1. Casa e raiz política
Coroatá não é só mais uma cidade no mapa pra Ricardo Murad. É casa. É onde o nome da família ganhou peso. Foi lá que a esposa dele, Teresa Murad, se elegeu prefeita em 2012, com ele nos bastidores. Dali pra frente, a cidade virou o ponto de partida de tudo.
2. A marca que ficou: Saúde
Muita gente em Coroatá lembra de Murad pelo tempo em que ele comandou a Secretaria de Saúde do Maranhão. Foi uma época de obra, de convênio chegando, de hospital sendo reforçado. Na campanha de 2012, os adversários disseram que ele usou o cargo para ajudar a eleição de Teresa. O assunto foi parar na Justiça, virou processo. Mas na rua, o que ficou para muita gente foi a sensação de que “quando ele estava lá, as coisas andavam”.
3. Fama de quem entrega
O jeito dele na SES criou uma imagem que ele mesmo gosta de repetir: “aquele Ricardo Murad que comanda, que faz, que constrói e transforma”. Em Coroatá, esse discurso colou. É o tipo de capital político que não some fácil. Virou apoio popular, virou grupo fiel, virou base para voltar agora.
4. O tombo e a volta
O preço veio em 2017. A Justiça Eleitoral de Coroatá tirou os direitos políticos dele por 8 anos, por causa da eleição de 2012 e das tais obras e convênios. Os aliados chamaram de “vingança”. Ele caiu, mas não saiu do radar. E agora está de volta.
No fim das contas: Coroatá é o quartel-general de Murad. Foi onde ele fez o nome, primeiro na Saúde, depois com a prefeitura de Teresa. E é de lá que ele está tentando reconstruir o espaço no estado.
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