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“Aposta Máxima: PT lança Camarão sob a sombra de Lula para virar o jogo.”

Lula da Silva deu aval à candidatura de Felipe Camarão a governador

 

O PT bateu martelo e vai lançar a candidatura do vice-governador Felipe ao Palácio dos Leões, confirma anúncio feito neste sábado pelo presidente nacional do partido, Edinho Silva, numa conferência virtual com os líderes petistas do Maranhão. Nossa linha no Maranhão é Felipe Camarão, não há que ter dúvida. Essa é uma decisão tomada junto com o presidente Lula. O presidente Lula tem convicção de que com o apoio dele, deixando claro que o seu candidato no Maranhão é Felipe, nós vamos pôr o Felipe no segundo turno e vamos ganhar a eleição”, declarou, enfático, o presidente do PT, confirmando informação corrente nos bastidores partidários maranhenses desde o início da semana passada.

 

A opção do PT por candidatura própria produz naturalmente alteração expressiva e abrangente no canário da corrida aos Leões, começando pela confirmação de que o partido e o presidente Lula da Silva entram em rota de colisão com o seu principal aliado no estado, o governador Carlos Brandão (sem partido), por não aceitam apoiar a candidatura de Orleans Brandão (MDB), numa reação do tipo “olho por olho” ao fato de o governador Carlos Brandão haver se negado a apoiar a apoiar a candidatura do vice-governador, que para os petistas era o “caminho natural”. Resta saber agora como ficará a relação do presidente Lula com o governador Carlos Brandão.

 

Na avaliação do comando nacional do PT, com o apoio declarado do presidente Lula da Silva, o vice-governador Felipe Camarão reúne condições para se tornar um candidato viável, com possibilidade de entrar efetivamente na briga pelo Palácio dos Leões, num confronto aberto com os três candidatos já definidos: Eduardo Braide (PSD), Orleans Brandão (MDB) e Lahesio Bonfim. A expectativa do presidente nacional do PT é que Felipe Camarão chegue ao segundo turno, e para isso ele tem de deixar para trás dois dos três nomes que estão de fato, na corrida pelo Governo.

 

O desenho político e partidário desse novo cenário não será tão simples como pensa, por exemplo, a presidente estadual do PT, Patrícia Carlos, que defende que o presidente Lula da Silva tenha dois palanques no Maranhão, o do próprio partido, liderado por Felipe Camarão, e o Orleans Brandão, que tem comando do governador Carlos Brandão, patrono político do candidato emedebista. Será que Orleans Brandão abrirá seu palanque para o presidente depois de ter sido vetado para ser o nome de uma aliança PT/MDB? E depois, nos bastidores partidários começa uma tímida, mas já visível movimentação no sentido de levar parte da aliança a apoiar Flávio Bolsonaro (PL) na corrida presidencial.

 

Por outro lado, a candidatura do PT coloca em xeque uma aliança do partido com o candidato do PSD, Eduardo Braide, que já tem praticamente certo o apoio do chamado grupo dinista, via PSB. No entendimento de importantes petistas maranhenses, o “caminho natural” do PSB é apoiar o vice-governador Felipe Camarão. Acontece que o grupo e formado por cinco deputados estaduais, que veem na aliança com Eduardo Braide, um caminho para a sobrevivência nas urnas. Uma fonte do grupo dinista tem dito que o seu caminho é apoiar Eduardo Braide, e que uma mudança por Felipe Camarão exigirá uma articulação bem amarrada em todas as pontas. Isso porque para eles, não será fácil desfazer uma delicada, mas viável, aliança com Eduardo Braide, que vem sendo moldada há meses.

 

A entrada do vice-governador Felipe Camarão na corrida sucessória, agora oficializada pela direção nacional do PT, define o quadro de candidatos ao Governo do Estado, que já inclui Eduardo Braide (PSD), Orleans Brandão (MDB), Lahesio Bonfim (Novo) e Enilton Rodrigues (PSOL) – há ainda a possibilidade de o PSTU, que há lançou Hertz Dias para presidente da República, vir a lançar um nome ao Governo do Estado.

 

O fato é que, ainda que prevista num longo jogo de “pode, não pode”, a pré-candidatura do vice-governador Felipe Camarão altera consideravelmente o cenário da corrida aos Leões.   

Com Informações: http://reportertempo.com.br

Presidente do TST afirma ser “vermelho” e diz atuar por uma “causa”

 

 

Por: Junior Melo

 

O presidente do Tribunal Superior do Trabalho gerou repercussão ao se declarar “vermelho” durante evento oficial, reacendendo debates sobre o papel da Justiça do Trabalho no Brasil.

 

Quem é o presidente do TST e o que ele declarou?

 

O ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, atual presidente do Tribunal Superior do Trabalho, afirmou publicamente que se considera “vermelho” durante um evento institucional realizado em 1º de maio, data simbólica para os trabalhadores.

