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Pesquisa: 55,4% são favoráveis a impeachment no STF

O levantamento também mediu a percepção sobre a divisão política no país

Ministros do STF, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. (Foto: Gutavo Moreno/STF).

 

Rodrigo Vilela

Por: Rodrigo Vilela

Uma pesquisa do instituto Futura/Apex divulgada nesta terça-feira aponta que 55,4% dos brasileiros são favoráveis ao impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Outros 32,1% se dizem contrários à medida, enquanto 12,5% não souberam ou preferiram não responder.

 

O levantamento também mediu a percepção sobre a divisão política no país. Para 34,9% dos entrevistados, o Brasil está dividido e há cansaço com a situação. Já 25% afirmam que o país está dividido e se alinham ao ex-presidente Jair Bolsonaro, enquanto 22,2% dizem estar do lado do presidente Lula. Outros 12,4% consideram que não há divisão.

 

A pesquisa foi realizada por telefone com 2.000 eleitores entre os dias 7 e 11 de abril. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

 

O estudo foi financiado pelo próprio instituto e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), conforme exigido para levantamentos desse tipo.

Com Informações: https://diariodopoder.com.br

Artigo na Folha de São Paulo analisa perda de confiança no STF e critica decisões da Corte

Em artigo publicado na Folha de S.Paulo, a jornalista Lygia Maria analisa o cenário atual do Judiciário brasileiro e aponta uma crescente desconfiança da população em relação ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Com base em dados de pesquisas recentes, o texto discute a percepção de concentração de poder na Corte e levanta críticas sobre a atuação dos ministros, além de abordar episódios que, segundo a autora, contribuem para o desgaste da imagem da instituição.

 

 

ARTIGO NA ÍNTEGRA — LYGIA MARIA (FOLHA DE S.PAULO):

 

 

A imagem do Judiciário está corroída, e a mais alta corte do país tem papel nessa derrocada. Segundo pesquisa do Canal Meio e da consultoria Ideia, divulgada na quarta (8), 42,5% dos brasileiros acham que a concentração de poder no Judiciário é a maior ameaça à democracia no país —a corrupção dos políticos aparece muito abaixo, com 16,5%.

 

Em março, o Datafolha havia mostrado que 43% não confiam no Supremo Tribunal Federal, 38% confiam um pouco e 16% confiam muito. Em 2012, eram 32%, 51% e 16%, respectivamente.

 

A corte constitucional serve de baliza para as instâncias inferiores, e o que tem se visto nos últimos anos é um STF hipertrofiado, politizado e corporativista. Um STF abusivo, que avança na seara legislativa, promove censura e mina garantias fundamentais com o inquérito das fake news e atua como uma confraria em defesa dos seus membros e dos gastos exorbitantes de uma casta de servidores das carreiras jurídicas.

 

No final de março, o Supremo novamente resolveu legislar. Autorizou uma lista de penduricalhos, enquanto proibiu outros, e recriou o quinquênio no nível federal, uma benesse estúpida que premia juízes e procuradores a cada cinco anos, sem nenhuma avaliação de produtividade.

 

Já o escândalo do Banco Master veio coroar a desmoralização do STF. Na segunda (6), Alexandre de Moraes desengavetou uma ação, apresentada pelo PT em 2021, que altera as regras para acordos de delação premiada no país.

 

As mudanças podem impactar a delação de Daniel Vorcaro, ex-dono do banco, com quem tanto Moraes quanto o ministro Dias Toffoli têm conexões.

 

Em relatório, a Polícia Federal detalhou transferências financeiras entre a empresa da família de Toffoli, da qual ele é sócio, e fundos ligados ao Master. O escritório de advocacia da esposa de Moraes tinha um contrato milionário com o banco.

 

Quando a população não confia nas decisões dos tribunais, surgem a politização da Justiça, a instabilidade institucional e a insegurança jurídica. O Supremo, cego pelo poder, ignora o perigo da deterioração da sua imagem.

Com Informações: https://portaloinformante.com.br

Orleans no tabuleiro: números mostram força no interior, mas o jogo só começa

                                           foto: (reprodução)

 

Se a eleição para o Governo do Maranhão fosse hoje, o nome de Orleans Brandão já estaria na boca do povo — e nas planilhas dos institutos. Três pesquisas de março de 2026 contam a mesma história por ângulos diferentes: ele cresceu, incomoda e, para muita gente, já veste a faixa.

