Francisco Carlos de Oliveira, amplamente conhecido como Chiquinho Oliveira ou Chiquinho FC, é muito mais que um nome em Codó; ele é um ícone do empreendedorismo e da inteligência estratégica, cuja trajetória inspira e transforma. Natural de Sobral, no Ceará, sua vida é a prova viva de como a visão arrojada dos negócios e a capacidade de inovar, desenvolvidas ao longo de décadas no setor privado, podem ser o motor para uma gestão pública de excelência, gerando prosperidade e desenvolvimento para milhares.
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O TRABALHO
A verve empreendedora de Chiquinho FC começou a se desenhar em 1972, quando chegou a Codó. Dotado de uma leitura dinâmica e precisa do mercado, ele construiu, do zero, o que seria o Grupo FC Oliveira. Este conglomerado, que hoje abrange desde a fabricação de produtos de higiene até agricultura, pecuária, hotelaria, postos de combustíveis e reciclagem, é um case de sucesso que demonstra sua habilidade ímpar em identificar oportunidades, gerir desafios complexos e inovar constantemente. No setor privado, cada passo foi calculado, cada investimento uma estratégia bem-sucedida, sempre mirando na eficiência e na criação de valor.
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A VISÃO
A mente inquieta e perspicaz de Chiquinho FC não se contentou com os campos tradicionais. Em 2008, sua visão futurista o impulsionou a adentrar o ramo da comunicação, fundando a FC TV, afiliada do SBT em Codó. Essa expansão demonstrou não apenas sua adaptabilidade, mas também a inteligência em diversificar e impactar a comunidade por novas vias. E foi essa mesma inteligência forjada no mundo empresarial que o conduziu naturalmente à vida pública. Sua vitória como prefeito de Codó em 2024, pela coligação “Unidos por Codó”, não foi um acaso, mas a transferência direta de um modelo de gestão comprovadamente eficaz do setor privado para as necessidades da população.
Chiquinho Oliveira ao lado da esposa Teresinha Buzar
A FAMÍLIA
Casado com Teresinha de Maria Buzar de Oliveira e pai de Francisco Nagib Buzar de Oliveira e Francisco Carlos de Oliveira Junior, Chiquinho FC constrói um legado de sucesso tanto na família quanto em seus empreendimentos.
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O HOMEM PÚBLICO
Hoje, no comando da prefeitura de Codó, Chiquinho FC não faz nada menos do que replicar o rigor e a inteligência de sua gestão empresarial. Sua administração é a materialização de uma abordagem pragmática, organizada e com foco em resultados – marcas registradas de sua carreira. Isso se reflete em políticas que garantem salários em dia, valorizam o servidor público e promovem uma reestruturação robusta da infraestrutura, tanto na área urbana quanto rural, incluindo a reforma completa das escolas da rede pública. Sua liderança na prefeitura é a prova cabal de que a experiência empreendedora e a inteligência para solucionar problemas são as chaves mestras para transformar e elevar a administração pública.
Nosso blog Repasse Informativo, felicitamos o aniversário deste grande homem, cuja inteligência empreendedora e dedicação incansável ao trabalho, tanto público quanto privado, são a força motriz por trás da alegria, esperança e do desenvolvimento contínuo de nossa amada Codó. Parabéns, seu Chiquinho! Que a paz, saúde e prosperidade o acompanhem sempre, sob as bênçãos de São Francisco.
Orleans Brandão, Felipe Camarão e Lahesio Bonfim: pré-campanhas intensas, mas sem confrontos diretos e desgastantes
Enquanto forças oposicionistas e governistas travam uma guerra intensa nos bastidores, de onde eclodem, aqui e ali, denúncias destinadas a desgastar adversários, os três candidatos definidos a governador – o secretário de Assuntos Municipalistas Orleans Brandão (MDB), o vice-governador Felipe Camarão (PT) e o ex-prefeito de São padro dos Crentes Lahesio Bonfim (Novo) – se movimentam para ficar longe do tiroteio, ainda que petardos “perdidos” alcancem um ou outro ocasionalmente, e com frequência cada vez maior. Nesse exato momento, os três permanecem ilesos, aproveitando o tempo e as brechas para intensificar as suas pré-campanhas, que em alguns aspectos na ganharam o tom de campanha efetiva.
