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DESTAQUE SA SEMANA: O Imparcial chega a 100 anos de história

Há 100 dias, começávamos a contagem regressiva para os 100 anos do jornal O Imparcial. E esse dia chegou. Hoje, 1º de maio, O Imparcial entra para o seleto grupo de jornais impressos com veiculação diária e ininterrupta ao longo de um século.

foto: (reprodução)

Por: Patrícia Cunha

Ao longo desse período, muito foi feito até a culminância do centenário, marcada por uma edição histórica. Durante esses dias, não apenas a redação se mobilizou com o entusiasmo e a responsabilidade que a efeméride exige, com reportagens especiais, resgates históricos e depoimentos marcantes, como também parceiros e colaboradores que contribuíram direta e indiretamente para a edição publicada neste 1º de maio.

Além disso, eventos comemorativos já foram realizados e outros ainda ocorrerão ao longo do ano, compondo a programação alusiva à data. Um exemplo é a Sessão Solene em homenagem aos 100 anos do jornal O Imparcial, que será realizada na Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, no próximo dia 7 de maio, às 11h. Na ocasião, o veículo será homenageado com o reconhecimento como Patrimônio de Natureza Cultural Imaterial do Estado.

Para marcar a contagem regressiva, O Imparcial publicou diariamente, tanto no jornal impresso quanto nas redes sociais oficiais, uma foto histórica veiculada ao longo desses quase 100 anos, retratando fatos marcantes da história do Maranhão. Toda a curadoria desse material integrará uma exposição itinerante prevista para este ano ainda.

Fundado em 1926, O Imparcial acompanhou de perto as transformações políticas, sociais e culturais do estado e do país. De um Maranhão ainda marcado pela forte influência agrária ao crescimento urbano de São Luís, o jornal foi testemunha e narrador de mudanças profundas, mantendo o compromisso com a informação precisa, o jornalismo ético e a pluralidade de vozes.

Confira a entrevista com Celio Sergio, diretor executivo do jornal.

IMPARCIAL – Como você avalia a chegada de O Imparcial aos 100 anos? O senhor está há mais de três décadas no jornal. Como foi alcançar esse centenário?

 

CELIO SERGIO – Primeiro, digo que tenho a sorte de fazer parte da geração que vivenciou a transição do analógico para o digital. Saímos de processos manuais, de apertar botões e girar manivelas, para uma realidade completamente digital. Hoje, há uma geração que sequer conhece como o jornal era produzido no passado. Ao longo dos meus 35 anos na equipe de O Imparcial, acompanhei essa transformação.

 

“É possível inovar preservando a tradição”

 

A comunicação mudou drasticamente. Passamos do texto impresso para formatos como legendas em redes sociais, o que se tornou corriqueiro. Ao mesmo tempo, isso valorizou o jornalista, porque o jornalismo exige técnica. Há informação por todos os lados, mas nem tudo é notícia. Nosso papel é justamente transformar informação em notícia, com responsabilidade. Ao longo desses 100 anos, isso foi possível graças a uma equipe qualificada, formada por profissionais competentes, que garantiram credibilidade ao jornal e nos trouxeram até este centenário, com fôlego para muitos outros.

 

Diante das mudanças tecnológicas, qual é o papel do jornal impresso em um cenário de informação imediata?

 

O jornal impresso tem hoje um papel ainda mais relevante, que é o de não se limitar ao factual. A cobertura em tempo real acontece no digital, e nós fazemos isso no online. Já no impresso, entregamos análise, contexto e aprofundamento. No dia seguinte a um jogo, por exemplo, o leitor não encontrará apenas o resultado, mas a análise da partida e suas consequências. Esse é o diferencial: transformar o fato em compreensão. E há também a credibilidade de um veículo centenário.

 

Além disso, há o papel de registro histórico…

 

Exatamente. O impresso se consolidou como registro histórico. Existe uma curadoria: nem tudo que está na internet cabe em uma página de jornal. É preciso selecionar. Um acontecimento relevante precisa ser registrado, por exemplo: um avião caiu, precisa dar porque fica o registro histórico, então tem essa curadoria. Impresso é eternizar. É uma mídia que tem seu valor. Está registrado para a história. pois se torna documento histórico. O impresso eterniza os fatos.

