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“O Supremo está uma bagunça”, diz Estadão em novo e contundente editorial

O Estadão, em editorial publicado nesta quarta-feira (9), critica duramente a atual crise interna no Supremo Tribunal Federal (STF).

foto: (reprodução)

 

 

O jornal aponta uma escalada de conflitos entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça e cobra do presidente da Corte, Edson Fachin, uma atuação para restabelecer a ordem institucional. Leia na íntegra:

 

 

 

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para referendar a decisão do ministro André Mendonça de afastar preventivamente o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência da corporação, Leandro Almada. A medida foi uma reação a uma provocação igualmente grave: na semana passada, o ministro Alexandre de Moraes se valeu de um “relatório de inteligência” supostamente produzido pela PF – apócrifo e “sem valor probatório”, como advertia o próprio texto – para acusar Mendonça de graves crimes e desvios funcionais como relator do caso Master no STF. De que a instrumentalização de uma ala da PF por Moraes exigia pronta resposta, não resta dúvida. Que a resposta de Mendonça tenha sido correta, é outra história.

 

 

Juristas ouvidos pelo Estadão foram unânimes em apontar sérios problemas na decisão de Mendonça. Rubens Glezer, professor de Direito Constitucional da FGV-SP, notou o descompasso entre a incerteza quanto ao vínculo de Rodrigues e Almada com a produção do tal relatório usado por Moraes, ainda a ser investigado pela corregedoria da PF por ordem do próprio Mendonça, e a gravidade de seus peremptórios afastamentos.

 

 

Wálter Maierovitch foi além e classificou a destituição do diretor-geral da PF como medida “arbitrária”. Ademais, o ex-desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo questionou se Mendonça, tendo se declarado vítima de “monitoramento sistemático” e “coleta dirigida” por agentes da PF, não estaria impedido de julgar uma questão de seu interesse pessoal. É verdade que não seria a primeira vez no STF. Para não voltarmos tanto no tempo, basta lembrar que Moraes fez o mesmo na semana passada ao usar o inquérito das fake news, do qual é relator plenipotenciário há mais de sete anos, para retaliar Mendonça após virem a público os sórdidos detalhes de sua potencialmente criminosa associação com Daniel Vorcaro.

 

 

É digna de nota, por fim, uma fragilidade processual apontada pelo criminalista Marcelo Crespo: o afastamento cautelar dos dois policiais foi determinado por Mendonça após o ministro ter sido provocado pelo Partido Novo, não por autoridade policial ou pelo Ministério Público, como determina o Código de Processo Penal. Por sua vez, a professora Ana Laura Barbosa, também da FGV-SP, não vê paralelo entre os precedentes citados por Mendonça na decisão – os afastamentos de Eduardo Cunha e de Ibaneis Rocha, respectivamente, da presidência da Câmara e do governo do Distrito Federal – e a situação de Andrei Rodrigues e Leandro Almada.

 

 

É pesaroso constatar, mas o Supremo está uma bagunça, a ponto de ter criado para si uma “jurisprudência de crise”, como bem definiu o professor Glezer. Com espantosa naturalidade, a Corte vinha admitindo absurdos sempre que enxergava “ameaças à democracia” em cada esquina. Agora, é a vez de a heterodoxia servir aos interesses particulares de Suas Excelências, notadamente os de Moraes e Mendonça, ambos orientados pelo instinto de autopreservação. A heterodoxia, sabemos, virou norma na mais alta instância judicial do País. Mas a normalização de atalhos processuais não conta nem jamais contará com o endosso deste jornal, qualquer que seja o ministro que deles se valha.

