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Cerco se fecha contra Lula, após PF apontar que Lulinha faturava no governo

Lulinha em foto recente na imprensa e redes sociais espanholas.

Por: Cláudio Homberto

A crise que assombra Lula (PT) se agrava com a devastadora revelação, desta sexta (21), de que seu filho Lulinha é “destinatário de pagamentos” originados de contrato milionário que uma empresa de tecnologia obteve no governo do seu pai graças à sua interferência direta. Diálogos recuperados pela Polícia Federal da lobista Roberta Luchsinger apontam que os pagamentos eram de Cléber Ribas de Oliveira, da 3Structure, dona de contratos com Dataprev e Ministério do Desenvolvimento Social.

‘Despesas’ caras

 

 

 

Mensagens mostram Roberta pedindo dinheiro para “despesas de Lulinha” e cobrando pagamentos citando o filho do presidente.

Abrindo portas

 

 

 

Tem mensagem de Lulinha também: “Emite a NF pro Cleber”, que pagou ao menos R$ 2,5 milhões a lobista. Em troca ela abria portas no governo.

Cuidadora financeira

 

 

 

Lulinha reconhecia que a lobista “cuidava” de suas finanças e discutia viagens caras sem “dim dim nem origem”.

CPI do Lulinha

 

 

Indícios de sociedade oculta e tráfico de influência investigados pela PF fragilizam mortalmente o governo. E reforça pressão pela CPI do Lulinha.

Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha | Foto: Reprodução / Redes Sociais

Caso Lulinha pode envolver autoridade com foro

 

É carregada de significado a decisão do ministro André Mendonça de manter no Supremo Tribunal Federal (STF) os três inquéritos contra Fabio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, filho de Lula (PT), suspeito de crimes de tráfico de influência e corrupção, entre outros. Na avaliação de experientes magistrados de tribunais superiores, Mendonça não adotaria essa decisão, cuidadoso como é, não houvesse indícios de envolvimento de autoridades do mais alto escalão da República, com foro privilegiado.

 

 

 

Ele sabe o que faz

 

 

 

Mendonça recusou tão logo recebeu o pedido da PGR, revelando “absoluta segurança no que fez”, segundo ministro aposentado do STF.

 

 

Operação blindagem

 

 

 

Mandar o caso Lulinha para primeira instância já tinha virado campanha de parte da mídia ligada ao governo. O objetivo era blindar Lula.

 

Contrato lotérico

 

 

A minuta do contrato de R$626 milhões entregue a Marcola reforçaria a suspeita de que Lula, no mínimo, sabia das negociações do canabidiol.

Com Informações: https://diariodopoder.com.br

Categoria: Notícias