O que dizem as urnas de março

Paraná Pesquisas botou Orleans com 30,3% colado em Eduardo Braide, 34,6%. Com margem de 2,8 pontos, é empate técnico. Tradução: a briga está no fio da navalha.

Quaest mediu em vários cenários. Com Braide no páreo, Orleans fica entre 24% e 26%, firme no segundo lugar. Sem o prefeito de São Luís na disputa, ele dispara e assume a ponta com 31%.

Inop foi o que mais surpreendeu: cravou 37,52% para Orleans, colocando-o à frente de todo mundo.

E tem o dado que não sai na urna, mas pesa na rua: quando perguntam “quem você acha que vai ganhar?”, 37,3% dizem o nome de Orleans. É a tal percepção de vitória. O eleitor já enxerga no Palácio.

Por que o nome dele subiu tanto?

1. A máquina joga junto

Sobrinho do governador Carlos Brandão e secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans roda o Maranhão com a chave do cofre na mão. Tem prefeito aliado em quase todo canto do interior esperando a visita dele — e a obra que vem junto.

2. Curva de crescimento que assusta adversário

Analista político que é analista mesmo diz sem rodeios: nenhum pré-candidato cresceu tanto desde 2025 quanto Orleans. Ele atropelou outros nomes do grupo governista e virou “o cara” do Palácio.

O calo no sapato: São Luís e o segundo turno

Nem tudo é céu de brigadeiro. A mesma Paraná Pesquisas que mostrou empate no primeiro turno, testou o segundo: Braide 47,3% x Orleans 39,1%.

O recado é claro: Orleans reina no interior, mas Braide ainda é dono da capital. Para virar o jogo, o desafio de Orleans tem dois nomes: diminuir a própria rejeição na Ilha e furar a bolha do prefeito na classe média ludovicense.

Hoje, Orleans tem a máquina, tem o crescimento e tem a rua dizendo que ele ganha. Falta só convencer São Luís. A campanha mal começou, mas o xadrez já está armado.

Eleições 2026: Aliança no PL em Caxias une Paulo Marinho Júnior e Júlio Filho com articulação de Josimar Maranhãozinho

O ex-candidato a prefeito e pré-candidato a deputado federal Paulo Marinho Júnior (PL), em Caxias, firmou entendimento político com o pré-candidato a deputado estadual Júlio Filho, também do PL, de São José de Ribamar, com vistas às eleições de 2026.

 

A movimentação reforça o diálogo entre lideranças da mesma sigla e conta com a articulação do deputado federal e líder do PL no Maranhão, Josimar Maranhãozinho, indicando alinhamento interno e estratégia coordenada para o próximo pleito.

 

O entendimento, neste momento, tem como foco uma forte dobradinha no município de Caxias, onde ambos devem atuar de forma convergente na articulação política. Nos bastidores, o gesto é visto como mais um passo na formação de um grupo coeso dentro do partido.

Com Informações: https://tribuna98.com

Futura/Apex: Flávio abre mais de 5 pontos de vantagem contra Lula

Senador aparece com 48% das intenções de voto, contra 42,6% do petista

Flávio Bolsonaro e Lula Fotos: Edilson Rodrigues/Agência Senado // PR/Ricardo Stuckert

 

 

A pesquisa Futura/Apex divulgada nesta terça-feira (14) mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais. Na simulação direta entre os dois, Flávio registra 48% das intenções de voto, contra 42,6% de Lula.

 

Nos cenários de primeiro turno, Lula aparece à frente na maioria das simulações, mas com vantagem reduzida. Em um cenário com a presença do ex-governador Romeu Zema (Novo), o petista soma 39,8% contra 37,3% de Flávio Bolsonaro. Em outro, sem Zema, há praticamente um empate, com 38,4% para Lula e 38,2% para o senador.

 

Em um cenário de primeira rodada no qual Lula é substituído pelo ex-ministro Fernando Haddad (PT), Flávio lidera com folga, anotando 38,4% contra 21,3% do representante do PT. Já Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) pontuam em patamares menores, e registram, respectivamente, 7,4% e 4%.

 

Outras simulações de segundo turno também foram testadas. Quando Flávio Bolsonaro enfrenta Fernando Haddad, o senador tem larga vantagem, com 48,3% contra 34,8%. Já no embate entre Lula e Romeu Zema, o petista venceria por 44,8% a 38%. Ao enfrentar Ronaldo Caiado, o atual presidente também lidera, com 43,9% a 38,8%.