 

 

Isso não equivale, absolutamente, a absolver a origem dessa bagunça que impera no STF, a exigir uma firmeza ainda não demonstrada por seu ministro presidente, Edson Fachin. A produção de um relatório fajuto contra Mendonça, por encomenda de Moraes, segue gravíssima. Mais ainda quando vista em contraste com o precedente aberto pelo próprio Moraes, que, em abril de 2020, suspendeu a posse de Alexandre Ramagem como diretor-geral da PF por entender que havia risco de “desvio de finalidade” na escolha do então presidente da República, Jair Bolsonaro. Seis anos depois, a ironia é que o defensor da impessoalidade da PF de outrora hoje é ministro suspeito de tê-la violado para se proteger do escrutínio público – e legal – de sua associação com o trambiqueiro Vorcaro.

 

 

O Estado Democrático de Direito não admite a existência de uma força policial disposta a servir a agendas particulares de autoridades ou a operar em nome de causas carentes de delimitação conceitual e fundamentação legal. Cabe a Fachin restabelecer a ordem e mostrar ao País que o STF não é a casa da mãe Joana.

Com Informações: https://portaloinformante.com.br

OAB-DF defende impeachment de Moraes e Toffoli

Conselho Pleno da seccional da OAB propõe também pedidos de investigação sobre os ministros e para fim do inquérito das fake news

Foto: Luiz Silveira/STF

 

 

Por:  Guilherme Resck

O Conselho Pleno da seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF) aprovou, por decisão majoritária dos seus membros, em reunião realizada entre a noite de terça, 8, e a madrugada desta quarta-feira, 9, um posicionamento sobre a crise institucional em curso no Supremo Tribunal Federal (STF).

O colegiado decidiu pelo encaminhamento de várias propostas ao Conselho Federal da OAB, incluindo a apresentação, perante o Senado Federal, de pedido de abertura de processos de impeachment contra os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, por indícios da prática de crime de responsabilidade.

 

 

 

A lista de propostas também inclui:

 

 

Exigir das autoridades competentes, por meio de expediente do Conselho Federal da OAB, apuração profunda, isenta e transparente do envolvimento de quaisquer autoridades que possam estar implicadas nos fatos ou em qualquer outra irregularidade correlata, inclusive ministros do Supremo Tribunal Federal, ministros do Superior Tribunal de Justiça, demais Tribunais e integrantes do Poder Judiciário em geral, bem como proceder ao afastamento cautelar das funções daqueles em que for constatada tal necessidade, preservadas as garantias constitucionais do contraditório e da ampla defesa.

Propositura, perante o Supremo Tribunal Federal, de pedido de investigação dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, ante a gravidade das condutas sob apuração da Polícia Federal, bem como da regularidade do levantamento de sigilo das investigações do Inquérito do Banco Master, de relatoria do ministro André Mendonça.

Propositura, perante o Supremo Tribunal Federal, a favor do levantamento do sigilo das investigações em trâmite que envolvam autoridades, inclusive ministros do Supremo Tribunal Federal, ressalvados os procedimentos de natureza cautelar sigilosos.

Pedido, perante o Supremo Tribunal Federal, para que o presidente da Corte assuma (avoque) todas as investigações que envolvam pessoas sem foro privilegiado no STF — ou seja, os que não estão na lista do artigo 102, I, “b”, da Constituição – e as encaminhe aos juízes e tribunais competentes do Poder Judiciário.

Pedido, perante o Supremo Tribunal Federal, pelo arquivamento do Inquérito das Fake News, conferindo publicidade aos elementos dos autos.

Elaboração de carta aberta da OAB à Sociedade Civil acerca das medidas tomadas e proposições estruturais para a Reforma do Poder Judiciário, com o consequente resgate da estatura constitucional da Suprema Corte.

Segundo a OAB-DF, as decisões “se orientam exclusivamente pela defesa da Constituição, da legalidade e da harmonia entre os Poderes, sem qualquer viés político-partidário, e confia que os órgãos competentes examinarão os pedidos com o rigor e a imparcialidade que a gravidade do momento exige”.

A crise institucional no STF foi gerada pelo levantamento do sigilo, na semana passada, das mensagens enviadas por Daniel Vorcaro ao ministro Alexandre de Moraes. O sigilo foi derrubado pelo relator das investigações sobre Vorcaro e Banco Master, André Mendonça.