 

O jornal realizou recentemente um evento com influenciadores. Como tem sido a repercussão?

 

Os influenciadores complementam nossa atuação multiplataforma. Estamos presentes em diferentes canais, cada um com sua linguagem e expertise. Ao mesmo tempo, buscamos integrar tradição e inovação, valorizando nosso acervo histórico. A gente tem 100 anos de história e todos os dias houve registros. Então, por exemplo, eu tenho a edição do dia que você nasceu, se você tiver menos de 100 anos. E a gente vem presenteando essas pessoas com a capa do jornal do dia que elas nasceram. É uma lembrança histórica que tem gerado grande repercussão.

 

Que mensagem o senhor deixa para os novos jornalistas?

 

Hoje, o acesso à informação é o maior da história, mas isso não significa conhecimento. É preciso desenvolver repertório, senso crítico e capital intelectual. Grandes nomes que passaram pelo jornal tinham isso. Então quando você tinha um Ferreira Gullart escrevendo, você sabia que ia ter alguma coisa muito interessante, César Teixeira, Ester Marques, Henrique Bóis e tantos outros jornalistas que já passaram por aqui, são pessoas com capital intelectual que somavam, com certeza, para o texto.

O jornalista precisa transformar informação em conteúdo próprio, qualificado. Copiar não diferencia ninguém. O texto continua sendo o grande diferencial. Um jornalista sem conteúdo intelectual é como um arqueiro sem flecha. E O Imparcial, eu quero destacar, valoriza a academia. Não tem como botar para escrever no jornal sem ser jornalista.

 

As comemorações seguem ao longo do ano?

 

Sim. Teremos uma programação extensa em 2026. Começamos com esta edição especial contando sobre o nosso papel diante da sociedade e vocês vão poder acompanhar uma edição histórica. E teremos eventos como a homenagem na Assembleia Legislativa. Agradecemos ao governador Carlos Brandão e a senhora Iracema Vale, presidente da Assembleia, pela honraria concedida ao Jornal. Esse reconhecimento como Patrimônio Cultural Imaterial representa não apenas o jornal, mas toda a história do jornalismo construída ao longo desses anos. Também realizaremos exposições itinerantes e outras ações.

 

E o futuro?

 


O novo não precisa eliminar o que já existe. É possível inovar preservando a tradição. A gente vai se renovando, assim como a humanidade, ela traz as novidades, a gente também. O jornal se mantém relevante porque dialoga com a sociedade. Essa relação é o que nos trouxe até aqui, neste centenário, e é o que garantirá nossa continuidade.

Com Informações: https://oimparcial.com.br

Planalto avalia que ala do STF(Moraes e Dino) se juntou a Alcolumbre para derrotar Messias, diz jornal

O Palácio do Planalto avalia que uma ala do Supremo Tribunal Federal (STF) se juntou ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para barrar a entrada do advogado-geral da União, Jorge Messias, na Corte. O nome indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi rejeitado por 42 votos a 34 no Senado. O resultado não só aumenta a crise entre o Planalto e o Congresso como anima a oposição nas eleições contra Lula, que é candidato ao quarto mandato.

 

 

A avaliação sobre os motivos da derrota foi feita na noite desta quarta-feira, 29, durante reunião entre Lula, Messias e os ministros José Guimarães (Relações Institucionais) e José Múcio (Defesa), além do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), no Palácio da Alvorada.

 

 

Para o governo, o ministro do STF Alexandre de Moraes ajudou Alcolumbre na articulação contrária a Messias. Auxiliares de Lula também disseram, sob reserva, que o ministro Flávio Dino atuou para derrotar o advogado-geral da União. Tanto Moraes como Dino negam que tenham participado desse movimento. “Peça para apontarem um único senador que liguei ou falei”, disse Moraes, por intermédio de sua assessoria.

 

 

O diagnóstico do Planalto foi o de que, ao se aliar ao ministro do STF André Mendonça para conquistar votos de senadores bolsonaristas, Messias acabou comprando briga com o grupo que tem se posicionado contra as decisões do magistrado no tribunal.

