Reta final da disputa traz mudanças nas regras para campanhas, pesquisas e eleitores
Título de eleitor e urna eletrônica (Foto: Reprodução)
Faltam nove dias para o primeiro turno das Eleições 2026, e a campanha entra em uma sequência de datas que alteram as regras para candidatos, partidos e eleitores. Entre os principais marcos estão o fim do prazo para registrar pesquisas que poderão ser divulgadas no dia da votação, a restrição à prisão de eleitores e o encerramento da propaganda eleitoral no rádio, na televisão e de algumas modalidades de campanha.
O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, das 8h às 17h, no horário de Brasília. Até lá, candidatos ainda podem realizar atividades de campanha, enquanto a Justiça Eleitoral passa a adotar regras específicas para os últimos dias antes da votação.
Pesquisas têm prazo específico
Na próxima segunda-feira (28), termina o prazo para registrar no Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle) levantamentos realizados antes da eleição que tenham a intenção de ser divulgados no próprio dia da votação.
O registro é uma exigência para a divulgação desses levantamentos no dia da eleição. Pesquisas feitas posteriormente continuam sujeitas às regras próprias de registro e divulgação previstas pela Justiça Eleitoral.
Eleitor não poderá ser preso a partir do dia 29
Na terça-feira (29), cinco dias antes do primeiro turno, começa a restrição à prisão ou detenção de eleitores. A regra permanece até 6 de outubro e tem exceções previstas no Código Eleitoral, como flagrante delito, sentença criminal condenatória por crime inafiançável e desrespeito a salvo-conduto.
Para candidatos, a proteção já está em vigor desde 19 de setembro. Desde então, candidatos não podem ser presos ou detidos, salvo em caso de flagrante delito. A mesma restrição alcança mesários e fiscais de partidos, nas condições previstas pela legislação.
Últimos dias de propaganda
A campanha também começa a perder algumas de suas ferramentas na reta final. O horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão termina em 1º de outubro, três dias antes da votação. Na mesma data, termina o período para realização de comícios e uso de aparelhagem de sonorização fixa, observadas as regras específicas para o encerramento da campanha.
Na internet, a circulação paga ou impulsionada de propaganda eleitoral também tem como limite 1º de outubro. Já caminhadas, carreatas, passeatas e distribuição de material gráfico podem ocorrer até as 22h do sábado (3), véspera da eleição.
Antes da urna
Enquanto a campanha entra nos últimos dias, a Justiça Eleitoral também intensifica os preparativos para a votação. Nessa quinta-feira (24), os Tribunais Regionais Eleitorais realizaram ações para orientar a população sobre os procedimentos necessários para votar.
O eleitor também já pode consultar o local de votação pelo e-Título ou pelo site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), até 3 de outubro, véspera das eleições.
As Forças de Defesa de Israel (FDI) informaram neste domingo (27), que mataram Muhammad Hamad Muhammad Gabain, apontado como comandante na ala militar do grupo terrorista Hamas.
Segundo a nota publicadas nas redes sociais, ele esteve envolvido na retenção de reféns mantidos em cativeiro do grupo na Faixa de Gaza.
De acordo com o comunicado, Gabain participou da manutenção em cativeiro de nove reféns. A nota afirma ainda que, recentemente, ele teria realizado ataques contra tropas da IDF e civis israelenses e atuado para restaurar capacidades do Hamas, o que seria uma violação do cessar-fogo.
Palestinos, por outro lado, tem criticado a manutenção da ofensiva israelense. Em outubro passado, Israel aceitou um cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos, mas desde então avançou ainda mais em Gaza.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, prometeu não cessar a ofensiva contra o Hamas e que não se retiraria de Gaza até que o grupo pró-Irã entregue todas as armas.
Os ataques israelenses mataram mais de 1,3 mil pessoas desde o anúncio do cessar-fogo, de acordo com o Ministério da Saúde de Gaza, que opera sob o controle do Hamas.
O instituto Quaest divulgou no início da noite desta sexta-feira (25) uma nova rodada de pesquisas sobre a disputa ao Governo do Maranhão. De acordo com o levantamento, Eduardo Braide (PSD) lidera a disputa, com 46%, seguido por Orleans Brandão (MDB), com 27%.
Na sequência, está Felipe Camarão (PT), com 10%. Roberto Rocha (PRTB) alcançou 3%. Indecisos somaram 9%, enquanto 3% votariam em branco ou anulariam o voto.
O instituto Quaest ouviu 900 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 21 e 24 de setembro de 2026. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada com o código MA-07074/2026.