Na ocasião, ele disse que “nós, vermelhos, temos causa”, reforçando uma visão de atuação voltada para princípios e não para interesses, o que rapidamente ganhou destaque no cenário político e jurídico. As informações são da Gazeta do Povo.

Como a declaração contradiz neutralidade entre juízes?

 

Apesar de afirmar inicialmente que “não existe juiz azul ou vermelho”, o discurso evoluiu para uma divisão simbólica entre grupos que atuariam por “causas” e aqueles ligados a “interesses”.

Ao se posicionar como parte dos “vermelhos”, o ministro acabou assumindo um papel mais ideológico, o que levantou questionamentos sobre a neutralidade esperada do Judiciário.

 

O que significa ser “vermelho” no discurso do ministro?

 

No contexto apresentado, o termo “vermelho” foi utilizado para representar aqueles que, segundo ele, atuam na defesa de causas sociais e institucionais, especialmente voltadas aos trabalhadores.

Ele destacou que essa atuação está alinhada à Constituição e que o compromisso da Justiça do Trabalho é com as pessoas mais vulneráveis, reforçando um viés de proteção social.

 

Quais as críticas a setores ligados a interesses econômicos?

O ministro também fez críticas indiretas a grupos que, segundo sua visão, atuam em defesa de interesses econômicos e criticam a Justiça do Trabalho.

Ele afirmou que esses setores se incomodam com a atuação institucional e reforçou que a Corte continuará atuando de forma firme na defesa de sua missão. Entre os principais pontos defendidos no discurso, destacam-se:

  • Proteção dos trabalhadores mais vulneráveis

  • Atuação além da interpretação estrita da lei

  • Combate a práticas consideradas abusivas no mercado

  • Defesa institucional da Justiça do Trabalho

O que diz o presidente do TST sobre a Justiça do Trabalho?

Durante o discurso, o presidente do TST defendeu que a Justiça do Trabalho não deve se limitar à aplicação literal das leis, mas atuar de forma mais ampla na regulação das relações trabalhistas.

Segundo ele, a instituição tem papel fundamental no combate ao que chamou de “capitalismo selvagem e desenfreado”, posicionando-se como um agente de equilíbrio entre empresas e trabalhadores.

Com informações: https://terrabrasilnoticias.com

DEFINIÇÕES: Presidente do PT confirma recusa de Braide em apoiar Lula e defende candidatura de Camarão

                                                foto: (reprodução)

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, confirmou o apoio do partido a Felipe Camarão (PT) na disputa ao Governo do Maranhão. A declaração foi feita durante uma videochamada realizada há poucos dias e divulgada nas redes sociais pelo próprio vice-governador neste sábado (2).

 

Edinho justificou a decisão com base na recusa de Eduardo Braide (PSD) em apoiar publicamente a reeleição de Lula e na ausência de um terceiro nome capaz de unir o campo lulista no estado.

 

“Se o Braide não declara apoio ao presidente Lula, e se nós temos um candidato preparado como Felipe, que tem condições de construir o palanque do presidente Lula como o Felipe, que tem condições de defender as nossas propostas como Felipe, nós vamos apoiar”, disse o presidente nacional do PT, confirmando apoio ao quarto colocado nas pesquisas.

 

A definição veio em meio às negociações no Congresso Nacional para conduzir Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal, sem sucesso. Para alcançar o objetivo, o partido de Lula contava com os votos dos três senadores maranhenses.

CONEXÃO BRASÍLIA: Celular de operador do PCC expõe esquema de envio de dinheiro em voos para Brasília

Operação policial contra o PCC – Foto: Governo de SP

 

investigação da polícia revelou um possível esquema sofisticado de movimentação de dinheiro ligado ao PCC, com uso de aeronaves e empresas para dificultar o rastreamento.

 

 

O que revelam as mensagens do celular apreendido?

 

 

Conversas extraídas do aparelho de João Gabriel de Melo Yamawaki indicam o envio de grandes quantias em espécie para Brasília, muitas vezes transportadas por helicópteros. Ele é apontado como operador financeiro do PCC.

 

 

Os diálogos mostram tratativas com o empresário Adair Antônio de Freitas Meira, incluindo pedidos logísticos e confirmações de pagamentos. A polícia acredita que as mensagens evidenciam um fluxo contínuo de dinheiro fora do sistema bancário tradicional. As informações são do Metrópoles.

 

 

Como funcionava o esquema financeiro do PCC investigado?

 

 

Segundo a investigação, valores eram transferidos inicialmente para a fintech 4TBANK, por meio de boletos considerados suspeitos. Empresas e fundações ligadas a Meira teriam participado desses pagamentos.

 

 

Depois disso, o dinheiro retornava em espécie ao empresário, muitas vezes transportado por aeronaves fretadas. A prática, de acordo com os investigadores, dificultava o rastreamento da origem dos recursos.

 

 

Quais valores e movimentações chamaram atenção da polícia?

