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PALAVRA DO PREFEITO: Em entrevista exclusiva ao blog, o prefeito de Caxias Fábio Gentil disse que querem inviabilizar sua gestão


O atual prefeito de Caxias, Fábio Gentil, concedeu uma entrevista exclusiva ao blog Caio Hostilio, hoje (25), onde falou da situação financeira, dos problemas encontrados na saúde, na educação, na infreaestrutura, no sumiço de documentos e processos da prefeitura, além do desaparecimento de todos os equipamentos de informática. Gentil falou ainda das auditorias e da sua luta por recursos que foram diminuídos após sua posse e da forma espúria para inviabilizar sua gestão. Fábio Gentil concedeu essa entrevista na porta da SES, onde estava lutando para reaver os recursos cortados, que são de grande importância para viabilizar a volta do funcionamento da UPA e o Hospital Geral de Caxias.

Qual a situação da Prefeitura de Caxias junto a Secretária de Saúde do Estado?

Fábio Gentil: Primeiramente quero dizer que estive com dois secretários do governo do Estado e ambos me afirmaram que qualquer deliberação para o município de Caxias vai depender da determinação do deputado estadual e presidente da Assembléia Legislativa Humberto Coutinho. É impressionante que só agora o município se encontra inadimplente, pois até o dia 31 de dezembro de 2016, Caxias estava adimplente. O que chama a atenção é que a inadimplência de agora é decorrente de um convenio de 2009, ainda na gestão do então Humberto Coutinho. Estou aqui na SES para resgatar os valores diminuídos do repasse da saúde de Caxias, que perdeu R$ 2 milhões mensal, sendo R$ 1,3 milhões destinados para Maternidade Carmosina Coutinho e R$ 600 mil para o funcionamento da UPA, que tiveram todos os seus funcionários demitidos no dia 28 de dezembro de 2016.

E qual é a situação dessas duas unidades hospitalares atualmente?

Fábio Gentil: Vale ressaltar que a UPA tem como princípio a entrada do enfermo, que diminui os custos com a saúde pública. Essa unidade está precisando urgentemente de uma reforma, visto que ficou completamente deteriorada e sem seus equipamentos… Simplesmente sumiram. Por outro lado, o Hospital Geral, que deveria está atendendo a urgência e emergência, está sucateado e seus equipamentos também sumiram. A Maternidade Carmosina Coutinho perdeu sua referência, pois tem como obrigação atender todos os municípios da região, principalmente em partos complicados e de alto risco. Os recursos foram cortados. Volto a dizer que o hospital geral está destruído e que o Unicor foi inaugurado e nunca funcionou um dia sequer.  
FONTE:http://caiohostilio.com/

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