 

 

Como mostrou o Estadão, se entrasse no STF, Messias poderia ser uma espécie de “fiel da balança” nas votações, inclusive sobre o código de ética proposto pelo presidente da Corte, Edson Fachin. Nesse caso, a tendência seria uma mudança na correlação de forças do Supremo.

 

 

Lula disse na reunião no Alvorada que não indicará outro ministro para o STF. Está muito irritado com Alcolumbre e quer saber quem foram os “traidores” da base aliada que, na votação secreta, ficaram contra Messias, mesmo depois de o governo ter liberado o pagamento de emendas parlamentares e negociado cargos em agências reguladoras, além de vagas na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

 

 

A rejeição de Messias para o STF significou a mais fragorosa derrota do governo. Para ser aprovado, o advogado-geral da União precisava do apoio de 41 senadores. O próprio Alcolumbre, no entanto, atuou para impor o vexame ao Planalto. Não foi só: avisou a vários senadores que não pautará nenhuma eventual nova indicação para o STF antes das eleições.

 

 

A última vez que o Senado recusou um nome indicado pelo presidente da República para uma vaga no STF foi há 132 anos, no governo de Floriano Peixoto.

 

 

O ambiente conflagrado no Congresso ainda terá um novo capítulo nesta quinta-feira, 30, quando senadores e deputados devem derrubar o veto de Lula ao projeto de lei que reduz as penas do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros condenados pelos atos golpistas do 8 de Janeiro. A sessão do Congresso será comandada por Alcolumbre.

 

 

A oposição já comemora a derrota do governo como a vitória do senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à sucessão de Lula e seu principal desafiante até agora. Nos corredores do Congresso, o que mais se ouvia na noite desta quarta-feira eram frases como “o governo acabou”.

 

 

Messias, por sua vez, disse que enfrentou durante cinco meses uma campanha de “desconstrução” e mentiras. “Nós sabemos quem promoveu tudo disso”, afirmou ele, numa referência a Alcolumbre.

 

 

“O que acontece é que Davi deixou de atuar como líder do governo e trabalhou como presidente do Senado”, resumiu o senador Efraim Filho (PL-PB). “Houve um erro de avaliação e de estratégia do governo”.

 

 

Alcolumbre sempre quis emplacar o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG), seu antecessor no cargo, na vaga do STF. A portas fechadas, dizia que o presidente havia assumido o compromisso de indicar Pacheco para a Corte.

 

 

Além disso, considerava que a escolha de Pacheco por Lula seria uma retribuição a tudo que o que ele próprio fizera para conseguir votos a outros indicados do governo, como Dino para o STF e Paulo Gonet para a Procuradoria-Geral da República.

 

 

Desde que Lula anunciou a indicação de Messias, em novembro do ano passado, Alcolumbre mostrou inconformismo. E chegou a dizer que Lula veria, a partir de agora, o que era ter o presidente do Senado como inimigo. 

Com informações: https://johncutrim.com.br/via Estadão

Histórico: Caxias mobiliza multidão e realiza o maior Festival do Trabalhador de todos os tempos

Caxias parou. O povo lotou. E o trabalhador saiu carregado de presente e orgulho

 

Caxias/MA – Se era pra homenagear quem move a cidade, a Prefeitura caprichou. O Festival do Trabalhador virou o assunto da semana: fila na entrada, arquibancada cheia, criança no Espaço Kids e adulto com o canhoto do sorteio tremendo na mão.

Mais de 40 prêmios fizeram o chão tremer. Teve gente que saiu de moto zero, outro levou geladeira, fogão, TV, notebook, celular, bicicleta, air fryer, caixa de som… Até ventilador virou motivo de grito na plateia. A cada nome chamado, era explosão de aplauso e aquele “é meu!” que arrepiava.

O prefeito Gentil Neto comandou a festa e não escondeu a emoção: “Caxias é feita por quem acorda cedo. Hoje o presente é pra vocês”. E o povo respondeu com praça lotada do começo ao fim.

