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GIRO PELO BRASIL: Adriana Ancelmo: da classe média ao luxo em poucos passos



Mulher de Cabral é suspeita de lavar dinheiro do esquema de desvio de verbas de obras do governo do estado do Rio
De moradora de um prédio de classe média baixa em Copacabana a frequentadora do salão de beleza Werner Maison, onde paga R$ 428 por um corte. Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador do Rio Sérgio Cabral, de 46 anos, vivia uma vida bem menos glamourosa do que revelou a Polícia Federal com a Operação Calicute no mês passado.

De acordo com o Extra, Adriana nasceu em São Paulo e chegou a viver com a família em Goiânia.

Cursou Direito na PUC Rio, onde garantiu a sua entrada na Assembleia Legislativa do Estado. Na universidade, conheceu Régis Fichtner, que foi seu professor. Quando Procurador-geral da Alerj, ele levou Adriana para ser sua assistente em 2001.

No mesmo ano, “Riqueza”, como é chamada por Cabral, conheceu o seu atual marido num elevador da Assembleia. Os dois já eram casados e decidiram se separar para viverem juntos em 2002. O casal tem dois filhos.

Conhecida por ser autoritária e ciumenta, Adriana aparece pouco e é vista por assessores e secretários com alguma antipatia.

Conquistas recentes

Segundo a reportagem, o patrimônio de Adriana multiplicou-se por dez nos dois mandatos do marido, de 2007 a 2014. Vale lembrar que o seu escritório de advocacia Ancelmo Advogados também vai muito bem. Curiosamente, a ascensão começou no mesmo período. 

Até 2010, Adriana era sócia do ex-marido, Sérgio Coelho, no Coelho, Ancelmo e Dourado Advogados.

A mulher de Cabral é suspeita de lavar dinheiro do esquema de desvio de verbas de obras do governo do estado do Rio. Há suspeitas de que ela tenha feito isso utilizando contratos de seu escritório.

FONTE:https://www.noticiasaominuto.com.br

ACONTECEU: Morre o poeta Ferreira Gullar, aos 86 anos

A causa da morte ainda não foi confirmada. O escritor estava internado no Hospital Copa D’Or, na Zona Sul do Rio

O poeta, ensaísta, crítico de arte, dramaturgo, biógrafo, tradutor e memorialista, Ferreira Gullar morreu aos 86 anos, neste domingo (4).
A informação foi confirmada pelo colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo. A causa da morte ainda nao foi confirmada. O escritor estava internado no Hospital Copa D’Or, na Zona Sul do Rio.

Ferreira Gullar foi, sobretudo, um poeta que participou de todos os acontecimentos mais importantes da poesia brasileira. Quarto dos 11 filhos do casal Newton Ferreira e Alzira Ribeiro Goulart, ele nasceu José Ribamar Ferreira no dia 10 de setembro de 1930 em São Luiz, no Maranhão.

Militante do Partido Comunista, exilou-se na década de 1970, durante a ditadura militar, e viveu na União Soviética, na Argentina e Chile. Retornou ao país em 1977 e foi preso por agentes do Departamento de Polícia Política e Social no dia seguinte ao desembarque, no Rio.

Foi libertado depois de 72 horas de interrogatório graças à intervenção de amigos junto a autoridades do regime. Depois disso, retornou aos poucos às atividades de critico, escritor e jornalista.A causa da morte ainda não foi confirmada. O escritor estava internado no Hospital Copa D’Or, na Zona Sul do Rio

O poeta, ensaísta, crítico de arte, dramaturgo, biógrafo, tradutor e memorialista, Ferreira Gullar morreu aos 86 anos, neste domingo (4).

A informação foi confirmada pelo colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo. A causa da morte ainda nao foi confirmada. O escritor estava internado no Hospital Copa D’Or, na Zona Sul do Rio.

Ferreira Gullar foi, sobretudo, um poeta que participou de todos os acontecimentos mais importantes da poesia brasileira. Quarto dos 11 filhos do casal Newton Ferreira e Alzira Ribeiro Goulart, ele nasceu José Ribamar Ferreira no dia 10 de setembro de 1930 em São Luiz, no Maranhão.

Militante do Partido Comunista, exilou-se na década de 1970, durante a ditadura militar, e viveu na União Soviética, na Argentina e Chile. Retornou ao país em 1977 e foi preso por agentes do Departamento de Polícia Política e Social no dia seguinte ao desembarque, no Rio.

Foi libertado depois de 72 horas de interrogatório graças à intervenção de amigos junto a autoridades do regime. Depois disso, retornou aos poucos às atividades de critico, escritor e jornalista.

FONTE:https://www.noticiasaominuto.com.br