 

Em um confronto entre Haddad e Caiado, há uma diferença milimétrica, com 36,8% para o petista e 36,5% para o ex-governador. Já contra Zema, Haddad aparece numericamente à frente, com 38,4% contra 35,6%.

 

A pesquisa foi realizada entre os dias 7 e 11 de abril, com 2 mil eleitores em 895 cidades brasileiras. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08282/2026.

Com Informações: https://pleno.news

Vice-governador critica saúde do MA, mas esquece que pai foi investigado pela PF por esquema em hospital do Estado

                                    Phil Camarão e Felipe Camarão

O vice-governador do Maranhão, Felipe Camarão (PT), publicou um vídeo nas redes sociais criticando a saúde pública do estado. Ele só esqueceu de um detalhe: o que aconteceu em 2017.

 

O médico Louis Philip Moses Camarão, conhecido como Phil Camarão, pai do vice-governador, foi alvo de investigação da Polícia Federal na Operação Pegadores.

 

Na época, o site do Luís Pablo divulgou documentos da operação que citam o pai do vice como integrante de um esquema para beneficiar funcionários fantasmas na rede pública de saúde (reveja aqui).

 

Em interceptação telefônica, a federal ouviu o pai de Felipe Camarão falando sobre como burlar o ponto eletrônico nos hospitais, contratando uma outra empresa.

 

Felipe Camarão era secretário de Estado da Educação, no governo de Flávio Dino, período em que o pai atuava como diretor do PAM Diamante, unidade da rede estadual de saúde.

 

Phil Camarão foi apontado pela PF como mentor do esquema de pagamento a pessoas que não frequentavam o hospital. Ele chegou a ter suas contas bloqueadas por determinação da Justiça.

 

 

TAL PAI, TAL FILHO

 

 

Em um dos diálogos interceptados, Phil aparece conversando sobre a nomeação de fantasmas, inclusive tecendo comentários machistas sobre as nádegas de uma dessas servidoras. “Conheço, na hora que eu olhei identifiquei logo, pelo perfil glúteo”, disse o pai do vice-governador (reveja aqui).

O mesmo comportamento teve o filho no ano passado, com mensagens ofensivas e machistas contra a deputada Mical Damasceno, que exigiu respeito e pediu a renúncia de Felipe Camarão (reveja aqui).

Com Informações: https://luispablo.com.br

OPORTUNIDADE: São José de Ribamar abre concurso com 1.450 vagas e salários de até R$ 6,9 mil

O período de inscrição vai de 22 de abril a 22 de maio de 2026. A taxa de inscrição é de R$ 145,00 para todos os cargos

(Foto: Reprodução)

A Prefeitura Municipal de São José de Ribamar, no estado do Maranhão, publicou o edital do concurso público para contratação de professores em diversas áreas. Ao todo, são 950 vagas imediatas e 500 destinadas à formação de cadastro de reserva.

 

A contratação será realizada pelo regime estatutário, conforme a Lei Complementar nº 25/2011 e a Lei Municipal nº 900/2010. A jornada de trabalho será de 20 horas semanais para todos os cargos.

 

Cargos, vagas e salários

 

 

O concurso São José de Ribamar MA contempla exclusivamente cargos de nível superior na área da educação. Todos os postos oferecem remuneração inicial de R$ 6.914,37 para jornada de 20 horas semanais.

 

 

Distribuição de vagas por cargo

 

 

Confira a distribuição das oportunidades:

 

  • Professor da Educação Infantil: 118 vagas imediatas + 81 cadastro reserva

  • Professor Ensino Fundamental Anos Iniciais: 424 vagas imediatas + 282 cadastro reserva

  • Professor Ensino Fundamental Anos Finais (Arte): 20 vagas imediatas + 4 cadastro reserva

  • Professor Ensino Fundamental Anos Finais (Ensino Religioso): 10 vagas imediatas + 2 cadastro reserva

  • Professor Ensino Fundamental Anos Finais (Ciências): 29 vagas imediatas + 8 cadastro reserva

  • Professor Ensino Fundamental Anos Finais (Educação Física): 49 vagas imediatas + 22 cadastro reserva

  • Professor Ensino Fundamental Anos Finais (Filosofia): 15 vagas imediatas + 5 cadastro reserva