 

Festa grande, organização de gente grande

 

 

Nada de aperto ou improviso. A Prefeitura desenhou o mapa do evento e entregou tudo no esquema:

 

– Segurança reforçada: PM, Bombeiros e SAMU de olho em cada canto

 

– Entrada controlada: fluxo tranquilo, sem empurra-empurra

 

– Espaço Kids em frente à UEMA: a meninada se acabou nos brinquedos

 

– Rua das Sombrinhas virou point gastronômico: da galinha caipira ao churrasquinho, tinha pra todo gosto

 

– Área instagramável bombando: selfie com os prêmios foi figurinha marcada no story

 

– Trânsito organizado: interdições certeiras pra ninguém ficar preso

 

Os stands de parceiros completaram a festa, levando serviço e novidade pro trabalhador.

 

 

Aniversário com sabor de conquista
No embalo, Caxias soprou 8 velinhas do Mirante da Balaiada – aquele que já foi Top 5 do turismo nacional em 2019. De lá de cima, mais de 70 mil pessoas já desceram pro Memorial conhecendo a história da cidade. O Mirante virou cartão-postal e motor do turismo. E no dia do trabalhador, ganhou mais um motivo pra celebrar.

 

 

Recado dado: trabalhador é prioridade

 

“Quem carrega Caxias nas costas merece respeito, festa e oportunidade”, cravou Gentil Neto. O Festival não foi só sorteio. Foi recado: gestão que valoriza é gestão que tá junto.

 

Saldo da noite: recorde de público, praça pulsando e um monte de trabalhador voltando pra casa com presente na garupa e sorriso no rosto.

 

Caxias já entrou pro calendário com um evento que mistura organização, povo na rua e reconhecimento de verdade. E se depender da energia que rolou, ano que vem o desafio é fazer maior ainda.

Derrubada do veto de Lula ao PL da Dosimetria causou forte divisão e algumas surpresas na bancada maranhense

Acima Eliziane Gama, Weverton Rocha e Ana Paula Lobato votaram pela manutenção do veto. Embaixo, à esquerda, Amanda Gentil, Aluísio Mendes, Cleber Verde, Duarte Jr. Josivaldo JP, Márcio Honaiser, Pastor Gil, Pedro Lucas Fernandes, Paulo Marinho Jr., e Silvio Antônio votaram
pela derrubada do veto; e à direita André Fufuca, Rubens Jr., Márcio Jerry e Fábio Macedo votaram pela manutenção do veto

A votação por meio da qual o Congresso Nacional derrubou ontem o veto do presidente Lula da Silva (PT) ao PL da Dosimetria (Projeto de Lei 2162/23), que reduz as penas dos condenados pelos atos golpistas do 8 de Janeiro, em especial o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), hoje em prisão domiciliar por razões de saúde, foi uma demonstração cabal de como pensam os atuais congressistas maranhenses sobre como devem ser punidos os responsáveis pelo mais grave movimento contra a democracia e o estado democrático de direito no Brasil depois do golpe militar de 1964. Enquanto os senadores Weverton Rocha (PDT), Eliziane Gama (PT) e Ana Paula Lobato (PSB) votaram pela manutenção do veto, os deputados federais se dividiram, sendo que 10 votaram pela derrubada do veto e quatro votaram pela manutenção, um se absteve e três faltaram à sessão.

 

 

Os votos favoráveis ao veto dados pelos senadores Weverton Rocha e Ana Paula Lobato seguiram orientação dos seus partidos, ambos alinhados ao Palácio do Planalto Já senadora Eliziane Gama teve dupla motivação para defender o veto presidencial: além de seguir a orientação do PT, ela foi a relatora da CPI do 8 de Janeiro e no seu relatório ela confirmou a tentativa de golpe de Estado tramada pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL), derrotado nas eleições de 2022, e pediu punição severa para todos os envolvidos.