Provavelmente orientado pelo governador Carlos Brandão (sem partido), seu chefe e principal orientador, Orleans Brandão tem se desdobrado para não entrar em polêmicas, evitando tudo que possa colocá-lo numa situação incômoda ou de confronto direto e aberto com adversários. Aproveitou muito o Carnaval, mantendo contado diário com as centenas de milhares que se concentraram no Circuito Vem Pro Mar durante o reinado de Momo. Não entrou na ciranda de disse-me-disse causada pelo relatório da CGU sobre supostas irregularidades nas obras de prolongamento da Avenida Litorânea, nem disparou contra a oposição no movimento de reforço de ações que correm na Suprema Corte propondo a “desnomeação” do advogado Daniel Brandão, seu primo, do cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. Orleans Brandão se manteve no centro da movimentação política, mas longe de encrencas, que são muito comuns nessa fase prévia da corrida às urnas.
O vice-governador Felipe Camarão, por sua vez, não reduziu em nada a intensidade da sua programação de pré-campanha, cumprindo rigorosamente o roteiro dos “Diálogos pelo Maranhão” – o mais recente foi sexta-feira (13) em São Raimundo das Mangabeiras, onde repetiu sua plataforma de ação para o caso de chegar aos Leões. Felipe Camarão tem feito duras críticas ao atual Governo, mas todas pontuais, mantendo a linha. Os pontos fortes do seu discurso são os investimentos que pretende fazer nas áreas básicas, com o educação – tema que domina como poucos -, saúde, desenvolvimento social e infraestrutura. O vice-governador tem batido forte na tecla segundo a qual grande parte das obras do atual do Governo do Estado é fruto de parceria com o Governo Federal, falando sempre nas “obra do presidente Lula no Maranhão”. E não perde nenhuma oportunidade de reafirmar que disputará o Governo “em qualquer circunstância”.
Depois de um período em que quase diariamente disparava petardos verbais ácidos na direção dos outros ainda possíveis pré-candidatos, Lahesio Bonfim andou recolhido, preferindo manter-se ativo nas redes sociais, mas com postagens bem mais amenas. Dono de um discurso agressivo e provocador, Lahesio Bonfim tem também, por enquanto, se esquivado de atacar diretamente Orleans Brandão e Felipe Camarão, obedecendo a uma lógica quase cartesiana. Situado entre os dois, segundo as pesquisas, ora disparava contra o emedebista na tentativa de alcança-lo, ora na do petista, objetivando mantê-lo distante. O seu silêncio é denunciador, porque ninguém duvida de que ele está armazenando munição para disparar no tabuleiro depois de 4 de abril.
A cautela de Orleans Brandão e Felipe Camarão no sentido de evitar embates diretos tem a ver com o fato de que ainda é cedo para confrontos desgastantes. E pode estar relacionada ao fato de que a definição do PT em relação a quem apoiar para o Governo do Estado no Maranhão ainda depende de uma conversa definitiva do governador Carlos Brandão com o comando nacional do partido e com o próprio presidente Lula da Silva, que deve acontecer na primeira quinzena de março. Isso num cenário em que Orleans Brandão tem afirmado que sua candidatura é irreversível e no qual Felipe Camarão tem dito e repetido, em tom cada vez mais enfático, que não abre mão da candidatura.
A criança era filha do tabelião Aurino Rocha Luz e da empresária Cynara Ferreira, que se manifestaram através das redes sociais sobre a perda da filha.
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Nesse sábado (21), Marina Ferreira Rocha, de 7 anos, morreu na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital de Teresina, onde estava internada após sofrer um acidente doméstico no sítio da família. A criança era filha do tabelião Aurino Rocha Luz e da empresária Cynara Ferreira, que se manifestaram através das redes sociais sobre a perda da filha.
Em mensagem compartilhada no Instagram, os pais de Marina informaram que a jovem passou por um exame que não teve um resultado positivo e lamentou a partida precoce da filha.
“Nossa filha é uma menina especial que tocou a vida de todos que tiveram o privilégio de conviver com ela. O Deus misericordioso nos concedeu a bênção de sermos seus pais, e temos o coração cheio de gratidão por tudo o que vivemos ao longo desses quase oito anos de vida”, escreveu o casal.
A família também informou que autorizou a doação dos órgãos da criança, em um gesto de amor e solidariedade em prol de outras vidas. “Em meio a toda a dor deste momento, decidimos que, através da vida da Marina, outras vidas poderão ser abençoadas”, disse Aurino e Cynara.
A Prefeitura de Caxias (MA), por meio da Secretaria Municipal de Educação, Ciências e Tecnologia, torna público o resultado final com os candidatos classificados no Programa PROUNI Municipal, conforme o EDITAL Nº 02/2026, para o curso de graduação em Medicina, na modalidade presencial, em regime de parceria com a instituição de ensino superior UNIFACEMA – Centro Universitário de Ciências e Tecnologia do Maranhão.