Zema eleva o tom, acusa Alcolumbre de blindar “banqueiro bandido” e exige queda do presidente do Senado
foto: (reprodução)
Em uma das declarações mais agressivas da campanha até aqui, o candidato do Novo à Presidência da República, Romeu Zema, subiu o tom nesta quinta-feira (24) contra o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Durante agenda em São Paulo, Zema acusou o senador de estar “envolvido até o pescoço” com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e de agir deliberadamente para travar a instalação da CPI do Banco Master.
A ofensiva não parou nas críticas. O presidenciável do Novo cobrou abertamente a destituição do comando da Casa Alta e subiu a temperatura da retórica política com um ultimato:
– Precisamos de um novo presidente no Senado. Precisamos colocar para fora esse presidente do Senado que está envolvido até o pescoço com um banqueiro bandido, o Vorcaro, e que não deixa nada ser investigado, apurado, avançar. Temos uma eleição, se ele não fizer por bem, vai ter que fazer por mal – disparou.
Ofensiva jurídica no Conselho de Ética
Para além do discurso de palanque, a crise foi levada aos órgãos de controle. Zema confirmou que o Novo já acionou formalmente o Conselho de Ética do Senado para arrancar Alcolumbre do cargo.
A representação partidária exige o afastamento imediato do parlamentar amapaense sob duas graves alegações:
Abuso de autoridade
Omissão institucional devido ao engavetamento da CPI
A escalada do confronto coloca o Banco Master e a blindagem política do Senado no centro do debate presidencial, emparedando a atual cúpula do Congresso Nacional.
Nesta sexta-feira, 25 de setembro, a caravana da esperança liderada pelo candidato a governador Eduardo Braide cruzará o Maranhão para um encontro histórico com o povo caxiense. Após uma manhã intensa e cheia de energia em São Mateus, Alto Alegre e Peritoró, a grande onda azul chega a Caxias no final da tarde para uma noite inesquecível.
foto: (reprodução)
Prepare o seu capacete, ligue o motor e traga o seu coração: faremos a maior motocarreata que a nossa cidade já viu, percorrendo as principais ruas e avenidas de Caxias, contagiando cada canto com o desejo de um futuro melhor!
foto: (reprodução)
Ponto de Concentração: No Retorno da Cohab
Horário: Final da tarde
Este grande ato de democracia contará com a presença confirmada de grandes lideranças que lutam pelo nosso estado:
Lahésio Bonfim – Nosso candidato ao Senado
Paulo Marinho Jr. – Candidato a Deputado Federal
Marta Surama – Candidata a Deputada Estadual
Clidenor Filho – Candidato a Deputado Federal
Venha fazer parte dessa festa cívica. Vista sua camisa, junte-se aos amigos e traga a sua família para acolher Eduardo Braide e todo o nosso time. Vamos juntos, com força e alegria, construir o Maranhão que a gente quer e precisa!
A movimentação da direita no Maranhão ganhou força com a estratégia de “voto casado” defendida pelo ex-prefeito Lahésio Bonfim (Novo) em prol de sua candidatura e a de Cidônio Gonçalves (PL), mirando a conquista das duas vagas disponíveis para o Senado.
Apesar de estarem em coligações majoritárias diferentes no estado, os dois candidatos buscam unificar o eleitorado conservador sob o apelo de lideranças nacionais:
Liderança nas Pesquisas Recentes: Um levantamento do Instituto Veritá divulgado em setembro de 2026 apontou, pela primeira vez, um cenário com os dois nomes da direita numericamente à frente na soma dos dois votos. Lahésio lidera isolado com 44,7%, enquanto Cidônio aparece em segundo com 32,4%, travando uma disputa acirrada e empatado na margem de erro com Eliziane Gama (32,1%).
O “Voto Casado”: Como cada eleitor maranhense escolherá dois senadores na urna, Lahésio Bonfim passou a convocar publicamente seus apoiadores a direcionarem o segundo voto para Cidônio, visando barrar candidatos governistas e de esquerda
O Apoio de Flávio Bolsonaro: A união das candidaturas foi chancelada nacionalmente por Flávio Bolsonaro (candidato do PL à Presidência), que declarou voto em Lahésio como primeira opção e em Cidônio como segunda, além do apoio manifestado por deputados da ala conservadora, como Nikolas Ferreira.
Divergência nos Institutos: Vale destacar que o cenário eleitoral ainda apresenta variações significativas. Enquanto o Veritá coloca os candidatos da direita no topo, outras pesquisas do mesmo período, como o IP Sensus e Real Time Big Data, mostram a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) liderando os cenários tradicionais de intenção de voto.
A oposição de esquerda no Maranhão tenta emplacar uma falsa narrativa de que o candidato ao Senado Lahésio Bonfim (Novo) estaria fugindo ou rompido com o senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL). Essa versão, porém, não condiz com os acontecimentos recentes da campanha de 2026.