 

 

Já os deputados federais se mostraram política e ideologicamente com muita clareza, com revelações surpreendentes. Para começar, a bancada do PP se dividiu, com a deputada Amanda Gentil votando pela derrubada do veto e, consequentemente, para aliviar a punição aos golpistas, e o deputado federal e ex-ministro André Fufuca dando voto para manter o veto, alinhado que é ao presidente Lula da Silva. Já a bancada do PL, representada na sessão pelos deputados interinos Paulo Marinho Jr. e Sílvio Antônio e pelo deputado quase cassado Pastor Gil, votou em bloco pela derrubada do veto, o que era esperado. E os deputados Pedro Lucas Fernandes e Josivaldo JP votaram também para derrubar o veto, seguindo a orientação do comando nacional do União, que tem um pé firme no bolsonarismo.

 

 

Único representante do MDB na sessão, o deputado Cléber Verde, que é um jogador tarimbado, votou contra o veto, o mesmo acontecendo com o deputado Aluísio Mendes (Republicanos), que é da direita dura e tem alinhamento com o bolsonarismo, também votou e fez campanha pela derrubada do veto. Já os deputados Márcio Jerry (PCdoB) e Rubens Jr. (PT), que são nomes de proa da base governista e se posicionaram contra o PL da Dosimetria desde a primeira hora, votaram alinhados com os seus partidos pela manutenção do veto presidencial.

 

 

Três votos, dois pela derrubada e o terceiro pela manutenção, chamara a atenção. O deputado Duarte Jr. (Avante), que é advogado e pontilha os seus pronunciamentos com defesas densas da democracia plena, causou espanto ao votar pela derrubada do veto do presidente Lula da Silva ao PL da Dosimetria. Também o deputado Márcio Honaiser (Solidariedade), que foi governista roxo até deixar o PDT em março, votou pela derrubada do veto. Já o deputado Fábio Macedo (Podemos), visto como um político de direita, que tem um pé no bolsonarismo, surpreendeu votando pela manutenção do veto, entendendo que o PL da Dosimetria não foi uma decisão saudável para a democracia.

 

O deputado interino Ribeiro Neto (Solidariedade) preferiu se abster, enquanto os deputados Hildo Rocha (MDB), Juscelino Filho (PSDB) e Júnior Lourenço (MDB) não participaram da votação.

 

 

Vale registrar que esses foram dados 48 horas depois que o ministro Alexandre de Moraes, relator do processo da tentativa de golpe, apresentou à Suprema Corte, o relatório final do processo, no qual confirma, com farta documentação, tudo o que foi armado, tramado e tentado pelo então presidente Jair Bolsonaro e o grupo que o cercava entre o anúncio da vitória do presidente Lula da Silva no final de outubro de 2022 e o 8 de Janeiro de 2023.

Com Informações: http://reportertempo.com.br

Com rejeição a Messias e dosimetria, Lula toma ‘perdeu, mané’ que não esperava

Lula PT) – Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil.

 

Por: Cláudio Humberto

 

Foram acachapantes e simbólicas as derrotas humilhantes de Lula (PT) no Senado e no Congresso, o primeiro rejeitando Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) e o outro derrubando o veto presidencial ao projeto da dosimetria, A vaga pretendida por Messias tem significado: era de Luís Roberto Barroso, criador de um bordão do ativismo judicial. Assim, o aliado de ontem tornou-se, involuntariamente, o autor da frase que resume a humilhação histórica imposta a Lula: “Perdeu, mané”.

 

Conciliação à vista

 

Única iniciativa de conciliação nacional desde as sentenças raivosas do 8/Jan, a dosimetria faz justiça, mas o rancoroso Lula quer ver “sangue”.

 

Aparelhamento

 

Derrotando a dupla Lula/Messias, o Senado decidiu que há limites para o aparelhamento do Judiciário.

 

Não tinha como

 

Messias carregava dois pesos mortos rejeitados: um histórico de ativismo radical de esquerda e o currículo considerado insuficiente até por aliados.

 

Quem perdeu, mané?

 

Barroso sai de cena deixando a vaga e o bordão. Lula fica com a frase, e a constatação amarga de que, desta vez, quem perdeu, mané, foi ele.

Com Informações: https://diariodopoder.com.br

BASTIDORES: “Derrota de Lula e Jorge Messias vira desastre político para Weverton Rocha e Eliziane Gama.”