 

 

As autoridades identificaram operações milionárias ao cruzar mensagens com dados do COAF. Um dos episódios mais relevantes envolveu o saque de R$ 1,38 milhão em dinheiro vivo. Entre os principais pontos levantados estão:

  • Pagamento inicial de R$ 100 mil à fintech em 2021

  • Cobrança adicional de R$ 18,1 mil referente a custos da operação

  • Saques fracionados realizados em quatro datas diferentes

  • Entregas que poderiam chegar a R$ 2,5 milhões em espécie

Como ocorriam as entregas de dinheiro em Brasília?

 

 

Mensagens mostram que encontros presenciais eram organizados na capital federal. Em um dos casos, Yamawaki informa chegada ao aeroporto, enquanto Meira organiza a recepção.

 

 

Em outro trecho, há menção ao transporte de uma “bolsinha”, interpretada pela polícia como possível entrega de valores. Os investigadores afirmam que terceiros envolvidos sabiam que algo seria repassado diretamente ao destinatário final.

 

 

Onde mais ocorreram encontros e entregas suspeitas?

 

 

Além de Brasília, há indícios de reuniões em São Paulo e em Palmas, no Tocantins. Um encontro na capital paulista teria relação com a entrega de cerca de R$ 570 mil em espécie.

 

 

Já em um posto de combustível ligado à família de Yamawaki, a polícia aponta uma possível entrega de R$ 2,5 milhões. O episódio foi descrito como parte do “caminho de volta do dinheiro”.

 

 

O que diz a defesa do empresário investigado?

 

 

A defesa de Adair Meira negou qualquer ligação com atividades ilícitas ou organizações criminosas. Em nota, os advogados classificaram as acusações como frágeis e baseadas em interpretações questionáveis.

 

 

Os representantes afirmam que não há provas concretas sobre transporte de dinheiro em espécie e destacam que o empresário pretende colaborar com as autoridades. Segundo a defesa, todos os fatos serão esclarecidos ao longo da investigação.

Com Informações: https://terrabrasilnoticias.com

Ato gigantesco com adesão de mais de 40 suplentes de vereadores de São Luís impulsiona pré-candidatura de Orleans Brandão na capital

Mais de 40 suplentes de vereadores de São Luís manifestaram apoio à pré-candidatura de Orleans Brandão ao Governo do Estado, em mais um ato gigantesco realizado pelo movimento ‘Por Todo o Maranhão’ na capital, com mais de sete mil pessoas. O encontro foi marcado pela adesão de expressivas lideranças que representam a base política nos bairros e comunidades da cidade, além de demonstrar grande engajamento popular.

 

 

Entre os suplentes de vereadores que abraçaram a pré-candidatura de Orleans Brandão estão Francisco Chaguinhas, Domingos paz, Charles Carrinhos, Rejanny Braga, Álvaro Pires, Fátima Araújo, Jearlysson Moreira, Karla Sarney, Junior Nazaré, Melk, Laesly Simões, Basileu Barros, Halice figueiredo, Armando Costa, Oziel Penha, Fabio Viegas, Chico Carvalho, Eidimar Gomes, Anderson Martins, Silvana Noely, Anderson Borges, Umbelino jr, Ediram, Jhon Ribeiro, Junia Nunes, Tiago do Povo, Joãozinho Freitas, Professor Carlinhos, Ricardo Diniz, Pintinho Itamaraty, Tiririca do Maranhão, Enfermeira Goreth, e Joabson Junio.

 

 

Em seu discurso, Orleans Brandão agradeceu o apoio recebido e destacou a importância dos suplentes de vereadores para o fortalecimento do movimento que lidera.

 

 

“Hoje São Luís mandou mais um recado claro mostrando que não tem dono, São Luís é de todos nós”, disse Orleans para a multidão que se concentrou no Palazzo Eventos do Araçagy. Aos suplentes apoiadores, ele agradeceu a parceria e conclamou todos a trabalharem juntos na construção de seu plano de governo em prol de um Maranhão ainda melhor.

 

 

“Quero agradecer a cada um de vocês por acreditarem nesse projeto. Vocês conhecem de perto a realidade das comunidades, sabem onde estão os desafios e também as potencialidades da nossa cidade. É com essa escuta e com essa parceria que vamos construir, de forma coletiva, um plano de governo que contemple todas as áreas de São Luís e atenda, de fato, às necessidades da população”, ressaltou ele, reafirmando seu compromisso de solucionar problemas históricos não resolvidos em São Luís, como falta de sistema de drenagem eficiente e de transporte, por exemplo.

 

 

O movimento consolidou um novo patamar de fortalecimento da pré-candidatura de Orleans Brandão na capital maranhense, evidenciando seu crescimento e a articulação maciça de seu projeto político em todas as regiões da cidade. A adesão dos suplentes de vereadores também representa um grande movimento para a conquista de redutos fundamentais em São Luís, pois são lideranças de grande expressão, com atuação política consistente e trabalho consolidado nas comunidades que representam.