MATRÍCULAS – As matrículas no Centro Universitário Unifacema devem ser realizadas no período de 21 a 23 de fevereiro de 2026. Neste sábado (21), o atendimento na instituição acontecerá apenas pela manhã, das 08h00 às 12h00. Já na segunda (23), o atendimento ocorrerá normalmente, das 08h00 às 21h00. Todos os documentos exigidos no edital devem ser apresentados no ato de efetivação da matrícula.
Iracema Vale, Andreia Rezende, Daniella Jadão, Florêncio Neto, Antônio Pereira, Davi Brandão, Adelmo Soares e Francisco Nagib reforçam o MDB e turbinam projeto de Orleans Brandão
A previsão do deputado federal Ildo Rocha de que o MDB sairá das urnas como partido majoritário na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal começou a ganhar formas ontem, com a confirmação da permanência da presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale, e a filiação de mais sete deputados: Andreia Rezende, Daniella Jadão, David Brandão, Francisco Nagib, Antônio Pereira, e Florêncio Neto e Adelmo Soares. Assim como a presidente da Alema, eles deixaram o PSB, que migrou para a oposição, e se mantiveram na aliança partidária liderada pelo governador Carlos Brandão (sem partido). Desde ontem, portanto, o MDB tem uma bancada de 10 deputados – os oito recém chegados e os dois já existentes, Ricardo Arruda e Kekê Teixeira, tornando-se a maior força no plenário da Assembleia Legislativa e irão para as urnas na linha de frente da candidatura de Orleans Brandão, que atuou fortemente na articulação para levar os parlamentares para o seu partido.
A migração desses deputados do PSB para o MDB começou a ser desenhada quando, há duas semanas, eles foram “desfiliados” do PSB. O primeiro movimento na direção do MDB foi feito pela deputada-presidente Iracema Vale, que fora convidada para ingressar no PT, que é a sua raiz partidária, que a queria também como candidata ao Senado. Foi um convite sedutor, que levou a chefe do Poder Legislativo a “balançar”. O distanciamento de parte do PT, que está alinhada à pré-candidatura do vice-governador Felipe Camarão (PT), em relação ao governador Carlos Brandão, de quem é aliada de primeira hora, levou Iracema Vale a transformar em definitiva, sua filiação “temporária” ao MDB. Antes, ela flertou com o PDT, ingressou no MDB à pedido do pré-candidato Orleans Brandão.
Os deputados que se converteram ao emedebismo, são todos donos de potencial eleitoral, detentores, portanto, de cacife para pleitear a reeleição. A deputada Andreia Rezende tem a região de Balsas como base principal, com influência também na região polarizada por Vitorino Freire. Daniella Jadão nasceu politicamente em Presidente Dutra, atua bem na região e estendeu seu espaço político e eleitoral até Caxias, onde é parte do grupo liderado pelo ex-prefeito Fábio Gentil. Adelmo Soares, que ocupa a vaga de Edson Araújo, tem seu forte eleitoral em Caxias e região.
Os deputados Florêncio Neto e David Brandão dividem o eleitorado de Bacabal, agora ampliado com a eleição do deputado Roberto Costa para a Prefeitura daquele município; ambos são adversários, mas chegaram à Assembleia Legislativa pelo PSB. O deputado Francisco Nagib, que tem berço político e eleitoral em Codó, permaneceu até pouto tempo no PSB, mas numa articulação feita por seu pai, o prefeito Chiquinho Oliveira (PT), retornou à base governista, agora pelo MDB. Um dos quadros mais experientes da Alema, o seu atual vice-presidente, o deputado Antônio Pereira vai tentar o sexto mandato, agora como representante do MDB.
Por orientação do presidente Orleans Brandão, o MDB divulgou nota saudando o ingresso da quase totalidade do PSB nos seus quadros. “Quando diferentes vozes se unem em torno de um propósito comum, quem ganha é o Maranhão e o Brasil. Sejam bem-vindos ao partido que constrói pontes, une forças e trabalha todos os dias por um futuro com mais equilíbrio, crescimento e oportunidades para todos”, diz a nota da agremiação, que além de Orleans Brandão e da presidente Iracema Vale, tem como principais referências o ex-presidente José Sarney e a ex-governadora e atual deputada federal Roseana Sarney.
Na semana que passou, o deputado federal Ildo Rocha, que tem posição destacada no comando do MDB, pertencendo inclusive ao Diretório Nacional, previu, em entrevista à TV Mirante, que o MDB projeta eleger nada menos que duas dezenas de deputados estaduais, ou seja, quase metade da Assembleia Legislativa. Sua previsão dificilmente se confirmará, mas não há dúvida de que o MDB sairá das urnas muita força política.