Weverton Rocha e Eliziane Gama: derrotados com a rejeiçãode Jorge Messias pelo Senado

 

Feitas as contas, a derrota histórica e humilhante sofrida pelo advogado geral da União, Jorge Messias, ao ter sua indicação para o Supremo Tribunal Federal rejeitada, além do presidente Lula da Silva (PT), que foi o grande derrotado no plano político, os estilhaços da explosão alcançaram também, duramente, os senadores Weverton Rocha (PDT), relator da indicação, e Eliziane Gama (PT), que trabalhou arduamente a favor do indicado nos segmentos evangélicos.

 

 

A derrota do senador Weverton Rocha foi acachapante. Escolhido pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União/AP), com quem é “carne e unha”, o senador maranhense apresentou um relatório integralmente favorável a Jorge Messias, e durante a sabatina e a votação, atuou para as câmeras como uma espécie de “santo protetor” do indicado, falando a todo momento que estava tudo bem encaminhado para que ele fosse aprovado no plenário.

 

 

Com o lastro de quem foi o relator da indicação do então senador Flávio Dino para a vaga na Suprema Corte, também por escolha do presidente Davi Alcolumbre, o senador Weverton Rocha provavelmente soube que ele seria derrotado nos primeiros movimentos da votação no plenário. O fato é que publicamente o senador pedetista apareceu como duramente derrotado. Há quem veja por outro ângulo, mas essa é outra história.

 

 

A rejeição de Jorge Messias foi também uma pancada política na senadora Eliziane Gama. Ela atuou fortemente na mobilização de lideranças evangélicas em favor do indicado. Durante a sabatina e a votação no plenário, a senadora maranhense se movimentou intensamente, ora se manifestando, ora tentando convencer senadores de oposição a votar a favor do indicado e ora manifestando apoio pessoal a Jorge Messias quando ele era inquirido pelos senadores. Deu tudo errado e a decepção apareceu espantada no semblante da parlamentar petista.

 

 

Não há dúvida de que os senadores Weverton Rocha e Eliziane Gama, ambos candidatos à reeleição, terão de explicar – ele mais do que ela – esse fato que está abalando fortemente o equilíbrio institucional do País.

 

 

Em Tempo: alinhada ao Palácio do Planalto, a senadora Ana Paula Lobato (PSB) trabalhou por Jorge Messias, mas a derrota dele no plenário do Senado não a atingiu politicamente.

http://reportertempo.com.br

O jantar de Moraes oferecido a Alcolumbre na véspera de derrota de Messias

Pedro Ladeira/Folhapress

 

Pedro Ladeira/Folhapress

 

Moraes faz jantar com Alcolumbre na véspera de derrota de Messias e Lula desconfia. Petista foi informado de que o presidente do Senado, em conversas paralelas na reunião, sacramentou destino de advogado-geral da União. Convidados afirmam que encontro, na verdade, homenageou Mário Sarrubo, amigo de longa data do ministro, tinha apoiadores de Lula entre os presentes e que conversas giraram em torno  de amenidades

Com Informações: https://diariodobrasilnoticias.com.br/via Folha de São Paulo

Após declaração sobre evangélicos, MPF denúncia Luana Piovani: “Um ser desprezível”

REPRODUÇÃO REDES SOCIAIS

 

A atriz Luana Piovani virou alvo de denúncia no Ministério Público Federal (MPF) após declarações polêmicas sobre evangélicos, reacendendo o debate sobre os limites da liberdade de expressão no Brasil

 

 

O que motivou a denúncia contra Luana Piovani?

 

A controvérsia começou após a atriz afirmar, em um videocast do jornal O Globo, que “o evangélico de hoje é o que há de pior no ser humano”. Em outro trecho, ela classificou o grupo como um “protótipo de um ser desprezível”.

 

 

As falas ganharam grande repercussão nas redes sociais e motivaram reações políticas. Para críticos, as declarações ultrapassam o direito de opinião e podem configurar intolerância religiosa.

 

Quem apresentou a denúncia ao MPF?

