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Direto de Brasília: Mãe de aluna agride educadora em escola; motivo seria desmaio da menina. Vídeo

Câmeras de segurança de um colégio em Ceilândia, no Distrito Federal, registraram o momento em que uma educadora social é agredida pela mãe de uma aluna da unidade de ensino. O caso ocorreu ontem.

De acordo com a Polícia Civil, a mulher fugiu após as agressões. Porém, foi presa e levada para a 23ª Delegacia de Polícia, em Ceilândia. A ocorrência foi registrada como “vias de fato, ameaça e desacato”. Em seguida, a mãe da estudante assinou um termo circunstanciado e foi liberada em seguida.

Conforme mostram as imagens da câmera, a mãe e a educadora discutiram por quase 2 minutos, até que a primeira deu um tapa na cara da segunda. A voluntária não reagiu. Um professor de educação física então ajudou a educadora, e a mãe foi embora. Toda a cena foi presenciada pela aluna de 10 anos.

Ao UOL, a educadora social de 29 anos, que faz trabalho voluntário no colégio Caic Bernardo Sayão, afirmou que a briga aconteceu um dia depois de a menina passar mal durante uma atividade. A educadora perguntou então se ela havia se alimentado direito, o que teria irritado a mãe.

“No dia anterior ao tapa, a aluna passou mal e desmaiou. Perguntei se ela tinha se alimentado, porque fiquei preocupada. No dia seguinte, a mãe chegou furiosa, me ameaçando”, disse a educadora.

À polícia, a mãe afirmou que foi à escola conversar com a direção sobre o ocorrido. Segundo o boletim, a mãe declarou que “ninguém é obrigado a comer”. Ela assumiu o tapa, mas disse que, antes, a educadora a empurrou e chutou. As imagens divulgadas não mostram as supostas agressões da voluntária.

Secretaria diz não tolerar atos de violência.

A educadora afirmou que pretende entrar na justiça contra a mãe pedindo danos morais.

Secretaria diz não tolerar atos de violência Em nota, a Secretaria de Educação do Distrito Federal informou que a equipe gestora da escola prestou assistência à profissional. Disse ainda que rechaça qualquer tipo de violência no ambiente escolar e que não tolerará tais ações.

“A orientação é que gestores acionem as autoridades competentes, de modo que sejam tomadas as medidas legais cabíveis. A pasta destaca ainda que vem intensificando programas para promoção da cultura de paz, envolvendo as comunidades escolares”, disse um trecho do texto.

O UOL tentou contato telefônico com a mãe da estudante, mas ainda não obteve retorno.

Com Informações: https://noticias.uol.com.br

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