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Veja repercussão de autoridades políticas sobre anulação de provas usadas para prender Lula

O ministro Dias Toffoli anulou provas do acordo de leniência da Odebrecht e disse que prisão do ex-presidente foi ‘armação’

A anulação das provas do acordo de leniência da Odebrecht, determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli nesta quarta-feira (6), repercutiu entre as autoridades políticas. As provas, que foram usadas para embasar a prisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foram obtidas durante uma força-tarefa da Operação Lava

Nas redes sociais, o líder da oposição na Câmara dos Deputados, Carlos Jordy (PL), discordou da decisão. “Agora só falta mandar o estado brasileiro ressarcir o dinheiro da corrupção devolvido por empreiteiras. É isso que acontece quando se indica um amigo para o Supremo”, disse.

Toffoli determina a anulação de todas as provas de corrupção contra Lula obtidas no acordo de leniência da Odebrecht. Agora só falta mandar o estado brasileiro ressarcir o dinheiro da corrupção devolvido por empreiteiras. É isso que acontece quando se indica um amigo para o Supremo.

CARLOS JORDY, EM REDES SOCIAIS

Sergio Moro também se pronunciou e afirmou que “a corrupção nos governos do PT foi real, criminosos confessaram e mais de R$ 6 bilhões foram recuperados para a Petrobras. Esse foi o trabalho da Lava Jato, dentro da lei, com as decisões confirmadas durante anos pelos Tribunais Superiores”.

Já Randolfe Rodrigues, líder do governo no Congresso, disse que a história está sendo passada a limpo.

Poderia até ser o maior ‘erro’ jurídico da história, mas foi mais que isso, foi uma armação! Como historiador, não nego minha satisfação ao ver o roteiro da vida fazendo justiça: as ‘provas’ contra o presidente Lula, relacionadas à Odebrecht, foram anuladas pelo ministro Toffoli, do STF. As provas foram consideradas imprestáveis. Vamos passando a limpo a história!

RANDOLFE RODRIGUES, EM REDES SOCIAIS

O vice-líder do governo na Câmara, Rogério Correia (PT), ressaltou a fala de Toffoli em que o ministro classificou a prisão de Lula como “um dos maiores erros judiciários da história do país” e citou também uma possível “perseguição”.

Em outras palavras, perseguição da Lava Jato. Que Moro e Dallagnol paguem pelo prejuízo ao país. 

ROGÉRIO CORREIA, EM REDES SOCIAIS

Por sua vez, o deputado federal Orlando Silva declarou nas redes sociais que “a Lava-Jato foi a maior fraude processual de todos os tempos” e acrescentou que “o combate à corrupção instrumentalizado para justificar golpes políticos é recorrente na história brasileira”.

O ministro da Justiça, Flávio Dino, afirmou que vai encaminhar à Polícia Federal a decisão assim que a pasta receber o documento para o cumprimento da determinação de apuração de responsabilidade criminal de agentes públicos.

Os deputados federais Zeca Dirceu (PT) e Gleisi Hoffmann (PT) também comentaram nas redes sociais. “Decisão exemplar do ministro Toffoli confirma o que sempre dissemos sobre a farsa da Lava Jato”, disse Gleisi. Já Dirceu afirmou que a decisão do ministro foi “acertada”.

Com Informações: https://noticias.r7.com

Categoria: Notícias