 

 

A expressiva participação das lideranças e de populares confirma também a solidez de uma frente política cada vez mais robusta em torno do projeto político de Orleans Brandão para o Maranhao, dando uma clara percepção de crescimento contínuo da sua pré-candidatura na capital.

 

 

O suplente de vereador Chico Carvalho, reconhecido por suas importantes contribuições às comunidades ludovicenses, foi um dos que manifestaram apoio no ato. Ele ressaltou os motivos que o levaram a integrar o projeto.

 

 

“Acredito no projeto de Orleans Brandão porque vejo nele compromisso com as comunidades e disposição para ouvir as lideranças que estão na ponta. São Luís precisa de alguém que construa soluções com diálogo e responsabilidade, e é por isso que estou aqui, somando forças”, declarou Chico Carvalho.

 

 

Pensamento similar tem o suplente Pinto da Itamaraty. “Orleans tem um olhar atencioso a todos que o procuram, sabe ouvir e dialogar, além de que é uma pessoa que gosta de trabalhar, pois isso ele mostrou quando esteve à frente da Secretaria de Assuntos Municipalistas”, disse.

 

 

 

 

Com Informações: https://fuxicodosertao.com

CODÓ EM DETALHES: Mãe denuncia abuso contra filha de 5 anos e suspeito é preso em flagrante em Codó

Uma ocorrência grave registrada na noite desta semana chocou moradores da cidade de Codó, no Maranhão. Por volta das 20h14, a Polícia Militar foi acionada após uma denúncia envolvendo uma criança de apenas 5 anos, vítima de um suposto caso de abuso ocorrido dentro do ambiente familiar.

 

 

De acordo com informações repassadas pelas autoridades, a própria mãe da criança procurou ajuda após ouvir da filha o relato do ocorrido. Diante da gravidade da situação, uma guarnição da Força Tática se deslocou imediatamente até o endereço indicado, localizado no bairro Codó Novo.

 

 

No local, o suspeito foi encontrado e preso em flagrante, sendo conduzido à delegacia para os procedimentos legais cabíveis. A identidade do homem não foi divulgada.

 

 

A vítima será encaminhada para o município de Timon, onde passará por exames periciais e receberá acompanhamento especializado, conforme protocolo para esse tipo de ocorrência.

 

O caso segue sob investigação das autoridades competentes.

Com Informações: https://blogdomacielsilva.com.br

BASTIDORES DO PODER: PT DO MARANHÃO SINALIZA POSSÍVEL APOIO A ORLEANS BRANDÃO

A publicação feita pela dirigente petista Patrícia Carlos, neste sábado (2), movimentou o cenário político no Maranhão e trouxe novos elementos para a disputa eleitoral de 2026. Ao reforçar que o PT segue uma estratégia nacional com foco na reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a presidente estadual da sigla deixou claro que as decisões locais ainda estão em aberto — e podem seguir caminhos diferentes do que parte da base vinha projetando.

 

 

Sem mencionar diretamente o vice-governador Felipe Camarão, o posicionamento foi interpretado como um sinal de que o apoio do partido à sua pré-candidatura ao governo não está consolidado. Pelo contrário, a fala reforça que o PT pretende agir com cautela, alinhando suas decisões estaduais ao projeto nacional.

 

 

No texto, Patrícia afirma que, caso o partido opte por uma candidatura própria, esse caminho será seguido. No entanto, ela ressalta que, na condição de dirigente estadual, entende que a prioridade estratégica é fortalecer Lula em 2026. Ao destacar que é “natural” a existência de palanques múltiplos nos estados, especialmente no Nordeste, a dirigente abre espaço para diferentes composições políticas locais.

 

 

Esse ponto é considerado central na análise política, pois indica que o PT pode acomodar alianças diversas, desde que elas contribuam para o objetivo maior no plano nacional. Na prática, isso reduz a pressão por um alinhamento automático a nomes já colocados na disputa estadual.

 

 

Outro trecho que chama atenção é a menção ao desejo de apoio do secretário Orleans Brandão e do grupo do governador ao projeto de reeleição de Lula. A citação amplia o campo de articulação e sugere que o PT pode, sim, dialogar com outros setores políticos — inclusive fora do eixo inicialmente associado ao vice-governador.

 

 

Com isso, cresce nos bastidores a leitura de que o partido poderá apoiar Orleans Brandão, caso a construção política aponte nessa direção e garanta palanque competitivo para Lula no estado. A movimentação indica uma estratégia mais pragmática, voltada para resultados nacionais, mesmo que isso implique rearranjos no cenário local.

 

 

Ao evitar qualquer definição antecipada, Patrícia Carlos mantém o PT em uma posição de independência e flexibilidade, impedindo que a sigla seja tratada como peça já definida no tabuleiro político maranhense.

 

 

Dessa forma, a publicação atua como um freio nas expectativas de apoio imediato a Felipe Camarão e reforça que a decisão sobre o governo do Estado ainda dependerá de negociações, alianças e do contexto político nacional nos próximos meses.