  • Professor Ensino Fundamental Anos Finais (Geografia): 17 vagas imediatas + 8 cadastro reserva

  • Professor Ensino Fundamental Anos Finais (História): 18 vagas imediatas + 7 cadastro reserva

  • Professor Ensino Fundamental Anos Finais (História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena): 12 vagas imediatas + 3 cadastro reserva

  • Professor Ensino Fundamental Anos Finais (Letras/Inglês): 46 vagas imediatas + 21 cadastro reserva

  • Professor Ensino Fundamental Anos Finais (Música): 12 vagas imediatas + 2 cadastro reserva

  • Professor Ensino Fundamental Anos Finais (Língua Portuguesa): 61 vagas imediatas + 13 cadastro reserva

  • Professor Ensino Fundamental Anos Finais (Matemática): 56 vagas imediatas + 24 cadastro reserva

  • Professor Especialista em Educação Especial: 48 vagas imediatas + 16 cadastro reserva

  • Professor Intérprete de Libras: 15 vagas imediatas + 2 cadastro reserva

 

Além da remuneração, os profissionais terão direito a benefícios e progressão de carreira, conforme o plano municipal vigente. O concurso São José de Ribamar MA será composto por três etapas principais, conforme previsto no edital.

 

 

Etapas do certame

 

 

  • Prova objetiva: de caráter eliminatório e classificatório, com pontuação de 0 a 100 pontos. Para aprovação, será necessário atingir, no mínimo, 60% de acertos e não zerar nenhuma das disciplinas.

  • Prova de títulos: etapa de caráter classificatório, destinada aos cargos de professor, que considera a formação acadêmica e a experiência profissional dos candidatos.

  • Prova prática: de caráter eliminatório e classificatório, composta por aula expositiva com duração de 20 minutos, voltada à avaliação didático-pedagógica.

 

As provas do concurso São José de Ribamar MA serão realizadas no município de São José de Ribamar, com possibilidade de aplicação em cidades próximas, conforme a demanda.

 

 

 Inscrições, prazos e taxa

 

 

As inscrições do concurso São José de Ribamar MA devem ser realizadas exclusivamente pela internet, por meio do site da banca organizadora, o Instituto JK.

 

O período de inscrição vai de 22 de abril a 22 de maio de 2026. A taxa de inscrição é de R$ 145,00 para todos os cargos, com pagamento até a data limite estabelecida para validação da inscrição.

 

Há possibilidade de isenção da taxa para candidatos inscritos no CadÚnico, doadores de medula óssea e mesários voluntários. O pedido deve ser realizado entre os dias 23 e 27 de abril de 2026.

Com Informações: https://oimparcial.com.br

Flávio quer subir rampa do Planalto com Bolsonaro e demais ‘perseguidos’

O senador Flávio Bolsonaro afirmou, durante evento no Rio Grande do Sul, que pretende subir a rampa do Palácio do Planalto acompanhado do ex-presidente Jair Bolsonaro e de “todas as pessoas perseguidas”, caso vença a eleição presidencial.

 

No discurso, ele também mencionou os condenados pelos atos de 8 de janeiro e defendeu a tramitação de propostas no Congresso relacionadas à anistia, acrescentando que a competência da matéria é do Legislativo e que acredita na aprovação após o resultado das urnas.

 

A fala veio no mesmo dia em que uma pesquisa do Datafolha, divulgada no sábado, dia 11, indicou cenário de empate técnico em um eventual segundo turno entre ele e Lula, com 46% e 45% das intenções de voto, respectivamente.

Com Informações: https://marrapa.com

Inquérito revisado por delegado reforça ausência de interferência de Jair Bolsonaro na PF

Polícia Federal (PF) concluiu novamente que não existem evidências de interferência indevida do ex-presidente Jair Bolsonaro na corporação. A revisão foi realizada na atual gestão, já durante o governo federal vigente.

Segundo o relatório, as provas reunidas ao longo da investigação não sustentam qualquer acusação criminal. Assim, o entendimento reforça a posição já adotada anteriormente pela própria PF.

 

 

Por que o inquérito foi reaberto pelo STF?

 

 

O caso foi reaberto por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. A investigação teve origem após declarações do ex-ministro Sergio Moro.

 

Na época, Moro afirmou ter sofrido pressões para mudanças em cargos de comando da PF. Essas alegações motivaram a abertura do inquérito para apurar possível interferência política.