 

 

O vereador Guilherme Kilter (Novo), de Curitiba, protocolou uma notícia de fato pedindo apuração das declarações. Ele argumenta que as falas atingem diretamente a honra de milhões de brasileiros.

 

 

Além dele, uma parlamentar do Rio de Janeiro também apresentou representação formal. Segundo ela, as declarações possuem potencial de incentivar preconceito e hostilidade contra um grupo religioso específico.

 

 

Quais são os pedidos feitos ao Ministério Público Federal?

 

 

As representações solicitam que o MPF avalie se houve prática  de crime e adote medidas cabíveis. Entre os principais pedidos, estão:

 

Abertura de procedimento investigatório

Apuração de possível intolerância religiosa

Responsabilização judicial, se for o caso

Retratação pública por parte da atriz

 

Quantos evangélicos existem no Brasil hoje?

 

 

O tema ganha ainda mais relevância diante do tamanho da população evangélica no país. Dados do Censo 2022 do IBGE apontam que cerca de 50 milhões de brasileiros se declaram evangélicos.

 

 

Esse número representa quase 30% da população, tornando o grupo um dos maiores segmentos religiosos do Brasil. Por isso, declarações públicas sobre o tema costumam gerar forte repercussão.

 

 

Quais os limites da liberdade de expressão no Brasil?

 

 

Especialistas destacam que a liberdade de expressão é garantida pela Constituição, mas não é absoluta. Ela encontra limites quando há violação de direitos, como honra, imagem ou crença religiosa.

 

 

Casos que envolvem possíveis ataques a grupos podem ser enquadrados como discurso discriminatório, dependendo da análise do contexto e da intenção das falas.

 

 

Quais os próximos passos no caso de Luana Piovani?

 

 

O MPF deve analisar o conteúdo das declarações e decidir se há elementos suficientes para abrir investigação formal. Esse processo pode levar à coleta de provas e oitivas.

 

 

Caso sejam identificados indícios de crime, o caso pode evoluir para ação judicial. Também é possível que o órgão recomende medidas alternativas, como retratação pública ou arquivamento.

Com Informações: https://diariodobrasilnoticias.com.br/via  TERRA BRASIL NOTÍCIAS

CODÓ EM FOCO: NOTA DE ESCLARECIMENTO

Deputado Francisco Nagib nega envolvimento em operação policial em Codó (MA) e esclarece fatos

Na manhã desta quarta-feira, dia 29, foi realizada uma operação da Polícia Civil na rua onde moro, no município de Codó (MA), fato que gerou especulações completamente equivocadas.

 

 

Esclareço que não fui alvo de nenhuma ação. A operação teve como foco um blogueiro que reside próximo à minha casa.

 

 

Tenho total respeito ao trabalho da imprensa e das instituições, especialmente da Polícia Civil, do Ministério Público e do Poder Judiciário.

 

 

Lamento que, mais uma vez, meu nome esteja sendo associado de forma indevida a situações que não me dizem respeito, o que contribui para a disseminação de informações incorretas.

 

 

Reafirmo meu compromisso com a verdade, com a responsabilidade e com o respeito ao povo do Maranhão.

 

Francisco Nagib
Deputado Estadual

Com Informações: https://tribuna98.com.br

Comunossocialistas apostam em Camarão e Rubens senadores de Braide no apagar das luzes

Porta-vozes do comunossocialismo ainda acreditam na possibilidade de aliança entre o vice-governador Felipe Camarão, do PT, e Eduardo Braide (PSD) para as eleições de outubro.

Pelas contas do grupo camaronista, Felipe seria candidato a senador na chapa de Braide, e o deputado federal Rubens Junior, com dificuldades de reeleição, ocuparia a segunda vaga.

 

Pelo visto, nem as diretrizes repassadas por Edinho Silva ao diretório estadual do PT foram suficientes para abrandar as mágoas e o ânimo conspiratório do grupo liderado à distância pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino.

 

As orientações envolveriam a candidatura de Camarão, o apoio à reeleição de Eliziane Gama e a presença no palanque de Orleans Brandão no segundo turno.

Com Informações: https://marrapa.com