Na política, dizem que o inimigo do meu inimigo é meu amigo. Em Caxias, a união entre Paulo Marinho Jr. e o clã dos Coutinhos é a prova viva disso. O que antes parecia impossível aconteceu: adversários históricos agora sentam à mesma mesa, de olho em 2026 e 2028. Mas, no chão da cidade, a pergunta que fica é: o eleitor vai comprar essa ideia?
De um lado, o cálculo é lógico. Unir dois sobrenomes de peso cria um “paredão” eleitoral difícil de derrubar. Se tudo correr como planejado, a dobradinha garante força agora e fôlego para a prefeitura lá na frente. É a busca pela estabilidade.
Do outro, o risco é o sentimento de “acordão”. Paulo Marinho Jr. sempre bateu no peito como a voz da renovação. Ao se juntar com quem sempre combateu, ele pode acabar confundindo quem acreditava no seu discurso de oposição. Além disso, as brigas internas nas famílias mostram que essa paz ainda é frágil.
No papel, os números dão vitória. Na vida real, o desafio será convencer o povo caxiense de que essa união é pelo bem da cidade, e não apenas um pacto de conveniência para manter o poder entre os mesmos de sempre.
Bancada da Câmara vai divulgar documento nesta terça (12); ministro Alexandre de Moraes acumula 50 pedidos de destituição no Senado desde 2021.
BRASÍLIA, 12 de maio de 2026 —A bancada da Oposição na Câmara divulga nesta terça (12), às 17h, mais um pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
O PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, pretende cobrar dos presidentes da Câmara e do Senado uma reação à decisão do magistrado de suspender a aplicação da Lei da Dosimetria para condenados pelos atos de 8 de Janeiro.
O líder do PL no Senado, Carlos Portinho (RJ), disse ao Poder360 que o pedido de impeachment de Moraes “está adormecido na gaveta” do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). “Mais de 42 assinaturas de apoio, ou seja, mais da metade do Senado apoia. Agora só falta a vontade política do presidente”, declarou.
Desde os desdobramentos do caso do Banco Master, Moraes e o ministro do STF Dias Toffoli foram alvos de 12 novos pedidos de impeachment: 6 cada. A Corte acumula pelo menos 102 ações em tramitação no Senado, onde os casos devem ser analisados.
O levantamento do Poder360, feito no início de abril, considerou os pedidos apresentados a partir de 4 de janeiro de 2021, quando Alcolumbre, durante o último mês de seu 1º mandato na Presidência, arquivou todos os pedidos de impeachment contra ministros do Supremo que tramitavam na Casa.
No período analisado, dos 102 pedidos feitos, 50 são contra Moraes. Ele é seguido por Gilmar Mendes (13), Dias Toffoli (12) e Flávio Dino (8).
O governador Carlos Brandão anunciou a instalação de antenas Starlink em cerca de 500 escolas, metade da rede pública estadual de ensino que ainda estava sem acesso à internet. Ao todo, são mil 1.071 unidades escolares estaduais. Com a medida, o Maranhão passa a contar com 100% de cobertura Wi-fi no sistema de ensino público estadual. A medida começa a ser implantada já no primeiro semestre de 2026 e representa um avanço decisivo na inclusão digital de estudantes e professores.
Além da conectividade, o Governo do Maranhão está realizando um amplo investimento em tecnologia educacional. Estão sendo entregues 250 mil tablets para estudantes da rede estadual — inclusive aos que concluíram o 3º ano do ensino médio em 2025 — e do Instituto Federal do Maranhão (IFMA), além da aquisição de 30 mil chromebooks para professores, todos com internet pronta para uso.
Brandão enfatizou a importância da medida e comentou sobre este grande investimento para a educação maranhense. “A iniciativa fortalece o processo de ensino e aprendizagem e amplia o acesso a conteúdos digitais, plataformas educacionais e novas metodologias pedagógicas. Internet é ferramenta básica de aprendizagem, e o nosso compromisso é simples e claro: dar capacitação, formação e competitividade aos nossos alunos”, afirmou o governador.
