado, Glória. Suas luzes jamais se apagarão.

 

 

 

Duas Vidas Dedicadas à Arte: Conheça a Trajetória Dessas Divas

 

 

 

Para entender a magnitude da perda que o Brasil sofre hoje, precisamos relembrar os passos dessas duas mulheres que ajudaram a inventar a televisão brasileira.

 

 

 

Laura Cardoso: A Força da Natureza Realista

 

Laura Cardoso em "Sol Nascente"

foto: (reprodução) 

 

 

 

Nascida na década de 1920, Laura Cardoso foi uma verdadeira operária da arte. Começou sua carreira no rádio antes mesmo da televisão existir no Brasil. Quando a TV Tupi foi inaugurada, ela estava lá, tornando-se uma das pioneiras do formato.

 

 

 

  • Marca registrada: Conhecida por sua intensidade visceral, Laura tinha o poder de transformar pequenos papéis em protagonistas absolutos. Ela nunca se aposentou, defendendo que o ator deve trabalhar enquanto tiver forças.

 

Morre a atriz Laura Cardoso aos 98 anos

foto: (reprodução) 

 

  • Personagens imortais: A sofrida Isaura de Mulheres de Areia (1993), a divertida Guiomar de A Viagem (1994) e a marcante Soraya de Como Uma Onda (2004). Laura era a avó e a mãe que todo brasileiro sentia que tinha.

 

 

 

Glória Menezes: A Elegância e o Romance Eterno

GLÓRIA MENEZES | o MIS lamenta também outra grande perda do ...

foto: Tarcísio Meira  e Glória Menezes

 

Glória Menezes deu vida à sofisticação e ao romantismo na TV brasileira. Sua estreia na primeira telenovela diária do país (2-5499 Ocupado, em 1963) mudou não apenas a sua vida, mas os rumos do entretenimento nacional. Foi ali que ela formou par com Tarcísio Meira, iniciando o casamento mais famoso e amado do Brasil.

 

 

 

  • Marca registrada: Glória transitava com uma facilidade impressionante entre o drama mais profundo e a comédia refinada. Sua presença em cena impunha respeito, elegância e uma enorme carga de empatia.

 

 

 

  • Personagens imortais: A revolucionária Ana Preta de Pai Herói (1979), a inesquecível Rose em Irmãos Coragem (1970) e a vilã aristocrática Laurinha Figueroa em Rainha da Sucata (1990).


Pedro Júnior — uma história de família, raízes e compromisso com o Maranhão

Antes de falar de Pedro Júnior, é preciso falar de suas raízes.

 

A história de sua família está profundamente ligada ao Maranhão. Tanto pelo lado paterno quanto pelo materno, Pedro Júnior tem raízes em Codó e Caxias, carregando consigo uma história familiar construída por gerações.

 

 

 

Entre essas raízes está a história de seu bisavô Antônio Pereira Lopes, está ligado à fundação de Santo Antônio dos Lopes, uma referência que ajuda a mostrar a dimensão da trajetória de sua família e sua ligação histórica com diferentes regiões do Maranhão.

 

 

 

Mas é em Caxias, especialmente nos Três Corações, que uma parte muito importante dessa história ganha vida.

 

 

 

Seu pai, Seu Pedrinho, foi um dos primeiros comerciantes dos Três Corações. Homem honrado, trabalhador, simples e conhecido por ser um homem de palavra, conquistou ao longo dos anos o respeito, a amizade e o carinho de muitas pessoas da comunidade.

 

 

 

Seu Pedrinho não construiu apenas um comércio. Construiu relações, confiança e uma história de vida baseada no trabalho e no respeito ao próximo.

 

 

 

Foi nesse ambiente que Pedro Júnior cresceu. Desde menino, acompanhou o exemplo do pai e aprendeu valores que levaria para toda a vida: que a palavra tem valor, que o trabalho dignifica e que tratar as pessoas com respeito é uma das maiores riquezas que alguém pode construir.

 

 

 

Essa herança familiar caminhou junto com sua formação. Pedro Júnior é professor, jornalista, comunicador e formado em Direito, com mestrado em Comunicação e pós-graduação em Educação. Uma trajetória construída pelo estudo, pelo trabalho e pela vontade de contribuir com a sociedade.

 

 

 

Agora, pela primeira vez, Pedro Júnior coloca seu nome à disposição da população como candidato a deputado estadual pelo Republicanos.

 

 

 

Conhecido também como PJ, ele apresenta seu nome para representar Caxias e todo o Maranhão na Assembleia Legislativa, com o número 10001.

 

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Sua candidatura representa o encontro de duas coisas importantes: uma história familiar que atravessa gerações e um desejo de construir novos caminhos para o futuro.

 

 

 

De Codó a Caxias, passando pela história de Santo Antônio dos Lopes e chegando aos Três Corações, existe uma família que ajudou a construir parte da história do Maranhão.

 

 

 

E Pedro Júnior leva essa história consigo.

 

 

 

Porque algumas heranças não estão em bens materiais. Estão nos exemplos, nas raízes, na memória e nos valores que passam de geração em geração. A herança de Seu Pedrinho é a honra, a palavra e o respeito pelas pessoas. E é essa história que Pedro Júnior, o PJ, leva agora para um novo desafio.

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Pedro Júnior — PJ 10001.
Candidato a deputado estadual pelo Republicanos.

 

Pela primeira vez, colocando sua história e seu trabalho a serviço do Maranhão.

BRASIL URGENTE: Yglésio quer levar Dino à Comissão Interamericana de Direitos Humanos

O deputado estadual Yglésio Moyses (PRD) anunciou nesta terça-feira (18) que pretende acionar a Comissão Interamericana de Direitos Humanos para questionar a atuação do ministro Flávio Dino. Segundo o parlamentar, o órgão pode ser provocado por qualquer cidadão diante de possíveis violações de direitos, falhas no devido processo legal ou impossibilidade de reverter uma decisão.

 

 

 

“Então nós vamos acionar a Comissão Interamericana para que ela se manifeste em relação ao que está acontecendo no Supremo Tribunal Federal”, declarou. Yglésio também afirmou que pretende dar repercussão internacional ao que atribui ao ministro maranhense.

Ao comparar o cenário político do Maranhão à Venezuela, o deputado citou casos analisados pelo sistema interamericano. “A comissão há de levar para a corte, como fez na Venezuela, e levar da mesma forma a condenação desse estado de coisas inconstitucionais e antirregimentais que existem no Maranhão, no Brasil. Não podemos aceitar que o Maranhão seja a Venezuela do Brasil”, afirmou.