Essa é uma indagação que não costumamos fazer em nosso dia a dia. O mundo em que vivemos nos automatizou. Hoje em dia, não se pode mais sentar numa calçada para bater um papo com um vizinho ou amigo.
foto: (reprodução)
Há quem diga: esse é um modus vivendi ultrapassado; coisa de gente do mato (da zona rural).
De fato, antigamente se vivia melhor a solidariedade, o compadrio e a comunicação com nossos semelhantes era mais espontânea. Quando alguém adoecia na nossa rua podia contar com a vizinhança.
Tempos difíceis esses de hoje. As pessoas só tem olhos para sua família;…isso quando tem.
Há também aqueles que podem dizer: ah, hoje não se pode confiar em ninguém; por isso vou ficar na minha e deixar o tempo passar. Até parece que não se pode confiar mais em ninguém.
Contudo, não me parece ser o caminho mais correto, pois neste mundo, os homens e mulheres do bem estão em número infinitamente superior aos(às) do mal.
Nessa perspectiva parece-me ser necessário nos aproximarmos mais dos nossos semelhantes, e questionarmos: “quem é você?” pelo menos isso…
Sou Pedro Barros, ex-funcionário do Banco do Brasil, já aposentado.
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