Em novo capítulo da crise, o ministro Flávio Dino proferiu decisão, nesta quarta, desautorizando o colega André Mendonça e determinando a reintegração do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, no cargo.

Dino afirma que a ordem de Mendonça apresenta vícios processuais e sustenta que a questão deveria ser examinada pelo plenário do Supremo.

O ministro também considerou que o Partido Novo não tinha legitimidade para solicitar uma medida cautelar de natureza penal contra os integrantes da PF.
Segundo Dino, o Código de Processo Penal estabelece que medidas cautelares sejam requeridas pelas partes, pela autoridade policial ou pelo Ministério Público, não incluindo partidos políticos entre os legitimados. Para ele, a ausência de legitimidade do Novo “macula integralmente” a decisão de afastamento.

 

“Essa mácula é ainda mais evidente quando se considera que o partido político em foco é direta e imediatamente interessado na suposta medida cautelar, pois possui candidato à Presidência da República que busca sobrepujar o atual mandatário, candidato à reeleição. Não há dúvida de que tal projeto eleitoral é absolutamente legítimo, em sua seara própria, mas não em um processo”, disse Dino.

 

A decisão também questiona a competência de Mendonça para analisar o pedido. O ministro afirma que o presidente do STF, Edson Fachin, havia instaurado um procedimento para que o plenário examinasse os relatórios da PF que estão no centro da controvérsia. Nesse procedimento, Alexandre de Moraes e o próprio Mendonça foram chamados a se manifestar.

Com Informações: https://oantagonista.com.br

CRISE NA PF: Onze diretores da PF entregam cargos após afastamento de Andrei Rodrigues

Integrantes da cúpula da corporação manifestaram apoio ao diretor-geral afastado por André Mendonça e repudiaram acusações contra a instituição

 

Onze dos 13 diretores da Polícia Federal colocaram os cargos à disposição nesta terça-feira (8), após o afastamento do diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada da Costa, determinado pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).

 

Em manifestação conjunta, os diretores declararam apoio aos dois delegados e repudiaram acusações de que a Polícia Federal teria atuado de maneira não republicana. Segundo o grupo, as críticas contra a cúpula da instituição não encontram respaldo e atingem a credibilidade da corporação.

 

Os integrantes da direção da PF afirmaram que Andrei Rodrigues possui uma trajetória marcada por atuação técnica, isenta e responsável. Também criticaram o que classificaram como narrativas influenciadas por interesses político-eleitorais.

 

 

Ao final do documento, os 11 diretores colocaram formalmente seus cargos à disposição do diretor-geral interino, William Marcel Murad, que assumiu o comando da PF após o afastamento de Andrei.

 

 

Cúpula manifesta apoio

 

 

 

Entre os diretores que assinaram a manifestação estão responsáveis por áreas estratégicas da Polícia Federal, como investigação e combate ao crime organizado e à corrupção, crimes cibernéticos, cooperação internacional, tecnologia da informação e proteção à pessoa.

 

Também aderiram ao movimento os responsáveis pelas diretorias de Administração e Logística, Polícia Administrativa, Gestão de Pessoas, Ensino da Academia Nacional de Polícia, Amazônia e Meio Ambiente e Polícia Técnico-Científica.

 

O diretor de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção, Dennis Cali, está entre os signatários. A área concentra parte das investigações relacionadas ao caso Banco Master.

 

Os únicos dois diretores que não colocaram os cargos à disposição foram William Murad, que assumiu interinamente a direção-geral, e Leandro Almada, que também foi afastado por determinação de Mendonça.

 

 

Afastamento de Andrei

 

 

 

Andrei Rodrigues foi afastado por decisão de André Mendonça, que também determinou a saída temporária de Almada. A medida está relacionada à produção de relatórios de inteligência da Polícia Federal que, segundo o ministro, teriam monitorado autoridades e apresentado conteúdo irregular.

