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ACONTECEU EM BRASÍLIA: Senado aprova PEC do teto por 53 votos a favor e 16 contra



Proposta de emenda constitucional estabelece um limite dos gastos públicos para os próximos 20 anos

O Senado aprovou, nesta terça-feira (13), por 53 votos a favor e 16 contra, o segundo turno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece um teto para os gastos públicos para os próximos 20 anos.


A PEC já havia sido aprovada em primeiro turno pelo Senado, por 61 votos a 14, em 30 de novembro. Mas, por se tratar de uma mudança na Constituição, o texto ainda precisava passar por uma segunda votação. As informações são do G1.

Considerada por governistas como essencial para o reequilíbrio das contas públicas, é duramente criticada por senadores da oposição, sendo, inclusive, apelidada de “PEC da maldade”.

Durante a votação desta terça, menifestações foram registradas em pelo menos sete Estados do país.

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br

ACONTECEU: Jean Wyllys diz que foi chamado de ‘queima-rosca’ por Bolsonaro

Deputado do PSOL admitiu, nesta terça-feira (6), ter tentado acertar parlamentar do PSC com cusparada
O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) confirmou, nesta terça-feira (6), ter tentado cuspir no parlamentar Jair Bolsonaro (PSC-RJ) durante sessão no plenário da Câmara. Ele argumenta, no entanto, que sofreu ataque homofóbico antes do episódio. As informações são do HuffPost Brasil

Durane depoimento ao Conselho de Ética da Casa, onde ele responde a processo por quebra de decoro, Wyllys disse que foi chamado de “queima-rosca” por Bolsonaro. “Ele disse ‘queima rosca’ e quando virei ele virou para mim, levantou a mão e disse ‘tchau, querida'”.

“Uma das primeira injúrias praticadas contra nós, homossexuais masculinos, é usar termos femininos para nos ofender porque a homofobia tem a mesma origem do machismo”, contou.

O filho de Jair Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, também teria tentado cuspir contra Wyllys. O deputado do PSOL disse ter sido provocado pelo parlamentar do PSC em diversas ocasiões, sempre evitando se exceder em reações.

O episódio aconteceu depois que Bolsonaro homenageou o gerenal Alberto Brilhante Ulstra, que respondeu por um processo militar por tortura após a ditadura.

Wyllys foi alvo de seis representações na Corregedoria da Casa sobre o caso. Agora, cabe ao Conselho votar possível punição contra o deputado do PSOL, após análise de provas.
FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br