Com Informações: https://blogdomacielsilva.com.br

Canetas emagrecedoras podem reforçar “economia moral da magreza”

Professora da USP Fernanda Scagluiza discute padrões corporais

TV Brasil e Agência Brasil/São Paulo

A popularização dos medicamentos subcutâneos para o tratamento da obesidade, mais conhecidos como canetas emagrecedoras, tem sido acompanhada de intensos debates. Apesar de produzirem efeitos expressivos e de terem conquistado o endosso de diversas sociedades médicas, esses remédios também têm sido usados sem acompanhamento profissional, ou por pessoas que não apresentam obesidade.

 

 

Para a professora das faculdades de Saúde Pública e de Medicina Universidade de São Paulo (USP), Fernanda Scagluiza, o apelo das canetas nasce da “economia moral da magreza”.

 

 

Ela foi uma das entrevistadas do episódio O boom das canetas emagrecedoras, exibido pelo programa Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, na última segunda-feira (27).

 

 

Confira a entrevista para o Caminhos da Reportagem 

 

 

Caminhos da Reportagem: O que é a economia moral da magreza? Como ela se reflete em violência contra as pessoas gordas?

 

 

Fernanda Scagluiza: A economia moral significa que se atribuem significados diferentes a determinados corpos. Então, um corpo magro, um corpo sarado é visto como virtuoso, de uma pessoa que se esforçou para chegar até lá, que tem um grande controle e, com essas ferramentas, ela conseguiu aquele corpo.

 

 

Enquanto que, socialmente, um corpo gordo é visto como o de alguém preguiçoso, relaxado, que não tem força de vontade, não tem disciplina e outros estereótipos também muito perigosos, como falta de competência, falta de higiene, que não têm nada a ver com a realidade das pessoas.

 

 

E aí é como se as pessoas, quando entram no jogo social, tivessem uma quantidade de fichas diferentes no bolso. A pessoa que tem um corpo sarado, um corpo magro, está com muitas fichas. Então, ela tem relações sociais melhores no trabalho, na educação, nas relações amorosas. As coisas ocorrem com privilégios, enquanto, para as pessoas gordas, é o contrário. Sempre que você tem privilégio de um lado, você tem perda de direitos e opressão do outro.

 

 

Caminhos da Reportagem: De onde vêm esses padrões? 

 

 

Fernanda Scagluiza: Padrões de beleza geralmente existem desde muito tempo, e vão mudando conforme o período histórico. Mas o que eu acho mais interessante a gente pensar é que sempre que existir um padrão, a gente vai ter algo que é impeditivo à diversidade.

 

 

Se você olhar um lugar cheio de gente, você vai ver muita gente diversa. Então, se eu colocar um padrão, ou de extrema magreza, como está voltando agora, ou de uma magreza “saudável”, ou super musculoso, isso sempre vai deixar muita gente de fora.

 

 

E o objetivo é esse, deixar gente de fora para alimentar uma indústria que vai tentar vender soluções para isso. 

 

 

Caminhos da Reportagem: Podemos dizer que, hoje, nunca se é magro o suficiente?

 

 

Fernanda Scagluiza: Eu acredito que sim. Eu costumo dizer que toda gordura será castigada. É claro que as pessoas que têm um peso mais alto, que têm um corpo de fato maior, estão dentro de um sistema de violência, uma estrutura que a gente chama de gordofobia.

 

 

Esse sistema vai fazer de tudo para que essa pessoa fique de fora da sociedade, para que se enraize dentro dela a humilhação, a opressão e a falta de dignidade.

 

 

Então, essa pessoa certamente é a mais prejudicada. Mas mesmo as pessoas que não são gordas sofrem a pressão estética pela magreza. E isso pode ser mais ou menos intenso dependendo do lugar, do gênero, da classe social. De maneira geral, mulheres são mais atingidas, mas as pesquisas não são refinadas o suficiente, por exemplo, para gente entender diferenças entre mulheres cis, trans e travestis.

 

 

Mas hoje o que a gente está vendo é que qualquer gordurinha é um problema e é um motivo para você adquirir uma solução, que agora se vende como uma magreza farmacológica. 

 

 

Caminhos da Reportagem: Você acha que a gente estava começando a se desvencilhar da cultura da magreza extrema e que isso agora voltou forte com as canetas emagrecedoras?

 

 

Fernanda Scagluiza: Eu acho que sim. Mas eu acho que a gente não pode ser ingênuo. Acho que, a partir dos anos 2010, a gente começou a ter alguma mudança, com o movimento de positividade corporal, tentando passar a ideia de que a diversidade era importante. Mas por que eu falo que a gente não pode ser ingênuo? Esses espaços, na moda, por exemplo, foram conquistados muito a contragosto, e eles cederam uma cota para mulheres com um corpo um pouco maior, mas elas ainda tinham um formato de ampulheta, sem uma dobra de barriga, nada disso.