 

 

O que diz o novo relatório da Polícia Federal?

 

 

O delegado Carlos Henrique Pinheiro de Melo destacou que o inquérito analisou fatos específicos, mas não encontrou elementos que justificassem responsabilização penal.

 

Segundo o documento, as diligências feitas à época dos acontecimentos foram suficientes para avaliar o caso. Ainda assim, nenhuma prova concreta foi identificada para sustentar as acusações.

 

 

Quais foram os principais pontos analisados pela PF?

 

 

A investigação considerou diversos elementos e tentou cruzar informações com outros inquéritos em andamento. Entre os principais pontos avaliados, estão:

 

  • Possível pressão política sobre cargos da PF

  • Relação com o inquérito das fake news no STF

  • Compartilhamento de provas com o Supremo Tribunal Federal

  • Declarações públicas e internas dos envolvidos

Antes da lista, a PF buscou verificar se havia conexão entre as suspeitas e outros processos relevantes, especialmente aqueles sob relatoria de Moraes, mas não encontrou indícios suficientes.

 

 

Como a relação com o inquérito das fake news foi investigada?

 

 

Um dos focos da apuração foi a possível ligação entre o caso e o chamado inquérito das fake news. A suspeita era de que mudanças na PF poderiam ter relação com investigações contra aliados políticos.

 

No entanto, segundo o relatório, o próprio ministro Alexandre de Moraes informou que não havia provas desse tipo de interferência dentro daquele procedimento específico.

 

 

O que acontece agora com o processo?

 

 

Com a nova conclusão da PF, o caso foi encaminhado ao procurador-geral da República, Paulo Gonet. Ele será responsável por decidir os próximos passos.

 

Entre as possibilidades estão a solicitação de novas diligências ou o arquivamento definitivo da investigação. A decisão final dependerá da avaliação do Ministério Público sobre o conjunto de provas.

Com Informações: https://terrabrasilnoticias.com

MUY AMIGO: O amigo bastante conhecido que deu ‘paca’ a Lula

Uma publicação de Rosângela da Silva, a Janja, no domingo de Páscoa provocou forte repercussão nas redes sociais. No vídeo, ela aparece preparando carne de paca para um almoço com Luiz Inácio Lula da Silva na Granja do Torto.

Durante a gravação, há uma breve troca de falas: “O que você está preparando para mim?”; “Estou cozinhando paca para você…com bastante alho, bastante tempero verde”.

 

A publicação gerou críticas, especialmente entre ambientalistas, que questionaram o consumo do animal. Diante da repercussão, Janja esclareceu posteriormente que a carne era proveniente de um criador autorizado pelo Ibama.

 

A explicação, no entanto, abriu espaço para novos questionamentos sobre a origem do produto. Segundo informações divulgadas pelo colunista Lauro Jardim, o fornecedor seria o empresário Emílio Odebrecht, que seria um dos principais criadores da espécie no país e tem relação próxima com Lula, incluindo o envio ocasional do animal como presente.

 

Procurado, o Palácio do Planalto não comentou o caso.

 

Emílio Odebrecht é engenheiro civil formado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e uma das figuras centrais na trajetória do grupo empresarial fundado por seu pai, Norberto Odebrecht.

 

Nascido em Salvador, em 1945, iniciou sua carreira ainda jovem na construtora da família, onde começou como estagiário na década de 1960.

 

Ao longo dos anos, ascendeu dentro da companhia até assumir a vice-presidência, em 1981. Na década seguinte, passou a ocupar o principal cargo executivo da organização, sucedendo o fundador.

 

Permaneceu à frente da empresa até 2002, quando deixou o posto, mantendo, no entanto, influência estratégica no grupo. Posteriormente, retornou ao comando em 2015, após a prisão de seu filho, Marcelo Odebrecht, durante as investigações da Operação Lava Jato.

 

Sob sua liderança, o conglomerado — hoje rebatizado como Novonor — se consolidou como um dos maiores grupos de engenharia e infraestrutura da América Latina. Em 2016, Emílio chegou a figurar entre os bilionários brasileiros em ranking da Forbes.

No mesmo ano, firmou acordo de colaboração premiada com a Procuradoria-Geral da República no âmbito da Lava Jato. As delações envolvendo executivos da empresa citaram centenas de políticos e tiveram grande impacto no cenário político nacional.

Com Informações: https://direitaonline.com.br