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Maranhão: Polícia investiga se Thalia, que recorreu ao suicídio, foi abusada sexualmente

O delegado Ederson Martins, da cidade de Monção, embora considere que não houve crime para o suicídio de Thalia Meireles (foto), 16 anos, informou que está sendo investigado se a menor foi abusada sexualmente e por quem, conforme ela denunciou em carta escrita antes da morte. A mãe da menina acusa o pai biológico, o empresário Meireles, que mora em Igarapé do Meio, e tem comércio em Santa Inês.

Thalia Meireles se enforcou com uma corda no dia 14 de abril em seu quarto e deixou uma carta em que diz que odeia o pai por ser “um monstro” e que “minha mãe está me matando”. Fala ainda que a mãe sabia que ela era abusada pelo pai, sem citar se era o biológico ou o padrasto, a quem ela se referia sempre como pai.

A menor, que chegou a ter um blog, tinha uma redação excelente e seu desabafo na carta chocou muitas pessoas, principalmente os leitores do blog. Ela, para ser mais claro, nunca fez referência ao jogo “Baleia Azul”. Mas o pai biológico disse que o jogo na internet teria sido o responsável pela morte dela.

Em BO registrado na delegacia de Monção, a mãe de Thalia disse que o pai biológico levou todos os manuscritos da filha, assim como o aparelho de telefone celular e computador, onde poderia ter provas concretas a quem ela acusava. Thalia, conforme confessou mãe, foi abusada desde quando morou com o pai biológico.

“O crime, nesse caso, só existe se houver tido uma indução ou instigação direta para o suicídio ou um auxílio material, o que a priori não teria sido o caso. Só um motivo, por mais grave que seja, não seria crime para o suicídio. Porém, se descobrirmos que ela realmente foi abusada, e por quem, este ou estes, irão responder pelo abuso”, avisou o delegado de Monção.

FONTE: https://luiscardoso.com.br/

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