 

Mendonça classificou o material como “apócrifo” e sem legitimidade, além de questionar sua produção e utilização. O ministro também determinou providências para impedir a elaboração ou o compartilhamento de relatórios de inteligência destinados a analisar a atuação de autoridades em determinadas circunstâncias.

 

A decisão provocou uma nova escalada na crise entre integrantes do STF e a Polícia Federal.

 

 

Maioria no STF mantém afastamento

 

 

Nesta terça-feira, a Segunda Turma do Supremo formou maioria para manter o afastamento de Andrei Rodrigues e Leandro Almada. O julgamento, porém, foi interrompido após um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes.

 

Até a suspensão, Mendonça recebeu o apoio dos ministros Kassio Nunes Marques e Luiz Fux, formando maioria pela manutenção das medidas.

 

Com o afastamento, William Murad passou a comandar a Polícia Federal interinamente. O delegado era diretor-executivo da corporação e ocupava o posto de número dois na estrutura da PF.

 

 

Crise envolve Moraes e Banco Master

 

 

 

O conflito que levou ao afastamento da cúpula da PF está relacionado a uma disputa entre Mendonça e o ministro Alexandre de Moraes. 

 

 

Mendonça determinou a retirada do sigilo de documentos da Polícia Federal relacionados ao caso Banco Master e questionou a produção de relatórios de inteligência que teriam sido utilizados para embasar medidas contra ele.

 

Em reação, Moraes pediu a abertura de investigação contra Mendonça por supostos indícios de crimes relacionados à condução de investigações sob responsabilidade do ministro.

 

O episódio aprofundou a crise dentro do Supremo e colocou a Polícia Federal no centro de uma disputa institucional envolvendo relatórios de inteligência, investigações criminais e o caso Banco Master.

Com Informações: https://www.folhadoestado.com.br

Lutador aceita R$ 2,5 milhões para um combate bizarro com chimpanzé

Após viralizar com desafio, Cole Johnson pode lutar com primata; especialistas alertam para riscos ‘catastróficos’ e crueldade animal

Um lutador amador de MMA revelou ter recebido uma oferta de US$ 500 mil, cerca de R$ 2,5 milhões, para lutar contra um chimpanzé. Cole Johnson, de Minnesota (EUA), alegou ter organizado o combate contra um macho adulto para a próxima sexta-feira (11/9).

 

Especialistas, no entanto, alertaram que o suposto confronto é um desastre prestes a acontecer. Primatólogos afirmam que nenhuma habilidade de luta salvará Johnson de sofrer ferimentos “catastróficos”.

 

 

Além das preocupações com a crueldade animal e a conservação da espécie, provocar deliberadamente um chimpanzé a ponto de um ataque é extremamente perigoso para um ser humano.

 

 

 

Riscos do combate

 

 

 

Kimberley Jane Hockings, professora de Ciência da Conservação na Universidade de Exeter, explicou ao Daily Mail que os chimpanzés são animais selvagens com respostas sociais complexas. Eles podem reagir com agressividade extraordinária ao perceberem uma ameaça.

 

 

“Chimpanzés são animais extremamente poderosos, com força na parte superior do corpo e desempenho muscular dinâmico substancialmente superior aos dos humanos”, declarou a especialista. “Quando chimpanzés atacam, os ferimentos podem ser catastróficos”, completou.

 

 

O desafio bizarro ganhou forma depois que Johnson afirmou em uma publicação que conseguiria “vencer um chimpanzé numa luta”. O post viralizou e acumulou mais de 7,8 milhões de visualizações no TikTok.

 

 

Pouco depois, o lutador alegou que pessoas começaram a lhe oferecer dinheiro para que ele cumprisse o que havia dito. Em entrevista a Brendan Ruh, da SantaCruzMedicinals, Johnson afirmou que a oferta de meio milhão de dólares foi feita para ele viajar a um país não revelado para o combate, que poderia ser a República Democrática do Congo.