 

 

Agora, eu tenho uma impressão de que eles estão muito felizes, porque podem se livrar disso e voltar ao padrão da magreza extrema. Eu li outro dia uma reportagem dizendo que modelos de passarela, que normalmente já são supermagras, o que eles chamam de tamanho zero,  chegam para os desfiles de moda e as roupas têm que ser ajustadas, porque até as roupas tamanho zero estão muito largas nelas.

 

 

Isso é um cenário muito perigoso, especialmente para crianças e adolescentes, que são muito influenciáveis. Mas eu não acho que a gente estava no paraíso antes.

 

 

Caminhos da Reportagem: De que forma essa febre das canetas emagrecedoras tem afetado as conquistas das mulheres? 

 

 

Fernanda Scagluiza: A gente está vivendo uma época temerosa como mulheres. Eu nunca senti tanto medo, e eu sou uma mulher privilegiada.

 

 

A gente vive num país que é campeão em feminicídio, a gente é atravessada não só pelo machismo, mas pelo cis-hétero patriarcado o tempo todo. E tem um movimento muito conservador na política e na sociedade, com essas coisas de redpill e de tradwife, que seriam as esposas tradicionais.

 

 

E o que nós, mulheres, estamos fazendo? Nos preocupando com o tamanho das nossas barrigas, que a roupa que a gente queria usar não serve. Sempre se diz que fazer dieta é o maior sedativo político para as mulheres. E esse cenário todo de busca pela magreza extrema, com as canetas, é muito conveniente para esse movimento agressivo, violento, retrógrado. A gente fica voltada para isso e não para a luta que a gente precisa ter.

 

 

Caminhos da Reportagem: Você tem dito que estamos vivendo a medicalização do corpo saudável por padrões estéticos. Poderia falar sobre isso? Quais os efeitos na saúde mental dessa medicalização?

 

 

Fernanda Scagluiza: Medicalização é o seguinte: é quando uma coisa que é da esfera social passa a se tornar algo médico. Então, a alimentação é um fenômeno sociocultural desde sempre. A nutrição é uma ciência que existe há pouquíssimo tempo, mas as pessoas sempre comeram e sempre desenvolveram rituais em torno da comida.

 

 

E a gente passou a viver um tempo em que a comida deixou de ser isso e passou a ser remédio. Você vê as pessoas falando, por exemplo, “vou comer proteína”. Não, gente! Ninguém come proteína. Proteína é um nutriente. Você come um alimento que vai ter proteína ali dentro. Mas as pessoas estão enxergando dessa forma. Como se comida não existisse. E quando a gente entra na onda das canetas emagrecedoras, isso aumenta ainda mais. 

 

 

Em um estudo que a gente está submetendo para uma revista, a gente encontrou o seguinte: as mulheres que já tinham usado as canetas, elas usavam o termo “vacina contra fome”.

 

 

Então, a caneta fazia com que a fome se tornasse uma coisa opcional. Imagina, a fome, que está no nosso processo evolutivo desde sempre. Quais são os comportamentos que a gente vê a partir disso? Algumas pessoas passam a pensar assim: “eu não vou comer, mas eu preciso bater a meta de proteína, eu preciso beber água e eu preciso comer fibra, porque senão meu intestino não vai funcionar”. E isso é totalmente medicalizado.

 

 

Outro padrão que a gente encontrou é de algumas pessoas restringindo a alimentação o máximo possível. Por exemplo, se elas tinham um efeito colateral de náusea, ou vômito, elas meio que usavam esse efeito colateral para não comer. E aí eu lembro de uma frase em particular: “Foi esse o jeito que eu achei de fechar a boca num nível radical para conseguir emagrecer”.

 

 

Isso é perigosíssimo para a saúde das pessoas e é perigosíssimo para a nossa vida em sociedade. Como ficam todos esses rituais? Como fica o aspecto simbólico da alimentação? 

 

 

A alimentação saudável é um direito humano, só isso já devia ser suficiente. A alimentação saudável está relacionada com o jeito que a gente pensa, que a gente vive a vida, com a vitalidade do nosso corpo e com a proteção contra uma série de doenças. Então, muitas coisas podem acabar se perdendo nesse processo.  

Com Informações: https://agenciabrasil.ebc.com.br

Milton Santos, 100 anos: geógrafo negro teorizou sobre desigualdades

Estudos do intelectual seguem atuais no Brasil e no mundo

Rafael Cardoso – Repórter da Agência Brasil/ Rio de Janeiro

Em meio às grandes redes de supermercados em São Luís, no Maranhão, surgem mercadinhos e feiras populares adaptados à realidade de quem tem poucos recursos. O contraste entre os tipos de estabelecimentos e os modos de consumo revelam dinâmicas de exclusão e de desigualdade na cidade.

 

 

O cenário foi objeto de estudo de Livia Cangiano, pós-doutoranda na Universidade de São Paulo (USP), e professora colaboradora na Universidade Estadual do Maranhão (UEMA). Ela recorreu a uma teoria formulada na década de 1970 por Milton Santos.

