“O adeus emocionante aos quatro meninos de Paramirim comove o estado, suspende aulas e deixa um rastro de saudade e lições dolorosas sobre a vigilância na zona rural.”

Paramirim, no Sudoeste da Bahia, viveu um dia de profunda comoção durante o velório e o sepultamento das quatro crianças da mesma família que morreram afogadas na comunidade rural de Salina Branca, no domingo (30).
Familiares, amigos e moradores acompanharam a despedida dos meninos, identificados como os irmãos Jeferson Davi Silva Oliveira, de 9 anos; Jackson Diego Silva Oliveira, de 6; e José Diogo Silva Oliveira, de 3, além do primo Lorenzo Almeida Cardoso, de 8 anos.
Durante a cerimônia, os quatro caixões foram colocados lado a lado, em uma despedida marcada pela emoção e pela solidariedade à família. Representantes religiosos da região também participaram das homenagens.
A tragédia aconteceu quando as crianças brincavam em um cocho utilizado para alimentação de animais, que teria sido colocado na água e usado como uma embarcação improvisada. O recipiente se afastou da margem e acabou virando, fazendo com que as crianças caíssem no reservatório.
Uma quinta criança, de 11 anos, conseguiu nadar até a margem e sobreviveu. Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas e realizaram as buscas, localizando posteriormente os corpos das quatro vítimas.
Diante da tragédia, a Prefeitura de Paramirim suspendeu as aulas da rede municipal, já que as crianças estudavam na Escola Municipal Dalila Meira. O município também decretou luto oficial em razão da comoção provocada pela morte dos quatro meninos.
Hoje, os comentários gerais da comunidade e os focos de discussão giram em torno da imensa dor do sepultamento conjunto, do luto oficial decretado no estado e das discussões sobre segurança preventiva.
O clima na região e nas redes sociais é marcado por forte comoção, com os seguintes pontos em destaque:









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