Para a secretária de Estado da Educação, Jandira Dias, a conectividade é hoje uma ferramenta essencial para garantir igualdade de oportunidades na educação. “Levar internet de qualidade para as escolas significa democratizar o acesso ao conhecimento, fortalecer o trabalho pedagógico e preparar nossos estudantes para os desafios do presente e do futuro. É um passo fundamental para uma educação mais moderna e inclusiva”.
O secretário de Estado da Administração, Guilberth Garcês, ressaltou o compromisso do governo com investimentos estruturantes. “Esse é um investimento estratégico, planejado e responsável, que une tecnologia, educação e desenvolvimento social. Estamos garantindo que os recursos públicos cheguem onde realmente fazem a diferença: na sala de aula”.
Já o presidente da Agência Estadual de Tecnologia da Informação (ATI), Leandro Costa, explicou que a escolha da tecnologia garante conexão mesmo em áreas de difícil acesso. “As antenas Starlink permitem levar internet de alta velocidade para escolas localizadas em regiões remotas, onde outras soluções não chegavam. Isso assegura estabilidade, qualidade de acesso e condições reais para o uso pedagógico da tecnologia”, ponderou.
Com a iniciativa, o Governo do Maranhão reafirma o compromisso de investir em educação, inovação e inclusão digital, criando um ambiente mais justo, conectado e preparado para o futuro, onde aprender bem também significa estar conectado.
Um menino de 11 anos foi encontrado morto na casa em que vivia com a família, na noite dessa segunda-feira (11/5), no bairro Cidade Kemel, zona leste de São Paulo. Segundo a Polícia Militar (PM), o pai da criança, Chris Douglas (foto em destaque), foi preso e admitiu que “acorrentava o filho para ele não sair de casa”. Dois irmãos da vítima, de 2 e 12 anos, foram acolhidos pelo Conselho Tutelar.
O caso veio à tona depois que socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) notificaram a PM sobre um garoto morto com suspeita de maus-tratos.
No local, policiais encontraram Kratos Douglas caído no chão, próximo da cama de um dos quartos do imóvel, com hematomas nos braços, nas mãos e nas pernas.
O pai de Kratos afirmou, em depoimento aos PMs, que tinha o hábito de acorrentar o filho para impedi-lo de ir à rua. Negou praticar outro tipo de violência ou tortura contra o filho morto.
O menino morto não estava matriculado na escola. Além disso, apresentava sinais de desnutrição.
Segundo a polícia, a madrasta e a avó paterna da vítima verbalizaram ter ciência de que o menino era acorrentado e que nada faziam a respeito. Elas não foram presas, mas serão investigadas por tortura.
Outras duas crianças foram encontradas na casa. Uma delas têm diagnóstico de autismo. A residência passou por perícia.
Fontes ligadas ao caso contaram ao Metrópoles que a família saiu de Bauru em 2024 e morava na capital paulista desde então.
A Polícia Civil registrou o caso como tortura e segue investigando o ocorrido.
A democracia brasileira atravessa período de sombras institucionais. A decisão do ministro Alexandre de Moraes de vetar discussões legislativas sobre a dosimetria das penas aplicadas aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro não representa episódio isolado, mas o ápice de um processo contínuo de asfixia do debate público.
foto: (reprodução)
Por: Ney Lopes
Ao avançar sobre o coração do processo legislativo, o Judiciário envia recado político constrangedor, de que os representantes do povo podem falar, desde que não questionem o establishment togado.
Não houve golpe de Estado
Na visão pessoal de quem durante anos lecionou Direito Constitucional em universidades, a análise jurídica parte de um ponto essencial: os acontecimentos de 8 de janeiro não preencheram os requisitos de golpe de Estado.
A configuração desse crime pressupõe capacidade operacional, apoio militar organizado e projeto concreto de tomada e manutenção do poder — elementos ausentes naquele episódio. O que ocorreu foi grave desordem pública. Tais condutas exigem punição firme e proporcional, mas não autorizam a construção de uma narrativa jurídica artificial.