 

 

Neste dia 3 de maio, são comemorados os 100 anos de nascimento do geógrafo. Ele faleceu em 2001, aos 75 anos, mas suas ideias continuam sendo referências para análises socioeconômicas no Brasil e no mundo.

 

 

A teoria de Milton divide a economia urbana em dois circuitos: superior, concentrado nas grandes empresas, com alto nível de tecnologia, capital e organização; e inferior, formado por pequenos comércios e serviços, com menor acesso a recursos, mas altamente adaptável às necessidades da população.

 

 

“É muito difícil para as pessoas da periferia deixarem o espaço onde vivem e se deslocarem até o centro para consumir. As populações que vivem na periferia abrem seus próprios comércios, quitandas, mercadinhos, pequenas lojas”, diz Livia.

Rio de Janeiro (RJ), 01/05/2026 –  Livia Cangiano, pós-doutoranda na Universidade de São Paulo (USP), e professora colaboradora na Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) Milton Santos, 100 anos: geógrafo negro teorizou sobre desigualdades
Foto: Livia Cangiano/Arquivo pessoal

Livia Cangiano, pós-doutoranda na Universidade de São Paulo (USP), e professora colaboradora na Universidade Estadual do Maranhão. Foto: Arquivo pessoal

 

“Para dar um exemplo, nesse circuito inferior, pensando em alimentação, é o lugar onde a pessoa que não consegue comprar a dúzia do ovo, consegue comprar um ovo apenas. Eles vendem separadamente. As formas de comércio são menos endurecidas do que em uma grande rede supermercadista, onde só seria possível comprar a dúzia”, exemplifica.

 

 

A atualidade da teoria também aparece em pesquisas fora do Brasil. O projeto de pesquisa do qual Lívia faz parte aplica as ideias de Milton às dinâmicas urbanas em Gana, na África, e em Londres e Paris, na Europa.

 

 

Biografia

 

 

Milton Santos nasceu em 3 de maio de 1926, em Brotas de Macaúbas, na Bahia, e se tornou um dos principais nomes da geografia mundial. Ele concluiu o bacharelado na Universidade Federal da Bahia (UFBA) e o doutorado na Universidade de Strasbourg, na França.

 

 

Exilado durante a ditadura militar, lecionou em universidades na Europa, África e América Latina, antes de retornar ao Brasil, onde consolidou sua produção intelectual. Foi professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade de São Paulo (USP).

 

 

Negro, enfrentou o racismo estrutural dentro da academia e construiu uma obra que redefiniu a forma de compreender o espaço geográfico, articulando economia, política e sociedade. Ele se tornou inspiração e referência para outros intelectuais negros, como a também geógrafa Catia Antonia da Silva, professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

 

 

“Eu sou uma mulher negra de 60 anos. Entrei na UFRJ na década de 80, onde a maior parte dos meus colegas na universidade não eram negros. Então, o Milton foi muito importante para a minha formação, não só do ponto de vista cognitivo e técnico, mas também na dimensão humana”, diz Catia.

Rio de Janeiro (RJ), 01/05/2026 – Catia Antonia da Silva, professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
Milton Santos, 100 anos: geógrafo negro teorizou sobre desigualdades
Foto: Catia Antonia da Silva/Arquivo pessoal

Rio de Janeiro (RJ), 01/05/2026 – Catia Antonia da Silva, professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Milton Santos, 100 anos: geógrafo negro teorizou sobre desigualdades Foto: Catia Antonia da Silva/Arquivo pessoal – Catia Antonia da Silva/Arquivo pessoal

 

A professora explica que a obra de Milton não trouxe como tema central a negritude, nem a dimensão política da relação entre classe social e raça. Porém, ele produziu uma teoria social crítica das desigualdades que ajuda a analisar as questões raciais. E nunca ignorou o tema quando era necessário se posicionar na vida pública.

 

“Ele dizia que o fato de ser um professor universitário não o impediu de viver experiências de racismo. Falava que os negros precisavam ter um esforço muito maior para o seu trabalho ter legitimidade. Mas ele nunca utilizou qualquer vitimização para se tornar um intelectual.”

 

 

Teorias das desigualdades

 

 

Além da teoria dos circuitos urbanos, o geógrafo trouxe ideias que aprofundaram a compreensão sobre as desigualdades. Para Milton Santos, o espaço nunca foi apenas o cenário onde a vida acontece, mas o resultado direto de decisões políticas e econômicas.

 

 

Isso significa que a distribuição desigual de infraestrutura nas cidades (como saneamento, transporte ou acesso à internet) não é acidental, mas fruto de escolhas que privilegiam determinados grupos e territórios.

 

 

Ao olhar para uma periferia sem serviços básicos ou para uma área valorizada com alta concentração de investimentos, o geógrafo propõe enxergar ali não um acaso, mas a materialização de relações de poder.