 

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

Com Informações: https://www.correiobraziliense.com.br

Caso de irmãos desaparecidos no Maranhão ganha apoio da Interpol

Cooperação internacional ocorre enquanto autoridades e familiares tentam identificar crianças resgatadas em outros países; irmãos desapareceram há mais de oito meses

Até o momento, porém, não há confirmação de que Ágata e Allan estejam entre as vítimas encontradas no exterior – (crédito: Thamírys Andrade/SSP-MA)

A investigação sobre o desaparecimento dos irmãos Ágata Isabelle, 6, e Allan Michael, 4, em Bacabal, no Maranhão, passou a contar com o apoio da Interpol oito meses após o sumiço das crianças. A cooperação internacional ocorre enquanto autoridades e familiares tentam identificar crianças resgatadas em outros países.

 

 

Segundo Nathaly Moraes, advogada da família, a Interpol se colocou à disposição para auxiliar nas buscas após contatos feitos com o consulado e o Núcleo de Cooperação Internacional. Uma reunião com o chefe do núcleo está marcada para esta quarta-feira (9/9), na sede da Polícia Federal, em São Luís.

 

 

A advogada afirma que, até então, a investigação não havia recebido apoio efetivo da organização internacional. No início do mês passado, diante da falta de respostas, ela acionou a Polícia Federal. O procedimento, segundo Moraes, foi posteriormente arquivado sob o entendimento de que não havia indícios de tráfico de pessoas.

 

 

Agora, porém, a defesa diz que o caso passa a contar com uma estrutura de cooperação internacional para tentar localizar ou identificar as crianças. “Uma resposta positiva é, pelo menos, o fato de a Interpol estar ajudando. Agora temos uma estrutura”, afirmou a advogada.

 

 

 

Desaparecimento cheio de mistério

 

 

 

Ágata e Allan desapareceram em 4 de janeiro, depois de saírem para brincar no povoado de São Sebastião dos Pretos, em Bacabal. O primo das crianças, Wanderson Kauã, então com 8 anos, desapareceu com os irmãos e foi encontrado com vida três dias depois, debilitado e desorientado. À época, centenas de pessoas participaram de uma operação que mobilizou policiais, bombeiros, militares do Exército e voluntários em áreas de mata, rios e lagos da região.

 

 

A nova frente internacional surgiu a partir de informações sobre crianças que vêm sendo resgatadas fora do país. De acordo com o que foi repassado à defesa, a identificação das vítimas ainda está em andamento e as informações têm chegado gradualmente. A expectativa é que, caso alguma das crianças resgatadas seja identificada e haja compatibilidade com o caso dos irmãos maranhenses, o consulado comunique as autoridades brasileiras.

 

 

Até o momento, porém, não há confirmação de que Ágata e Allan estejam entre as vítimas encontradas no exterior. Nathaly afirma ainda que, desde que passou a acompanhar o caso, não encontrou elementos que confirmassem a hipótese de tráfico de pessoas. Segundo ela, foram solicitadas novas providências investigativas, incluindo a abertura de inquérito e medidas contra agentes que atuaram nas etapas anteriores da investigação.

 

 

A advogada também questiona informações que, segundo ela, constariam de procedimentos anteriores, mas aos quais afirma não ter tido acesso integral.

 

 

A entrada da Interpol, portanto, não representa a confirmação de que as crianças tenham sido levadas para outro país. O apoio internacional abre, por enquanto, uma nova frente para cruzar informações e tentar esclarecer um desaparecimento que, oito meses depois, continua sem uma resposta definitiva.

Com Informações: https://www.correiobraziliense.com.br

CAXIAS EM DESTAQUE: Academia Caxiense de Letras realiza primeira edição do “Café Com Letras”

Encontro será realizado no sábado (12), às 10h.

