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Brandão e Roseana à frente na corrida ao Senado; sem eles, Roberto Rocha e Weverton Rocha lideram

Carlos Brandão e Roseana Sarney lideram sem serem candidatos; Roberto Rocha e Weverton Rocha à frente , mas com André Fufuca, Eliziane Gama, Pedro Lucas e Hilton Gonçalo brigando pela segundas vaga

 

A pesquisa Quaest confirma que nunca houve no Maranhão uma disputa para o Senado que, a pouco mais de seis meses das eleições, o quadro de candidatos não estivesse definido. A de agora se diferencia das demais em vários aspectos, a começar pelo fato de que os dois nomes que mais receberam intenções de voto, o governador Carlos Brandão (sem partido) e a deputada federal Roseana Sarney (MDB), até segunda ordem não são candidatos.

 

O primeiro cenário encontrado pelo levantamento incluiu os dois, e o resultado foi o seguinte: Carlos Brandão tem 23%, seguido do ex-senador Roberto Rocha (ainda sem partido), que recebeu 11%. O senador Weverton Rocha (PDT) 9%, está tecnicamente empatado com a senadora Eliziane Gama (PSD) e do ministro André Fufuca (PP) ambos com 8%, e com o deputado federal Pedro Lucas (União), com 7%.  O ex-prefeito de Santa Rita Hilton Gonçalo (Mobiliza) com 2%.

 

No segundo cenário, sem o governador Carlos Brandão, quem lidera é a deputada federal Roseana Sarney com 18%, seguida de Roberto Rocha (12%), tecnicamente empatado com Weverton Rocha (10%), que por sua vez aparece empatado com André Fufuca (8%), Eliziane Gama (8%), ambos medindo forças num empate técnico com Pedro Lucas (7%) e Hilton Gonçalo (4%).

 

Sem o governador Carlos Brandão e sem a deputada federal Roseana Sarney, o levantamento confirma tendência favorável ao ex-senador Roberto Rocha e ao senador Weverton Rocha, candidato à reeleição.

 

Com todos os outros levantamentos que investigaram a corrida ao Senado, a pesquisa Quaest mostra que o governador Carlos Brandão optou mesmo pelo sacrifício, que muitos não compreendem, abrindo mão de um mandato senatorial num momento em que senador ganha força e importância na República. Mas invocando mais uma vez o alto grau de imprevisibilidade da política, vale lembrar que o governador tem exatos 16 dias para mudar o curso da sua história.

Com Informações: http://reportertempo.com.br

Categoria: Notícias