 

 

“Milton traz essa compreensão de uma geografia historicamente produzida pelos grandes aparatos do Estado. À medida que o capitalismo avança, processos de industrialização e urbanização no Brasil vão produzir desigualdades e destruição das economias locais. Seja do Nordeste, da Amazônia ou do interior dos estados. Determinados grupos sociais serão beneficiados pelo processo de modernização”, explica a geógrafa Catia.

Rio de Janeiro (RJ), 01/05/2026 – Milton Santos, 100 anos: geógrafo negro teorizou sobre desigualdades
Foto: Acervo Milton Santos/Divulgação

Rio de Janeiro (RJ), 01/05/2026 – Milton Santos, 100 anos: geógrafo negro teorizou sobre desigualdades Foto: Acervo Milton Santos/Divulgação – Acervo Milton Santos/Divulgação

No livro Por uma outra globalização, Milton Santos descreve um sistema vendido como promessa de integração e progresso, mas que, na prática, aprofunda desigualdades mundiais. Grandes obras de infraestrutura, como portos e corredores logísticos, conectam países e mercados, mas também reorganizam territórios locais, pressionam comunidades e ampliam a concentração de riqueza.

 

 

Outro conceito bem conhecido do autor, o “meio técnico-científico-informacional”, descreve como tecnologia, ciência e infraestrutura passaram a moldar o território. Na prática, isso se traduz em regiões altamente conectadas, com redes digitais avançadas e logística eficiente, convivendo com áreas onde faltam serviços básicos. Enquanto alguns espaços são preparados para atender às exigências do mercado global, outros permanecem à margem desse processo.

 

 

Futuros possíveis

 

 

Apesar dos diagnósticos críticos, Milton Santos também apontou caminhos de transformação. Ele defendia que as mesmas redes e tecnologias que ampliam desigualdades podem ser apropriadas por populações locais para criar alternativas econômicas e sociais.

 

 

Iniciativas comunitárias, uso de tecnologia em periferias e formas cooperativas de organização mostram, segundo o autor, que o território também pode ser espaço de resistência e reinvenção.

 

 

“Ele propõe uma leitura sobre o território brasileiro, trazendo ferramentas para que a gente pense concretamente nas desigualdades, que não fique apenas no plano teórico, mas que nos induza a ir a campo, a conversar com essas pessoas, a entender o cotidiano delas no espaço”, diz a geógrafa Livia.

 

 

“Além disso, ele faz uma proposta muito generosa para pensar o espaço, que é pensar o quanto a periferia urbana brasileira como um todo é capaz de produzir outras racionalidades de existência”, completa.

 

 

Eventos

 

 

O centenário de nascimento de Milton Santos será celebrado com um conjunto de eventos pelo país. As programações ocorrem em formato híbrido e reúnem pesquisadores, ativistas e o público geral para debater o seu legado e a atualidade de sua obra.

 

 

O Seminário Internacional Milton Santos 100 anos: um geógrafo do Século 21 acontece de 4 a 8 de maio na USP, com transmissão virtual. O encontro é feito em parceria com o Instituto de Estudos Brasileiros (IEB).

 

 

No Rio de Janeiro, o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (Neabi) do Sesc vai oferecer, ao longo do mês de maio, um ciclo de palestras sobre geógrafo.

 

 

A Universidade Federal do Tocantins realizará, entre os dias 26 e 29 de agosto, o evento Tocantins como Fronteira do Meio Técnico-Científico-Informacional, para debater, em âmbito internacional, o pensamento e a obra de Milton Santos.

Com Informações: https://agenciabrasil.ebc.com.br

Senadora petista levanta suspeita sobre voto de Ana Paula Lobato em indicação de Messias ao STF

A senadora Teresa Leitão (PT-PE) afirmou, em um grupo de WhatsApp ligado à corrente interna do partido, a CNB (Construindo um Novo Brasil), que a senadora maranhense Ana Paula Lobato (PSB) teria votado contra a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com Teresa Leitão, a suposta posição de Ana Paula Lobato contraria a orientação do PSB, que defendia a aprovação do nome de Jorge Messias. A parlamentar também sugeriu que o gesto representaria um desalinhamento com o grupo político ao qual a senadora maranhense está vinculada no estado, que atua pela consolidação da candidatura de Felipe Camarão ao governo.

 

“Foi contra! Não juro, porque (o voto) foi secreto. Mas tem todos os sinais”, declarou Teresa Leitão na mensagem compartilhada no grupo.

 

A repercussão da fala levou o deputado estadual Zé Inácio (PT) a divulgar publicamente o possível posicionamento de Ana Paula Lobato na votação. Até o momento, a senadora não se manifestou em suas redes sociais sobre o assunto.

 

Como o voto para indicação ao STF ocorre de forma secreta no Senado, não há confirmação oficial sobre o posicionamento individual dos parlamentares.

Com Informações: https://diegoemir.com