Por: João Lopes/Portal Noca 

 

 

A Academia Caxiense de Letras realiza no sábado (12), às 10h, a primeira edição do projeto “Café Com Letras”, iniciativa que propõe promover diálogos inteligentes e descontraídos sobre a literatura e suas conexões com diferentes áreas do conhecimento.

O encontro inaugural terá como convidada a professora mestre Ana Carolina Azevedo, geógrafa e doutoranda, que conduzirá uma conversa sobre a obra de Rodrigues Marques, importante ficcionista brasileiro nascido em Caxias.

 

 

Durante o encontro, a pesquisadora abordará as relações entre a literatura produzida por Rodrigues Marques e a geografia humana, estabelecendo conexões entre a produção literária, os espaços, as experiências sociais e os diferentes aspectos que compõem a vivência humana.

 

 

A participação é aberta ao público.

13 ex-ministros do STF enviam carta a Fachin cobrando convocação urgente de sessão pública

Edson Fachin, ministro do STF — Foto: Rosinei Coutinho/STF

 

Por:  Rany Veloso

Treze ex-ministros do Supremo Tribunal Federal enviaram uma carta ao presidente da Corte, Edson Fachin, cobrando convocação urgente em sessão pública no plenário para apurar com rigor os gravíssimos fatos que atingem o Supremo Tribunal Federal. Sem citar diretamente os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, o texto classifica o momento como a crise mais aguda da história do Supremo.

 

 

Assinaram o documento os ministros aposentados Celso de Mello, Nelson Jobim, Ellen Grace, Cesar Peluso, Ayres Brito, Joaquim Barbosa, Rosa Weber, entre outros. O ex-presidente Luiz Roberto Barroso não assinou. Em manifestação que a CBN teve acesso, Barroso disse que louva a iniciativa de apoio ao ministro Luiz Edson Fachin, mas não se sente confortável, uma vez que pode contribuir internamente.

Barroso lembrou que deixou o STF há poucos meses e tem relações pessoais de amizade com todos os ministros e que esteve em contato com eles nas últimas semanas sobre as possíveis soluções. O ex-ministro frisou que em recente e complexa internação hospitalar recebeu visitas de vários colegas, inclusive os que se encontram em posições antagônicas. O presidente também nacional da OAB, Beto Simonetti, defendeu respostas rápidas e claras do Supremo para preservar a confiança pública e a estabilidade democrática.

Ele tinha uma reunião marcada com Edson Fachin amanhã, mas essa reunião foi desmarcada. Edson Fachin pediu desculpas e disse que marcaria depois em uma nova data, mas não deu uma previsão e atribuiu essa remarcação a uma sobrecarga de atribuições no Supremo.

Com Informações: https://cbn.globo.com

CARTA ABERTA AOS PROFESSORES DO MARANHÃO

Querida professora.
Querido professor do Maranhão.

 

Hoje eu não quero falar com você apenas como candidato.

 

Quero falar com você como professor.

 

Eu sou Pedro Júnior, o PJ.

 

Professor, jornalista, advogado, mestre em Comunicação e pós-graduado em Educação.

 

 

E eu conheço a realidade da nossa profissão.

 

 

Conheço o peso de uma sala de aula lotada.

 

 

Conheço as dificuldades.

 

A falta de estrutura.

 

As cobranças.

 

O cansaço.

 

Mas conheço, principalmente, o amor que existe por trás de cada professor que entra em uma sala de aula acreditando que pode transformar uma vida.

Porque ser professor é isso: acreditar no futuro, mesmo quando o presente é difícil.

E é por acreditar em vocês que coloquei meu nome à disposição do Maranhão.

 

Quero ser deputado estadual para defender uma educação que respeite quem ensina e quem aprende.

 

Por isso, assumo três compromissos com vocês.

 

Primeiro: valorização real.

 

Vou lutar pelo cumprimento do piso na carreira, por um plano de cargos e salários digno e pela realização de concursos públicos.

 

Professor não pode viver de incerteza.

 

Chega de contratos precários.

 

Segundo: estrutura e dignidade.

