foto: (reprodução)
Por: Pedro Barros
Todos nós sabemos o que é um intestino. É uma parte do corpo humano ou dos animais que fica dento dos corpos, buscando selecionar os nutrientes que mantêm as células e seus órgãos.
Escolhi esse título bem a propósito, pois quero aqui estabelecer uma comparação com um governo municipal.
Vejamos: existem gestores fissurados em construção de praças, embelezamento urbanístico, etc. Há de se bater Palmas prá eles também.
Mas, o bom gestor deve se preocupar com o intestino de sua gestão. Ou seja, o que adianta se ter uma cidade bonita, com prédios lindos, praças bonitas, escolas bem construídas, postos médicos bem construídos se o essencial não existe? Se no intestino desses prédios faltam: médicos, odontólogos, medicamentos, bons professores, boa merenda escolar, salários justos, enfim, tudo aquilo que se faz necessário para esses órgãos funcionem a contento?…
Esses órgãos só funcionarão bem, se forem bem nutridos e bem abastecidos. Cada gestor deve ter essa visão macro e exercer autoridade sobre seus subordinados. Sem isso, o próprio povo vai se afastando do governo.
Há quem diga que o que resolve mesmo, em termos eleitorais, é o dinheiro. Pois eu discordo; o dinheiro ajuda, mas o que resolve mesmo são ações concretas. O que resolve mesmo são os nutrientes que mantém os órgãos vivos. Sem isso não adianta nem tentar. Que sirva de alerta àqueles desavisados.
Sou Pedro Barros, ex-funcionário do Banco do Brasil, já aposentado.
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