A oposição de esquerda no Maranhão tenta emplacar uma falsa narrativa de que o candidato ao Senado Lahésio Bonfim (Novo) estaria fugindo ou rompido com o senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL). Essa versão, porém, não condiz com os acontecimentos recentes da campanha de 2026.
foto: (reprodução)
Por: Marcos Monteiro
Quem acompanha os bastidores da política no Maranhão já sabe: quando a oposição começa a perder terreno, a máquina de narrativas entra em ação. Nos últimos dias, blocos de esquerda tentaram emplacar uma fake news daquelas: a de que o candidato ao Senado Lahésio Bonfim (Novo) estaria “fugindo” ou rompido com o senador Flávio Bolsonaro (PL).
Mas a mentira tem perna curta, e os fatos desmascararam o plano de divisão.
Na última quarta-feira (23), direto de Barra do Corda, o próprio Lahésio Bonfim colocou os pingos nos is. Longe de qualquer recuo, o candidato deu uma demonstração de liderança e cobrou publicamente a união total da direita maranhense. O recado foi claro e estratégico: o foco é blindar o estado contra o avanço da esquerda.
O que realmente aconteceu (E o que tentaram te esconder)
Para você não cair no jogo da oposição, aqui estão os fatos reais que desmontam a narrativa de crise:
O motivo da ausência: A esquerda tentou usar a ausência de Lahésio na agenda de Flávio Bolsonaro em São Luís, na terça-feira (22), para inventar um “climão”. O que omitiram é que Lahésio cancelou seus compromissos públicos em respeito a um trágico acidente fatal na comitiva de Eduardo Braide (PSD).
Apoio blindado e reafirmado: Flávio Bolsonaro não só entendeu o momento delicado como veio a público na quarta-feira para sepultar os boatos, reafirmando o apoio integral à candidatura de Lahésio ao Senado. Além disso, o primeiro suplente de Lahésio, Maurício Rizzi, marcou presença no ato da capital representando o grupo.
O verdadeiro alvo: No encontro com lideranças conservadoras, Lahésio mirou no que realmente importa: a união. Ele direcionou a cobrança a Cidônio Gonçalves (PL) para alinhar os palanques. “Se nós fizermos campanha divididos, a esquerda vai ficar com as vagas”, alertou o ex-prefeito. O evento contou ainda com a força de Mariana Carvalho (PL), candidata a deputada federal.
A Estratégia do Desespero
O plano da oposição é puramente matemático. Como o Maranhão elege duas vagas para o Senado este ano, a única chance que a esquerda tem de vencer é ver a direita fragmentada e brigando entre si. Tentar criar um racha artificial entre Lahésio e o clã Bolsonaro é o golpe mais manjado da rodada para dispersar votos.
A resposta da direita veio em forma de maturidade política: o palanque continua unificado, o apoio de Bolsonaro está mantido e a estratégia agora é marchar sem divisões.
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