 

Vou defender o projeto Escola Conectada, com internet de qualidade, salas climatizadas, laboratórios equipados e material didático para cada aluno.

 

Porque não existe educação de qualidade quando falta o básico para ensinar.

 

Terceiro: formação e cuidado.

 

Vou defender formação continuada remunerada, bônus por qualificação e políticas de atenção à saúde mental dos nossos educadores.

 

Porque quem cuida de milhares de alunos também precisa ser cuidado.

Professor, eu não quero ser apenas mais um político fazendo promessa.

 

Quero ser a sua voz na Assembleia Legislativa.

 

A voz que cobra.

 

A voz que fiscaliza.

 

A voz que propõe.

 

A voz que não esquece de onde veio.

 

Quero caminhar ao lado de vocês.

 

Porque eu acredito que o Maranhão que queremos construir começa dentro da sala de aula.

 

Começa pelas mãos de um professor.

 

Pelo olhar de uma professora.

 

Pelo sonho de um aluno.

No dia da eleição, vote em quem conhece a educação de verdade.

 

Vote em quem vive essa realidade.

 

Vote em quem está disposto a lutar por vocês.

 

Eu sou Pedro Júnior. Sou o PJ.

 

10.001.

 

E quero contar com você.

 

Com seu apoio.

 

Com sua confiança.

 

E com sua família.

 

Porque essa luta não é só minha.

 

Essa luta é nossa.

 

Um Maranhão que respeita seus professores é um Maranhão que respeita o próprio futuro.

 

É de Caxias.


É da gente.

 

Pedro Júnior – PJ
Deputado Estadual – 10.001

Lahesio Bonfim dispara e abre vantagem na corrida pelo Senado no Maranhão

Pesquisa Veritá coloca candidato do Novo na liderança e mostra vantagem de 8,9 pontos sobre o segundo colocado quando são somados os dois votos

                                           foto: reprodução

 

 

 

Por: Marcos Monteiro

 

A disputa pelas duas vagas do Maranhão no Senado começa a ganhar contornos mais definidos. Lahesio Bonfim (Novo) aparece na liderança das intenções de voto, segundo levantamento do Instituto Veritá divulgado neste domingo (6).

 

 

Na primeira opção de voto, Lahesio alcança 20,5% das intenções. Na segunda escolha dos entrevistados, o candidato registra mais 9,8%.

 

 

Quando os dois votos são considerados, Lahesio chega a 30,3%, mantendo a liderança numérica na disputa. O percentual representa uma vantagem de 8,9 pontos percentuais sobre o segundo colocado e de 11 pontos sobre o terceiro.

 

 

 

Cenário coloca Lahesio em posição de destaque

 

 

 

O resultado chama atenção porque, além de liderar na primeira opção, Lahesio também apresenta desempenho relevante entre os eleitores que o apontam como segunda escolha.

 

 

Pelo cenário apresentado na pesquisa, Lahesio Bonfim e o segundo colocado seriam eleitos para o Senado caso o resultado se confirmasse nas urnas.

 

 

A corrida, portanto, começa a despertar ainda mais atenção no cenário político maranhense, especialmente pela vantagem apresentada pelo candidato quando considerados os dois votos destinados ao Senado.

 

 

 

Números da pesquisa

 

 

 

O Instituto Veritá entrevistou 1.525 eleitores no Maranhão entre 29 de agosto e 1º de setembro de 2026.

 

 

A pesquisa tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

 

 

O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número MA-01912/2026.

 

 

Os números colocam Lahesio Bonfim no centro da disputa pelo Senado e podem movimentar ainda mais o cenário eleitoral maranhense nas próximas semanas.

Operação nos EUA reacende esperança de famílias brasileiras em busca de crianças desaparecidas

Resgate de menores em diferentes países levou familiares de crianças desaparecidas no Pará e no Maranhão a buscar informações junto às autoridades brasileiras e americanas

Reprodução/Redes Sociais)