Sem a caracterização efetiva do crime de golpe, penas de 14 ou 17 são desproporcionais e incompatíveis com os fundamentos do Estado de Direito.
Metáfora da navalha
Nesse ambiente de distorção, a mordaça imposta ao debate legislativo revela sua face mais perigosa. Surge a metáfora da navalha. Diferentemente do martelo, que constrói, ou da balança, que equilibra, a navalha apenas corta. E quando esse corte alcança decisões legitimadas pelo voto popular, ele fere o tecido institucional da República, aprofunda polarizações e corrói a confiança coletiva na harmonia entre os Poderes.
A hipertrofia do Judiciário
Diante dessa hipertrofia jurídica, o Congresso Nacional possui não apenas o direito, mas o dever constitucional de reagir em defesa de suas prerrogativas.
Em última análise, quando uma decisão impede até mesmo a discussão sobre proporcionalidade penal, a mensagem transmitida ao país é devastadora: certos temas não podem sequer ser debatidos, porque já foram sacralizados pelo poder togado. Isso não fortalece a democracia. Isso a intimida. E toda democracia intimidada começa perdendo a voz antes de perder a liberdade. Afinal, já se disse que “quando o Parlamento perde a coragem de falar, a democracia começa a aprender o idioma do “medo” — sobretudo quando já não encontra forças sequer para dizer, em voz alta, que o rei está nu.
Ney Lopes – jornalista, advogado, ex-deputado federal, ex-presidente do Parlamento Latino Americano e procurador federal.
Vereador Catulé proferiu falas preconceituosas e ofensivas e pode responder criminalmente
Por: Marcos Monteiro
A tribuna da Câmara Municipal de Caxias, historicamente o palco da democracia local, transformou-se em um cenário de hostilidade e retrocesso. O vereador Catulé voltou ao centro de uma tempestade de críticas após um discurso que, para muitos, deixou de ser um debate político para se tornar um festival de ataques pessoais, preconceito e desumanização de adversários.
O Peso da Palavra que Fere
O momento mais crítico ocorreu quando o parlamentar utilizou condições de saúde mental como munição política, associando o prefeito a transtornos psicológicos de forma pejorativa. O impacto da fala ecoou muito além das paredes do Legislativo, atingindo em cheio o coração de milhares de famílias caxienses que lutam diariamente contra o estigma e o sofrimento psíquico.
Para quem convive com o desafio da saúde mental, a fala de Catulé não foi apenas um ataque ao prefeito, mas um golpe na dignidade de quem busca inclusão. Utilizar a dor e a vulnerabilidade alheia como “insulto” é um ato que expõe uma preocupação profunda sobre o preparo emocional de quem detém o poder da palavra pública.
Intolerância em Foco
A agressividade do vereador não parou por aí. Declarações de cunho homofóbico direcionadas ao colega parlamentar Leo Barata incendiaram as redes sociais e acenderam um alerta sobre a segurança e o respeito às diversidades dentro da Casa do Povo. Em um país onde a homofobia é crime, ver o preconceito ser proferido sob o manto da imunidade parlamentar fere o princípio básico da igualdade.
O Limite da Lei e a Resposta das Redes
Especialistas jurídicos alertam: a linha entre a crítica política e o crime de injúria e difamação é tênue. O discurso de ódio e a discriminação podem levar o caso para além do Conselho de Ética, atingindo as esferas criminais.
Nas ruas e no ambiente digital, o sentimento é de exaustão. “Queremos propostas, não ofensas”, resumem internautas indignados. O episódio deixa uma cicatriz na política de Caxias e levanta uma questão urgente: até quando o preconceito será aceito como ferramenta de debate?
O silêncio das autoridades agora será medido pelo peso da resposta que a sociedade exige. Afinal, a política deve servir para construir pontes, não para destruir reputações através da intolerância.