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Por: Marcos Monteiro
Quem acompanha os bastidores da política no Maranhão já sabe: quando a oposição começa a perder terreno, a máquina de narrativas entra em ação. Nos últimos dias, blocos de esquerda tentaram emplacar uma fake news daquelas: a de que o candidato ao Senado Lahésio Bonfim (Novo) estaria “fugindo” ou rompido com o senador Flávio Bolsonaro (PL).
Mas a mentira tem perna curta, e os fatos desmascararam o plano de divisão.
Na última quarta-feira (23), direto de Barra do Corda, o próprio Lahésio Bonfim colocou os pingos nos is. Longe de qualquer recuo, o candidato deu uma demonstração de liderança e cobrou publicamente a união total da direita maranhense. O recado foi claro e estratégico: o foco é blindar o estado contra o avanço da esquerda.
O que realmente aconteceu (E o que tentaram te esconder)
Para você não cair no jogo da oposição, aqui estão os fatos reais que desmontam a narrativa de crise:
O motivo da ausência: A esquerda tentou usar a ausência de Lahésio na agenda de Flávio Bolsonaro em São Luís, na terça-feira (22), para inventar um “climão”. O que omitiram é que Lahésio cancelou seus compromissos públicos em respeito a um trágico acidente fatal na comitiva de Eduardo Braide (PSD).
Apoio blindado e reafirmado: Flávio Bolsonaro não só entendeu o momento delicado como veio a público na quarta-feira para sepultar os boatos, reafirmando o apoio integral à candidatura de Lahésio ao Senado. Além disso, o primeiro suplente de Lahésio, Maurício Rizzi, marcou presença no ato da capital representando o grupo.
O verdadeiro alvo: No encontro com lideranças conservadoras, Lahésio mirou no que realmente importa: a união. Ele direcionou a cobrança a Cidônio Gonçalves (PL) para alinhar os palanques. “Se nós fizermos campanha divididos, a esquerda vai ficar com as vagas”, alertou o ex-prefeito. O evento contou ainda com a força de Mariana Carvalho (PL), candidata a deputada federal.
A Estratégia do Desespero
O plano da oposição é puramente matemático. Como o Maranhão elege duas vagas para o Senado este ano, a única chance que a esquerda tem de vencer é ver a direita fragmentada e brigando entre si. Tentar criar um racha artificial entre Lahésio e o clã Bolsonaro é o golpe mais manjado da rodada para dispersar votos.
A resposta da direita veio em forma de maturidade política: o palanque continua unificado, o apoio de Bolsonaro está mantido e a estratégia agora é marchar sem divisões.
Mais de 80 mil pessoas demonstraram a força da direita no Maranhão durante a massiva motocarreata do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, realizada na última terça-feira, 22 de setembro de 2026, em São Luís. A mobilização, classificada por apoiadores e organizadores como um movimento histórico na capital, evidenciou o forte engajamento e a consolidação do eleitorado conservador na região Nordeste.
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De acordo com as publicações nas redes sociais e os discursos que moldaram o evento, o impacto do ato é compreendido sob diferentes perspectivas:
A perspectiva majoritária da militância
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O evento teve início na região do aeroporto de São Luís, onde centenas de pessoas já aguardavam entusiasticamente a chegada do candidato. A partir desse ponto de partida, organizou-se uma extensa e densa fila de motocicletas e automóveis que percorreu as principais avenidas da capital até o bairro Cohajap.
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Relatos e postagens de lideranças ligadas à campanha sustentam que o ato reuniu mais de 80 mil participantes, ressaltando que o número real de apoiadores foi ainda maior devido à multidão que se posicionou ao longo das margens e calçadas das avenidas para sinalizar apoio e saudar a comitiva.
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O posicionamento técnico e independente
Observadores e analistas independentes apontam que o formato linear das carreatas e as características geográficas das avenidas locais tendem a ampliar o impacto estético e visual da mobilização, especialmente em registros aéreos e na grande concentração registrada em frente à loja Havan. Adicionalmente, os órgãos de segurança pública e de monitoramento de tráfego que acompanharam o trajeto não divulgaram uma estimativa oficializada ou contagem institucional do número exato de indivíduos presentes.
O contraponto da oposição
Por outro lado, críticos e opositores políticos buscaram minimizar o tamanho da manifestação nas redes sociais. Esse grupo argumentou que a adesão foi inferior aos números divulgados pelos organizadores e concentrou suas queixas nos reflexos provocados na mobilidade urbana, afirmando que o deslocamento dos veículos gerou lentidão e interferiu no tráfego dos moradores locais durante o horário de pico de uma terça-feira.
Como você avalia o impacto dessa grande motocarreata para o cenário eleitoral? Participe do debate e deixe a sua opinião nos comentários!