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GREVE: Adesão à greve geral cresce; saiba o que para nesta sexta

Sociedade civil se manifesta contra reformas trabalhista e previdenciária do governo Temer

Enquanto a equipe do presidente Michel Temer se apressa para aprovar as reformas trabalhista e da Previdência, a sociedade civil organiza uma greve gera para a próxima sexta-feira (28). Bancários, metroviários e motoristas de ônibus de São Paulo, professores da rede pública, petroleiros e servidores de diversas regiões do país já anunciaram que vão parar.

Além das categorias esperadas, professores de algumas escolas particulares, de São Paulo, Rio e Fortaleza, com o apoio de parte das diretorias, já confirmaram adesão. Aeronautas devem decidir sobre sua participação nesta quinta-feira (27), mas a paralisação não deve ser total.

Em São Paulo, a concentração está prevista para às 16h no Largo da Batata, na zona oeste da cidade, e deve seguir em passeata até a residência do presidente, no bairro de Pinheiros. Já no Rio, o ato começará às 17h, na Cinelândia, região central.

Confira a lista de algumas instituições que devem paralisar as suas atividades nesta sexta, segundo o El País:

O Sindicato dos Metroviários de São Paulo afirmou que irá aderir, e que as atividades nas linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 5-Lilás serão paralisadas por 24 horas. A linha 4-Amarela, administrada pela ViaQuatro deve operar normalmente. O Sindicato dos Ferroviários convocou assembleia-geral para decidir se adere ou não ao movimento. Os motoristas e cobradores de ônibus de São Paulo também aprovaram a adesão à greve.

O Sindicato dos Professores de São Paulo aderiu à paralisação, o que deve atingir grande parte das escolas particulares do Estado. O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado, que engloba a rede pública, também irá participar.

Já o Sindicato Nacional dos Aeronautas, entidade representativa de pilotos e comissários de voo, decidiu na segunda-feira decretar estado de greve. Na quinta-feira a categoria deve realizar nova reunião para deliberar sobre a paralisação, mas não deve parar totalmente.

O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, ligado à CUT, também declarou apoio à greve, e anunciou ações em fábricas de automóveis da região.

O Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região, também vai aderir à paralisação. Os trabalhadores dos Correios entraram em greve desde às 22h desta quarta por tempo indeterminado. Eles foram motivados pelas ameaças de privatização e demissões, além do possível fechamento de agências e o “desmonte fiscal” da empresa.

No Rio, fiscais, motoristas e cobradores de transporte público decidiram aderir à greve. A cidade deve ter os serviços de ônibus, BRT e VLT interrompidos. Os metroviários devem decidir nesta quarta, às 18h, a posição da categoria. Por decisão unânime, os bancários também cruzarão os braços. Participarão também da greve servidores públicos do Estado como os funcionários do Poder Judiciário que apenas atenderão demandas urgentes. Os agentes penitenciários não engrossarão a paralisação, mas convocaram os servidores de folga em uma caminhada para reivindicar questões específicas da categoria. Outros servidores públicos participarão de um ato, no centro da cidade às 17h, contra as medidas de austeridade do Governo do Estado, em grave dificuldade financeira para pagar até os salários.

Em Belo Horizonte, motoristas de ônibus paralisarão suas atividades em garagens e terminais, assim como o resto de trabalhadores rodoviários e os bancários. Os rodoviários e metroviários, uma das categorias mais combatentes, vão parar juntos, pelo menos, no Distrito Federal, no Recife, em Porto Alegre.

Em Pernambuco, a adesão será massiva, segundo a CUT. Metroviários, Polícia Civil, petroleiros, guardas municipais do Recife, enfermeiros, condutores de ambulância e até o sindicato dos porteiros devem parar.

Na Bahia, espera-se a adesão dos servidores públicos de saúde, rodoviários de Salvador, da Polícia Civil, dos petroleiros, professores da rede pública, metalúrgicos, bancários e servidores públicos estaduais.

Já no Ceará, o transporte, o comércio, petroleiros, professores e servidores públicos vão aderir à greve.

Em Mato Grosso, policiais civis, agentes penitenciários, servidores de saúde e professores da rede estadual prometem parar.

No Maranhão, espera-se a adesão de professores, trabalhadores rurais, servidores municipais e federais, funcionários dos Correios, profissionais da saúde e dos rodoviários.

Em Alagoas, professores do ensino público e particular, bancários, servidores federais e funcionários de transporte público de Maceió vão parar.

No Amazonas, profissionais da construção civil, Polícia Civil e petroleiros, além de professores universitários, rodoviários e bancários.

Em Pernambuco, rodoviários e metroviários, servidores e professores de universidades públicas já anunciaram a adesão.

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/

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