Lei do Superendividamento protege renda básica e dignidade financeira de idosos brasileiros
A Lei do Superendividamento para idosos é um marco importante na proteção financeira da população com 60 anos ou mais no Brasil. Ao estabelecer regras específicas para a concessão e a renegociação de crédito, a legislação busca evitar que aposentados e pensionistas comprometam quase toda a renda com dívidas e deixem de atender despesas básicas, garantindo que aluguel, alimentação, saúde e contas essenciais continuem sendo prioridade.
O que é a Lei do Superendividamento para idosos?
Superendividamento é a situação em que a pessoa física de boa-fé não consegue pagar todas as dívidas de consumo sem comprometer o mínimo existencial, isto é, o valor necessário para manter uma vida material básica. A legislação abrange idosos que tenham assumido contratos de crédito, parcelamentos ou serviços continuados e depois passaram a não ter condições reais de honrar esses compromissos.
Entre os principais pontos, a lei exige informações claras e completas antes da contratação, proíbe a omissão de riscos relevantes e obriga bancos e financeiras a avaliarem a capacidade de pagamento do idoso. Também foi criada a possibilidade de um processo de repactuação global de dívidas, em que todos os credores são chamados para tentar construir um plano de pagamento viável.
Idosos com dívidas podem pedir repactuação e frear cobranças abusivas (Créditos: depositphotos.com / Elnur_)
Como a Lei do Superendividamento protege o idoso?
A proteção trazida pela Lei do Superendividamento (Lei nº 14.181/2021) para idosos se manifesta desde a oferta de crédito até a renegociação de dívidas já existentes. A legislação combate a concessão irresponsável de empréstimos, especialmente o crédito consignado, e fortalece canais como Procons, Defensorias e Juizados Especiais para facilitar acordos.
Algumas salvaguardas previstas na lei, que reforçam a preservação da dignidade financeira do idoso, incluem benefícios específicos na forma de concessão, cobrança e renegociação de crédito:
Limitação de descontos excessivos sobre a renda mensal, preservando parte do benefício para gastos básicos.
Regras mais rigorosas para publicidade de crédito fácil, vedando promessas enganosas e ofertas insistentes.
Possibilidade de revisão judicial de contratos com condições abusivas ou desproporcionais.
Estímulo à renegociação coletiva, com um plano único que caiba no orçamento do idoso.
Quais dívidas são abrangidas pela Lei do Superendividamento?
A lei alcança a maior parte das dívidas de consumo assumidas de boa-fé, não se limitando a um tipo específico de obrigação. Ficam de fora, em regra, dívidas de natureza fiscal, alimentícia ou decorrentes de luxo evidente, privilegiando débitos ligados ao consumo cotidiano.
Entre as dívidas comumente protegidas estão parcelamentos de cartão de crédito, empréstimos pessoais (inclusive consignados), financiamentos de bens duráveis, contas de serviços essenciais e contratos de serviços continuados. Em todos os casos, avalia-se se houve comprometimento excessivo da renda e ausência de intenção de fraude por parte do idoso.
A lei garante prioridade ao básico e cria um caminho de renegociação (Créditos: depositphotos.com / ijeab)
Como funciona a renegociação de dívidas para idosos superendividados?
O procedimento de repactuação normalmente começa com a busca de orientação em órgãos de defesa do consumidor, Defensorias Públicas ou advogados. O idoso apresenta documentos que comprovem renda, gastos fixos e o conjunto de débitos, permitindo a elaboração de um plano de pagamento que respeite o mínimo existencial.
Esse plano é discutido em audiências de conciliação com bancos, financeiras e demais credores, podendo envolver alongamento de prazos, redução de juros e suspensão temporária de cobranças. Na falta de acordo, o Judiciário pode impor um plano, equilibrando o direito do credor e a subsistência do devedor.
A Lei do Superendividamento é suficiente para evitar novas dívidas?
A Lei do Superendividamento para idosos é um instrumento de proteção e reorganização financeira, mas não substitui práticas de educação financeira. Ela reduz riscos de abuso, melhora a transparência dos contratos e cria caminhos formais para renegociação.
Para evitar o retorno ao endividamento, é essencial o controle de gastos, o planejamento do orçamento e o cuidado com ofertas de crédito imediato. A combinação entre regras legais, fiscalização de práticas bancárias e informação clara fortalece a autonomia financeira dos idosos e contribui para uma melhor qualidade de vida.