Somente 30% dos servidores municipais são efetivos
foto: prefeita Maria do Carmo Cavalcante Lacerda
Após pedido do Ministério Público do Maranhão (MPMA), a Justiça determinou, em 10 de março, que a Prefeitura de São João do Sóter adote, no prazo de 60 dias, providências para a regularização do quadro de servidores da administração municipal. O município de São João do Sóter é termo judiciário da comarca de Caxias.
A administração municipal possui 367 servidores efetivos enquanto o número de contratados e comissionados chega a 846, correspondendo a 70% do quadro de pessoal. Os últimos servidores admitidos por meio de concurso público ingressaram na administração em 2015.
A decisão, proferida pelo juiz Jorge Antonio Sales Leite, atende às solicitações feitas pelo titular da 1ª Promotoria de Justiça de Caxias, Francisco de Assis da Silva Júnior, em Ação Civil Pública com pedido de liminar, ajuizada em 16 de junho de 2025.
O Município foi intimado para que se pronunciasse sobre os pedidos do Ministério Público, mas não apresentou qualquer manifestação. Além disto, mesmo tendo sido notificada em abril deste ano, a Prefeitura ainda não cumpriu nenhuma determinação.
MEDIDAS
A lista de medidas inclui a apresentação de um plano de gestão de pessoal, com diagnóstico do quadro de pessoal e identificação de cargos vagos e ocupados irregularmente; cronograma para realização de concurso público, com publicação do edital em até 60 dias após a entrega do plano de gestão.
Entre as providências estão, ainda, a suspensão de novas contratações, a proibição imediata de celebrar novos contratos temporários para vagas de natureza permanente, além do planejamento para substituição gradual dos servidores temporários pelos aprovados no novo certame.
A multa por descumprimento foi estabelecida no valor de R$ 5 mil diários, a serem pagos pessoalmente pela prefeita Maria do Carmo Cavalcante Lacerda.
Eduardo Braide, Orleans Brandão e Lahesio Bonfim vão medir prestígio na Agrobalsas
Balsas, o epicentro do agro, cidade que ganha musculatura econômica e política a cada safra de soja, milho e algodão, será destino certo na agenda dos pré-candidatos a governador Eduardo Braide (PSD), Orleans Brandão (MDB) e Lahesio Bonfim (Novo). Isso porque a cidade, que abriga 101 mil habitantes, dos quais 70 mil são eleitores, exerce influência econômica e política em toda a região Sul do estado. Essa condição geopolítica e econômica deu a Baldas um perfil político que vai do centro-esquerda à direita dura, o que exige dos aspirantes ao Palácio dos Leões um grande esforço para ganhar a maioria do eleitorado. De ontem até sábado (16), a cidade será o epicentro econômico do estado com a realização da tradicional Agrobalsas, que atrai visitantes das mais diversas regiões maranhense, e também do chamado Matopiba, a mega região produtora de grãos formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.
Balsas hoje vive uma clara divisão em relação à corrida ao Palácio dos Leões. Ali, o prefeito Alan da Marisol (PRD) está alinhado com o governador Carlos Brandão (sem partido) e apoia declaradamente a pré-candidatura de Orleans Brandão, juntamente com a deputada Andrea Rezende (MDB). O governador fez uma série de investimentos no município, sendo que o maior deles foi o complexo industrial da Inpasa, que produz proteína vegetal, que conseguiu com o apoio do vice-presidente Geraldo Alckmin. Na avaliação de governistas, o governador Carlos Brandão é dono de grande prestígio em Balsas, cultivando bom relacionamento com os produtores do agro.
No contraponto, Eduardo Braide conta com o apoio declarado e firme do médico ex-prefeito Eric Silva (PSD), que comandou o município por oito anos e cuja liderança é sólida e expressiva no município, juntamente com a sua esposa, a deputada estadual Viviane Silva (PSD). Eduardo Braide trabalha para transformar Balsas numa forte base de sustentação, numa ação que veio à tona durante a edição da Agrobalsas de 2025, quando ele, ainda prefeito de São Luís e sem sinalizar que seria candidato a governador, desembarcou na cidade, se reuniu com políticos e deu entrevistas com o de estivesse se sentindo em casa.
Informações não confirmadas deram conta, ontem, de que os Orleans Brandão e Eduardo Braide visitarão a freira, que reúne políticos e empresários de toda a região, como deputados federais e estaduais, prefeitos e vereadores.
O pré-candidato Lahesio Bonfim vem tentando entrar nessa briga, mas todas as informações que circularam até agora dizem que nesse momento há uma disputa quase polarizada entre Orleans Brandão e Eduardo Braide, que pode se refletir em vários municípios da região. Médico com empreendimentos, o pré-candidato do Novo é visitante contumaz da Agrobalsas, que visitou no ano passado no dia seguinte à visita-surpresa de Eduardo Braide. Vai agora em busca de reforço ao seu projeto de candidatura.
Na esteira dos três pré-candidato a governador, pelo menos três pré-candidato a senador visitarão a Agrobalsas, o senador Weverton Rocha (PDT), que já teve forte lastro político e eleitoral quando Eric Silva foi prefeito pelo PDT, tendo também o apoio do deputado federal Márcio Honaiser, que trocou o PDT pelo Solidariedade; o deputado federal e ex-ministro André Fufuca (PP), que apoiou o candidato a prefeito que ficou em segundo lugar, mas mantém aliados; e o ex-senador Roberto Rocha (Novo), cuja raiz política, plantada pelo seu pai, o ex-governador Luiz Rocha está fincada naquele município, onde o ex-governador foi prefeito e o irmão do ex-senador, Luiz Rocha Filho, também comandou o município.
É grande no meio político a expectativa relacionada com a ida dos pré-candidatos a governador à Agrobalsas. Isso porque o desempenho de cada um terá reflexos em toda a região sul, com ecos da região Tocantina.
O Ministério Público do Maranhão realizará, na próxima quarta-feira, 13, às 11h, o julgamento de recursos da etapa oral e de tribuna do Concurso Público para Ingresso no MPMA.
A convocação foi feita pelo presidente da Comissão de Concurso e procurador-geral de justiça, Danilo José de Castro Ferreira, por meio de despacho assinado nesta sexta-feira, 8.
Além do julgamento dos recursos, a Comissão também tratará de outros assuntos relacionados, entre os quais a deliberação do cronograma conclusivo do concurso.
Ex-presidente nacional do PT de Lula tem quase quatro vezes mais rejeição que 2º mais rejeitado ao Senado
Por: Davi Soares
O projeto da deputada federal Gleisi Hoffmann (PT) de se tornar senadora pelo Paraná tem rejeição de 47,5% dos eleitores paranaenses, que a colocam em 3ª posição nos três cenários estimulados da disputa por duas vagas ao Senado. É o que dizem os números da Paraná Pesquisas, divulgados nesta segunda-feira (11).
A ex-presidente nacional do PT e que foi ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais do presidente Lula (PT) tem quase quatro vezes mais rejeição que o segundo mais rejeitado pelos paranaenses ao Senado, o ex-senador e ex-governador Álvaro Dias (MDB), rejeitado por 12,6% dos entrevistados.
O terceiro mais rejeitado é o ex-procurador da República, Deltan Dallagnol (Novo), com 10,3%; seguido pelo deputado federal Filipe Barros (PL), com 6,2%; e os demais pontuam abaixo dos 5,8% de rejeição do deputado estadual Alexandre Curi (PSD).
A pesquisa foi registrada junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo PR-00323/2026, para os cargos de governador e senador. E é resultados de entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais pela Paraná Pesquisas com 1.500 eleitores em 57 municípios paranaenses, entre os dias 08 e 10 deste mês de maio de 2026. Tal amostra representativa do Estado do Paraná atinge um grau de confiança de 95,0% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2,6 pontos percentuais para os resultados gerais.